terça-feira, 31 de maio de 2011

TESTE do Dr. Phil: Como está a saúde da sua relação?

Quem tem problemas no casamento (felizmente não é o meu caso) sabe que este pode ser um grande factor de stress e de infelicidade na sua vida. Lembrei-me então de um velho livro do Dr. Phil McGraw, o “Relationship Rescue” que aborda este assunto e aponta uma série de soluções para que os relacionamentos resultem (mesmo os mais problemáticos).

Deixo-lhe aqui uma adaptação do teste do Dr. Phil para saber como está a saúde da sua relação. É um pouco extenso, mas não deixe de o fazer.

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Responda "Verdadeiro" ou "Falso" às seguintes questões:

1 – Estou satisfeito(a) com a minha vida sexual.
2 – O(a) meu(minha) parceiro(a) não me ouve verdadeiramente.
3 – Confio no(a) meu(minha) parceiro(a).
4 – Sinto-me chateado(a) e em baixo.
5 – Tenho esperança no nosso futuro.
6 – Não é fácil partilhar os meus sentimentos.
7 – O(a) meu(minha) parceiro(a)diz-me frequentemente “eu amo-te”.
8 – Por vezes sinto raiva.
9 – Sinto-me apreciado(a).
10 – Ando descontrolado(a).
11 – O(a) meu(minha) parceiro(a)está lá para mim, nos momentos difíceis.
12 – O(a) meu(minha) parceiro(a)é áspero(a) nas críticas que faz.
13 – O(a) meu(minha) parceiro(a) compreende-me.
14 – Receio que o(a) meu(minha) parceiro(a) esteja entediado(a) com a nossa relação.
15 – O(a) meu(minha) parceiro(a) não gosta de partilhar o que lhe vai na alma.
16 – Imagino-me divorciado(a).
17 – A minha relação é aquilo com que sempre sonhei.
18 – Eu sei que estou certo(a).
19 – O(a) meu(minha) parceiro(a) trata-me com dignidade e respeito.
20 – O(a) meu(minha) parceiro(a) é alguém que só pensa em receber.
21 – Fazemos, frequentemente, coisas divertidas juntos.
22 – Por vezes só me apetece magoar o(a) meu(minha) parceiro(a).
23 – Sinto-me amado(a).
24 – Prefiro mentir do que ter de lidar com um problema.
25 – Ainda mantemos a paixão acesa na nossa relação.
26 – Estou preso(a), sem escapatória.
27 – O meu parceiro(a) pensa que eu sou divertido(a).
28 – O nosso relacionamento começou a ficar entediante.
29 – Nós gostamos de fazer saídas sozinhos.
30 – O(a) meu(minha) parceiro(a)sente vergonha de mim.
31 – Confiamos um no outro para grandes negócios.
32 – Não somos mais nada do que colegas de quarto.
33 – Eu sei que o(a) meu(minha) parceiro(a) jamais me deixaria.
34 – Já não tenho orgulho do meu corpo.
35 – O(a) meu(minha) parceiro(a) respeita-me.
36 – O(a) meu(minha) parceiro(a) está a comparar-me constantemente com os(as) outros(as).
37 – O(a) meu(minha) parceiro(a) ainda sente desejo por mim.
38 – Nós apenas parecemos querer coisas diferentes.
39 – Eu tenho permissão para pensar por mim mesmo(a).
40 – Sinto-me sobrecarregado(a) pelo(a) meu(minha) parceiro(a).
41 – Sou honesto(a) com o(a) meu(minha) parceiro(a).
42 – As pessoas não fazem ideia de como a nossa relação é realmente.
43 – O(a) meu(minha) parceiro(a) está aberto a sugestões.
44 – O(a) meu(minha) parceiro(a) não deixa que eu me exprima.
45 – O(a) meu(minha) parceiro(a) é o meu principal suporte emocional.
46 – Sinto-me julgado(a) e rejeitado(a) pelo(a) meu(minha) parceiro(a).
47 – O(a) meu(minha) parceiro(a) preocupa-se se me vê chateado(a) ou triste.
48 – O(a) meu(minha) parceiro(a) trata-me como se eu fosse uma criança.
49 – O(a) meu(minha) parceiro(a) coloca a nossa relação acima de qualquer outra.
50 – Eu nunca estou satisfeito(a) com o(a) meu(minha) parceiro(a).
51 – O(a) meu(minha) parceiro(a) quer ouvir realmente aquilo que digo.
52 – Escolhi o(a) meu(minha) parceiro(a) pelas razões erradas.
53 – Eu olho em frente, para o tempo que vamos passar juntos.
54 – O(a) meu(minha) parceiro(a) acha que eu sou aborrecido(a) na cama.
55 – O(a) meu(minha) parceiro(a) tem sorte por me ter.
56 – O(a) meu(minha) parceiro(a) trata-me como um(a) empregado(a).
57 – Eu ganho uma boa parte das discussões.
58 – Eu invejo os relacionamentos dos meus amigos.
59 – O(a) meu(minha) parceiro(a) proteger-me-ia, caso fosse necessário.
60 – Desconfio do(a) meu(minha) parceiro(a).
61 – Sinto que o(a) meu(minha) parceiro(a) precisa de mim.
62 – O(a) meu(minha) parceiro(a) tem ciúmes de mim.

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Ao contrário do que poderia pensar, nem todas as questões são contabilizadas, assim regresse ao teste e contabilize a pontuação do seguinte modo:

Número total de “Verdadeiros” nas questões com números pares - ___________
Número total de “Falsos” nas questões com números ímpares - _______________

RESULTADOS:
Igual ou superior a 33 pontos –
O seu relacionamento está em risco extremo de falhar. Certamente necessitam de apoio externo (fazer aconselhamento matrimonial, por exemplo), para salvarem a relação.

Entre 20 e 32 pontos – A sua relação tem problemas sérios e, provavelmente, poderá estar a viver um “divórcio emocional”. Neste caso, poderão igualmente necessitar de ajuda, para que a situação não se agrave.

Entre 12 e 19 pontos – A sua relação está na média (o que não é um resultado magnífico) e certamente necessita de algum trabalho para melhorá-la. Que tal dedicar um pouco do seu tempo a cuidar da sua relação? Pequenos gestos no dia-a-dia, podem fazer toda a diferença.

Igual ou inferior a 11 pontos – A sua relação está bem melhor do que a média das relações. De qualquer modo, há sempre aspectos em que pode melhorar. Não se esqueça de manter acesa a chama do vosso amor, com pequenos gestos no dia-a-dia.

Foto: Google images - Autor não identificado

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Pensamento/Lema da semana #34



"Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito.
Um se chama ontem e o outro se chama amanhã,
portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar,
fazer e principalmente viver".
Dalai Lama






Foto: Google images – Autor não identificado

sábado, 28 de maio de 2011

Desafio da Formiguinha

Em primeiro lugar, quero agradecer a todos os que me enviam selos e desafios, por se lembrarem de mim. Acreditem que adoro recebê-los e aceito-os com muito carinho. No entanto, sei que estou atrazadíssima a colocá-los aqui. O único motivo para isso acontecer é a minha correria constante, por isso não pensem que sou mal agradecida, pois adoro cada miminho que me enviam. E deixo aqui a promessa de que os irei colocando. Mesmo os mais antigos, não estão esquecidos.
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Desta vez recebi um desafio da Formiguinha, cujo blog encantador aconselho a visitar. O desafio tem a ver com livros, ou seja... tem tudo a ver comigo. Aqui vai:


1- Existe um livro que leias e releias várias vezes?
Sabem aqueles guias da American Express? Pode parecer ridículo, mas tenho vários e como adoro viajar, adoro relê-los. Bom, mas o livro de um só escritor que devo de ter relido mais vezes foi a Brida de Paulo Coelho.

2 - Existe algum livro que começaste a ler, paraste, recomeçaste, tentaste e nunca conseguiste ler até ao fim?
A Bíblia. Não é que seja chato (na verdade, dá-me paz interior), mas antes por ser um livro enooorrrmmmeee.

3 - Se escolhesses um livro para o resto da tua vida, qual seria ele?
Sinceramente, não me aguentava só com um. Mas talvez o "Ser Feliz porque Sim" de Marci Shimoff e Carol Kline, para me motivar a nunca desistir de lutar/viver pela felicidade.

4 - Que livro gostarias de ter lido mas que por algum motivo nunca leste?
Tenho uma lista tão grande num documento do word no meu computador, que acho que daria outro blog.

5 - Que livro cuja "cena final" jamais conseguiste esquecer?
"A escolha de Sofia" de William Styron. Mas não o voltaria a ler. Apesar de ser realista (sobre a realidade nazi e as suas consequências), é demasiado triste. Cheguei a chorar ao lê-lo.

6 - Tinhas o hábito de ler quando eras criança? Se lias, qual era o tipo de leitura?
O vício pela leitura começou aos 3 anos! Comecei com o meu herói de BD (o Pato Donald), mas depois segui para os livros da Anita, do Noddy (sim, tenho o primeiro volume que já data de 1963 - versão portuguesa), da Mafalda (he, he... boa escolha). Daí seguiram-se os livros de aventuras ...

7 - Qual o livro que achaste chato mas ainda assim leste até ao fim?
Porquê?
"Aparição" do Virgílio Ferreira. Que me desculpem, mas fui obrigada a lê-lo para a disciplina de Português e no fim, só pensei: "Ufa, finalmente!". E não é por ter sido obrigada, pois dos livros do Eça de Queirós fiquei completamente fã.

8 - Indica alguns dos teus livros preferidos.
"Bíblia" de vários autores;
"O Codex 632" de José Rodrigues dos Santos;
"O Código Da Vinci" de Dan Brown;
"Brida" de Paulo Coelho;
"Ser Feliz porque Sim" de Marci Shimoff e Carol Kline;
"Educar para a Felicidade" da Dr.ª Christine Carter;
"Ser Feliz" de Joel Osteen;
"Como evitar preocupações e começar a viver" de Dale Carnegie";
"A Família em Primeiro Lugar" do Dr. Phil McGraw;
"AntiCancro" de David Servan-Schreiber";
"A Casa dos Espíritos" de Isabel Allende;
Etc., etc., etc... Adoro ler e pronto!

Indica 10 blogs para o meme literário:
1 - Constância. (vila poema) do Manuel Marques;
2 - Um T2 em Lisboa da Sofia;
3 - PlanetaMarcia da Márcia;
4 - Toziblog do Sérgio;
5 - Art and Life da L.;
6 - Arca do Autoconhecimento da Maria José;
7 - Amadeirado da Lena;
8 - Aprender e Organizar da Catarina;
9 - A Dona de Casa Perfeita da Mónica;
10 - Projetando Pessoas da Sandra.

Foto: Getty images

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Comentários nos blogs: solução à vista!!

Graças à Formiguinha (obrigada amiga!) consegui descobri uma solução que já me permite comentar nos meus blogs preferidos. A solução encontra-se no blog da Luísa Alexandra e é mais simples do que poderia imaginar. Aqui a disponibilizo:

Ao entrarem no blogger, desactivem a casa assinalada na figura:


Assim, para que não tenham mais problemas, o aspecto deste painel de entrada deve ser o seguinte:
Por agora, deixei de ter problemas. Espero que convosco também resulte.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Comentários nos meus blogs preferidos

Pois é, tenho a sensação (qual sensação, a certeza) de que o blogger está outra vez com problemas. Apesar de visitar os vossos cantinhos, estou com imensas dificuldades em comentar. Por vezes consigo, mas como anónimo (depois assino o meu nome, é óbvio).

Sr. Blogger, seria pedir muito para que parasse com as manutenções?

terça-feira, 24 de maio de 2011

Como aumentar a auto-estima do seu filho

Ter uma auto-estima elevada é meio caminho andado para uma vida feliz e bem-sucedida. Enquanto pais, podemos contribuir para aumentar a auto-estima dos nossos filhos. Deixo-vos 35 sugestões para o fazerem:

1 – Ainda durante a gravidez, desfrute de cada momento desse estádio – Existem estudos que indicam que a forma como a gravidez é vivida, poderá influenciar a auto-estima da criança. A felicidade com que esta fase é vivida, é um primeiro passo para que o bebé se sinta amado e desejado pela mãe, desde os primeiros dias de vida.

2 – Aprecie cada gracinha do seu filho – Demonstrar o seu contentamento e carinho pelas gracinhas do seu filho, irá passar-lhe a ideia de que o aprecia.

3 – Não utilize expressões menos bonitas dirigidas ao seu filho – As primeiras mensagens são fundamentais na construção da auto-estima. Jamais diga ao seu bebé frases como “És feio”, “És mau” ou “Já não gosto de ti”. Critique antes o comportamento.

4 - Demonstre o seu amor – Isto significa não só tratar a criança carinhosamente, mas verbalizar o quanto gosta dela. Isto fará com que a criança se sinta valiosa e amada.

5 – Substitua frases negativas por frases positivas – Algumas apreciações que fazemos têm um impacto muito negativo e acabam por inibir a auto-estima dos nossos filhos. Por exemplo, ao invés de dizer “És cá um desarrumado” (a criança fica a pensar que não sabe arrumar), substitua por “Sei que és capaz, fizeste-o tão bem da última vez” (a criança fica a pensar que é capaz de arrumar e tem mais probabilidade de o fazer).

6 – Elogie o seu filho de forma credível – Isto significa que deve aproveitar todas as oportunidades em que o seu filho faça algo bem feito, para o elogiar. No entanto, não deve cair no exagero de elogiar tudo o que ele faz (se algo não está muito bem feito, é preferível dizer “Sei que consegues fazer melhor” do que dizer “Uau! Está tão bem feito”). Isso não o faria perceber o que realmente está a fazer bem e poderia prejudicar o relacionamento com as outras crianças, por pensar ser o melhor do mundo.

7 – Mantenha o equilíbrio entre o seu apoio e a liberdade da criança fazer tarefas sozinhas – É importante apoiar o seu filho, mas não deve fazer tudo por ele, de modo a estimular a sua maturidade. Por exemplo, quando este consegue fazer um puzzle sozinho, pode incentivá-lo dizendo “Boa, conseguiste sozinho!”. Imagine agora que tinha feito tudo por ele, a criança não ia nem sentir metade da satisfação com o seu triunfo.

8 – Ajude o seu filho a estabelecer metas, razoáveis e apropriadas para a idade – As pessoas com objectivos definidos são normalmente mais bem-sucedidas, por isso é importante que estabeleça metas para/com o seu filho, mas que saiba à partida serem possíveis de alcançar. Pode ser o aprender a vestir-se sozinho (em crianças mais pequenas), ou ter uma determinada nota numa disciplina (em crianças maiores). À medida que a criança se aproxima da meta, motive-a elogiando os seus sucessos ao longo do percurso.

9 – Respeite os sonhos da criança – Se o seu filho pretende seguir determinada profissão, e mesmo que seja muito cedo para isso, respeite os seus sonhos. Sorria-lhe com sinceridade e propicie-lhe experiências em diversas áreas, mesmo que você não as aprecie (idas a museus, ir á pesca, tocar um instrumento musical, etc.). Mais cedo ou mais tarde, os talentos do seu filho irão evidenciar-se e este pode até mudar de opinião. Mas no futuro o que o fará feliz é seguir os seus próprios sonhos, que poderão coincidir ou não com o que desejava para ele.

10 – Não permita que as críticas negativas dos outros influenciem negativamente os seus filhos – Ensine o seu filho que as críticas negativas dos outros não são impedimento para alcançar os seus sonhos. O que importa é a dedicação que demonstra e os fracassos fazem parte do caminho para o sucesso.

11 – Demonstre empatia – Sorria quando o seu filho se sente feliz, demonstre que se preocupa quando este se magoa, indique que compreende o que ele está a sentir, dizendo por exemplo “Sim, ficaste muito ofendido com o que o teu colega te disse”. O facto de evidenciar que compreende as emoções do seu filho ajudará a acalmá-lo em situações de stress e a falar consigo sobre o assunto, e ainda aumentará a sua inteligência social na interacção com os outros (compreendendo melhor os sentimentos dos que o rodeiam).

12 – Ajude-o a criar “ferramentas” para resolução de problemas - Seja um modelo para o seu filho na resolução de problemas e em termos de coragem, no que respeita às suas próprias dificuldades. Discuta com o seu filho os problemas deste, ou situações passíveis de acontecer, e reflictam sobre as soluções.

13 – Seja optimista – Seja um exemplo para o seu filho, tente analisar as situações de uma perspectiva positiva e veja os problemas como uma fonte de aprendizagem. Isto vai ensiná-lo a pensar do mesmo modo e a ser uma criança menos ansiosa.

14 – Conte histórias inspiradoras de pessoas vencedoras graças à sua auto-confiança – Tanto pode relatar histórias de pessoas verídicas, como pode aproveitar contos de fadas para o fazer.

15 – Critique o comportamento, não o seu filho – Quando o seu filho tem um comportamento menos bom deve sempre chamá-lo à atenção para o facto. No entanto, substitua frases como “És mesmo mau, já viste o que fizeste?”, por “O que fizeste foi mau, uma criança boa como tu não deve fazer isso”.

16 – Discipline na medida certa – Disciplina em excesso costuma resultar em medo, diminuição da auto-estima e num mau relacionamento com os pais. Já a pouca disciplina poderá resultar numa criança agressiva, muito sensível às frustrações da vida e com dificuldades de interacção social (por pensar que tem direito a tudo o que quer). O segredo está mesmo no equilíbrio.

17 – Nunca viole as regras – A existência de regras permitem que a criança, mesmo que as conteste, sinta o seu lar como um lugar seguro e não volátil. Ah, e não faça promessas que não pode cumprir, do género “Nunca mais te deixo comer doces” – é preferível dizer “Porque te comportaste assim, não podes comer o pudim que tinha feito para o jantar” (esta última é mais fácil de cumprir).

18 – Demonstre orgulho pelo seu filho – Diga ao seu filho o quão orgulhoso se sente por ser o pai/mãe dele e o quanto ele o faz feliz. Fale daquilo que o orgulha à frente de pessoas que são importantes para o seu filho: avós, tios, professores, amigos, etc.

19 – Nunca compare o seu filho com outras crianças – Isto é terrível para a auto-estima: a criança poderá pensar que gosta mais das outras crianças do que dela. O importante é falar sempre do comportamento, não da criança. Demonstre que gosta dela como é. E se alguém fizer uma comparação dessas à frente do seu filho, diga-lhe o quanto ele é especial e as coisas boas que tem.

20 – Aceite o seu filho como ele é – Mesmo que o seu filho não seja o mais inteligente, o mais bonito, o melhor desportista… demonstre todo o seu amor por ele. As críticas constantes só diminuirão a sua auto-estima e é raro alguém conseguir ser o melhor em todas as áreas.

21 – Ensine o seu filho a aceitar os fracassos – O insucesso faz parte da nossa caminhada. Fazer o seu filho aceitar as suas falhas passa por dar-lhe apoio e fazê-lo pensar sobre elas e no que pode fazer para melhorar.

22 – Enfatize os pontos fortes e evite críticas aos pontos fracos – Encoraje o seu filho a desenvolver os seus pontos fortes, em vez de estar sempre a focar naquilo que ele faz de errado. Isto irá motivá-lo a desenvolver as suas qualidades.

23 – Dê a conhecer aos outros os pontos fortes do seu filho – Quando estiver com alguém que vai lidar com o seu filho (um professor, por exemplo), dê-lhe a conhecer os seus pontos fortes. Isto pode influenciar a atitude dos outros para com o seu filho e estimular a criança a evidenciar justamente as suas melhores características.

24 – Encoraje o seu filho a brincar com crianças da mesma idade – Em fases iniciais não o deixe só com eles, mas vá encorajando-o a ficar num grupo sem a sua presença. Tente não interferir nas brincadeiras (excepto se o companheiro de brincadeiras for excessivamente agressivo), pois esta é uma excelente oportunidade para o seu filho desenvolver a sua inteligência social. Em crianças maiores, pode ser importante para ultrapassar a timidez incentivá-lo a participar em competições, a fazer parte de grupos (de futebol, de música, de escuteiros, etc.).

25 – Ajude o seu filho a ultrapassar o medo – Se o seu filho sentir medo de algo ou de alguma actividade, diga-lhe que é normal e que outros também passam pelo mesmo. Procure conhecer as causas do medo e procurem soluções conjuntas, assegurando-lhe que com o tempo esse medo desaparecerá.

26 – Ensine-o a respeitar os outros - Uma criança que saiba tratar bem os outros e que saiba sentir empatia pelos mesmos, será mais facilmente aceite e igualmente respeitada.

27 – Seja um exemplo de educação – Se disser palavrões, não demonstrar cortesia e bons modos para com os outros, ou se for demasiado agressivo, o seu filho seguirá o seu exemplo (por mais que lhe diga para fazer o contrário). Isso poderá fazer com que as outras crianças o evitem.

28 – Combata a imagem da perfeição – Principalmente se tiver uma filha, é importante combater a imagem de que uma mulher tem de ser perfeita, bonita e magra. Não critique a sua filha, a si mesma ou aos outros. Quantas não são as pessoas que ao folhear uma revista não dizem “Credo! Esta está tão gorda!”, “Aquela está cheia de celulite”, “Não simpatizo nada com esta, tem cá uma cara…”? São justamente estas críticas que a sua filha aprenderá a fazer aos outros e a ela mesma.

29 – Ensine o seu filho a valorizar a sua imagem – O ponto anterior não indica que o seu filho deverá descurar da sua imagem. Para este se sentir melhor, pode fazer um novo corte de cabelo, comprar vestuário que fique bem no seu corpo, etc.

30 – Incentive-o a ter uma vida saudável – Estimule o seu filho a fazer exercício e, especialmente em casa, promova uma alimentação saudável. Para além dos benefícios para a saúde, o seu filho terá e sentir-se-á melhor com a sua imagem.

31 – Dedique um momento do seu dia exclusivamente ao seu filho – Mesmo que trabalhe muitas horas, quando estiver com o seu filho, dedique parte do seu tempo só para ele, dando-lhe toda a atenção. Brinque com ele, leia-lhe uma história, ouça como foi o seu dia… Demonstre-lhe o quão importante é para si esse momento.

32 – Passe tempo de qualidade com o seu filho – Programe todas as semanas actividades conjuntas em família (pode ser um piquenique, uma ida a um museu, jogar ténis, etc.). O importante é que o seu filho se sinta desejado e saiba que essa actividade foi dedicada exclusivamente à família. Pode fazer isto especialmente ao fim-de-semana. Se tiver oportunidade, contrate alguém para lhe fazer a limpeza da casa e engomar a roupa, para que não tenha todo o tempo livre preenchido por tarefas domésticas e não consiga estar com o seu filho.

33 – Ouça verdadeiramente o que o seu filho tem para lhe dizer – Isto refere-se inclusivamente às trivialidades do dia-a-dia. Mantenha um diálogo, não se limite a acenar com a cabeça. Se tiver o hábito de ouvir as pequenas coisas, o seu filho certamente o escolherá para falar sobre problemas maiores.

34 – Certifique-se que o seu filho saiba de que pode contar sempre consigo – Diga ao seu filho que mesmo que todos o critiquem ou abandonem, e independentemente do problema que possa ter, poderá sempre contar consigo. Faça-o sentir isso, cumprindo igualmente o que foi dito no ponto anterior.

35 - Seja um exemplo de auto-confiança - Pais que não têm auto-estima terão dificuldades em criar um filho com uma elevada auto-estima. Se precisar de uma ajudinha, dê uma olhadela no post que escrevi sobre “Como aumentar a sua auto-estima”.

Foto: Google images - Autor não identificado

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Pensamento/Lema da semana #33








"A verdadeira felicidade é impossível
sem verdadeira saúde".
Mahatma Gandhi







Foto: Google images – Autor não identificado

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Excesso de álcool – um destruidor da felicidade familiar

Na semana passada estive numa formação sobre o alcoolismo e acho importante passar algumas informações que recolhi. Apesar de uma pessoa alcoólica nem sempre reconhecer o problema e não se sentir necessariamente infeliz, destrói a felicidade da sua família aos poucos.

Se toda a gente ao seu redor se queixa que bebe demasiado, talvez seja verdade e esteja a contribuir para a infelicidade dos que mais ama. Mas há sempre hipótese de mudar, basta querer. Como dizia Lao Tsé “Uma boa viagem, começa sempre com um único passo”.
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Mas antes de mais, aqui ficam os dados da minha recolha:

Informação estatística:
- 40 a 60% das mortes na Europa são atribuíveis ao álcool;
- Em Portugal, é a 4.ª causa de morte;
- Portugal é o 8.º país do mundo com maior consumo de álcool (não incluindo a produção caseira) e o 4.º em termos de vinho;
- 10% da população com mais de 15 anos é doente alcoólica;
- Num hospital geral 40% dos homens e 10% das mulheres são internados com problemas ligados ao álcool.

Consequências para a saúde (o que hoje parece inofensivo, tem consequências sérias a longo prazo):
- Alterações estruturais do aparelho digestivo, esofagismo, problemas no fígado, etc. (ah! E não é por acaso que o volume do abdómen começa a aumentar);
- Problemas cardiovasculares, AVC, anemia, etc.;
- Quadros de desnutrição muito graves (conheci um homem que chegou a pesar 40kg!!!);
- Elevada incidência de cancro em todos os órgãos;
- Ansiedade, alterações de humor, delírios, demência (conheço um homem que com menos de 50 anos não se lembra do que lhe dissemos 5 minutos antes e já não sabe assinar o próprio nome – é um caso grave), alucinações (conheci uma pessoa que estava a esfaquear uma mesa, porque dizia que estava cheia de bichos – era um caso de abstinência alcoólica sem acompanhamento médico), agressividade, diminuição da mobilidade, convulsões, etc.
- O álcool é um desinibidor para as tentativas de suicídio.

Problemas no trabalho:
- O álcool é responsável por 10% das quebras de produtividade;
- 76% dos alcoólicos têm problemas laborais (baixas frequentes, faltas ao trabalho, conflitos, baixa de rendimento, sinistralidade, mais sujeitos a despromoções e despedimentos).

O álcool nos jovens:
- Mais tendência para o insucesso escolar;
- Mais probabilidade de consumo de drogas ilícitas;
- Maior índice de violência;
- Maior deterioração na relação com os pais.

E finalmente… os problemas na família:
- 98% dos doentes alcoólicos têm conflitos familiares;
- O álcool é um factor de enorme stress para toda a família, principalmente com o cônjuge;
- Ajuda à desinibição dos impulsos sexuais e da agressividade;
- O alcoólico tem tendência a perder o papel parental (por ex., existem situações em que são os filhos que avisam os pais das suas consultas);
- Aumento da violência conjugal, parental e/ou dos filhos sobre o pai alcoólico.

O que deve fazer:
- As famílias não devem culpabilizar (o que não significa encobrir o problema), mas antes dialogar e negociar com o doente alcoólico e valorizar o que tem de bom;
- Os estímulos ao consumo devem ser controlados (nada de álcool em casa, evitar pessoas que incentivam à bebida, etc.);
- O alcoólico deve analisar, por si próprio, as vantagens e desvantagens de continuar ou não a beber;
- As famílias ou o próprio doente devem sobretudo procurar ajuda, nomeadamente falando com o médico de família (que por sua vez, poderá fazer o encaminhamento para uma consulta de alcoologia).

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Nem só a família do alcoólico sofre, nem só as bebedeiras contínuas causam estragos.

A minha irmã foi atropelada por uma jovem condutora alcoolizada. Era dia de Natal e morreu nesse dia. Tinha 11 anos.

Beba com moderação! Pela sua felicidade e pela dos outros.

Foto: Google images – Autor não identificado

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Resgatando velhas amizades

Já devem ter notado (espero eu!) a minha ausência esta semana. Mas foi por uma boa causa.

Logo este ano que tinha prometido a mim mesma falar com os amigos mais vezes e dedicar-lhes algum do meu tempo, aconteceu uma coincidência fantástica.

Bem, mas para perceberem melhor, tudo começou na faculdade. Naquela época vivi com um grupo de amigas fabulosas. Éramos como irmãs e hoje, apesar da distância (cada uma seguiu o seu destino), continuamos a manter contacto. Mas agora, tantos anos depois, uma delas, professora, veio substituir uma colega numa escola quase ao lado da minha casa. Ligou-me e, obviamente, vai ficar cá por casa durante um mês inteirinho.

Estão a ser dias fantásticos. Mais parecemos aqueles homens que se reúnem a falar dos tempos da tropa.

Amanhã, vamos falar no Skype com a nossa outra amiga. Porque será que não pensámos nisto antes?

Daí a minha ausência. Ando a resgatar velhas amizades... vale mesmo a pena!

Foto: Google images - Autor não identificado

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Pensamento/Lema da semana #32

"Amar é sentir na felicidade do outro a própria felicidade".
Gottfried Wilhelm von Leibnitz

Foto: Google images – Autor não identificado

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Ainda dos electrodomésticos amigos do ambiente

Estava aqui a pensar no post da semana passada sobre os electrodomésticos amigos do ambiente. Como os adquiri mais ou menos em Fevereiro, resolvi comparar as minhas contas de electricidade com as do ano passado.

Então em Janeiro, ainda com os electrodomésticos antigos, gastei mais 40,00 € relativamente a Janeiro de 2010.

Agora, as boas notícias: em Fevereiro e agora em Maio, poupei um total de 80,00 € relativamente ao ano passado. Fazendo contas consegui uma poupança de 20,00 € por mês (até seria mais, se a energia não estivesse mais cara do que no ano passado).

Conclusão: não é só publicidade, estes electrodomésticos poupam mesmo.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Visão sobre o passado influencia felicidade

Segundo um estudo divulgado no Diário Digital, investigadores norte-americanos concluíram que “Pessoas que se lembram do seu passado de forma positiva têm mais probabilidades de serem felizes no presente”.

Este estudo, realizado na San Francisco State University, e conduzido pelo Dr. Ryan Howell, entrevistou 750 pessoas sobre temas como a sua personalidade, satisfação com a vida e análise da «perspectiva de tempo» (trata-se de um conceito utilizado para a pessoa descrever como é no passado, presente ou futuro).

Para avaliar a perspectiva de tempo, os participantes foram questionados sobre como se lembravam do seu passado, se essas lembranças eram positivas e se acreditavam que o seu futuro é determinado pelas suas acções ou pela sorte”. E o que se concluiu? O que outros estudos que li sobre o assunto, afirmam: as pessoas com lembranças positivas e até nostálgicas do passado tendem a ser mais felizes do que as que não têm boas recordações. Para além disso, quem tem mais lembranças felizes, no presente é menos propenso a ter pensamentos negativos e a lamentarem-se – o que pode ter a ver com a neuroplasticidade do próprio cérebro.

Apesar de não podermos mudar o nosso passado, se alterarmos a forma como o vemos, podemos ser bem mais felizes. Num outro post, deixei-vos umas sugestões para criarem as vossas próprias lembranças felizes. Espero vos ajude, para que olhem para o vosso passado com um olhar nostálgico e um sorriso no rosto.

Foto: Google images – Autor não identificado

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Pensamento/Lema da semana #31





"Se queremos progredir,
não devemos repetir a história,
mas fazer uma história nova".
Mahatma Gandhi









Foto: Jean Michel Labat

sábado, 7 de maio de 2011

Sunshine award 2011

Que bom, mais um miminho! Desta vez é o sunshine award 2011, que, tem tudo a ver com a minha filosofia de vida.

Recebi das minhas amigas virtuais, a Rute do blog As Aventuras do Príncipe Pipoca e da Ana do blog O Tanguinhas, cujos blogs adoro e aconselho a visitar. Neles vão encontrar o que penso destas duas blogueiras (espero que esta palavra exista): duas mães extremosas que levam a educação dos filhotes muito a sério, lindas por fora e por dentro, e a procurarem melhorar a cada dia que passa.

Bom, mas eis as regras do selinho:
- Agradecer à pessoa que o ofereceu e escrever um post sobre isso. - Feito
- Oferecer a 15 blogs com os respectivos links.
- Avisar os autores dos blogs que foram galardoados com mais um mimo.

Assim, os blogs galardoados (que nomeio por ordem alfabética) são os seguintes:
- Acuadoiro da Especialmente Gaspas;
- Aprender e Organizar da Catarina;
- Arca do Autoconhecimento da Maria José;
- Blog Luz da Roberta;
- Casinha da Formiga da Formiguinha;
- Coisas Minhas da An@;
- Filhotes Adorados da Bergilde;
- Folha em Branco da Eliane;
- Gestão Caseira da Ana P.;
- Lar... meu doce Lar da Patrícia;
- Melhorando minha Vida da Renata;
- Mil Faces de Juliana da Juliana;
- Na América Profunda;
- Projetando Pessoas da Sandra;
- Uma casa encantada.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Electrodomésticos amigos do ambiente

Como já devem ter reparado sou uma defensora da aplicação de medidas ecológicas no nosso dia-a-dia, até porque o ambiente (neste caso, físico) em que vivemos, pode influenciar o nosso estado de espírito (pela positiva ou pela negativa).

Sabem qual foi a nova mudança que fiz cá em casa? Desfiz-me do meu combinado e da minha máquina de lavar roupa, nada ecológicos, e comprei electrodomésticos amigos do ambiente (uma arca vertical, um frigorífico e uma máquina de lavar roupa). São todos A+ ou A++ (a eficiência energética dos antigos chegava a ser B e C... meu Deus!). A máquina dá para programar para lavar no período mais económico, permite lavar uma maior quantidade de roupa, poupar água e energia.

Assim, com a mesma qualidade, poupo o ambiente e a minha carteira.

Foto: AEG (marca dos electrodomésticos que comprei).

terça-feira, 3 de maio de 2011

Educação financeira para crianças – o que ensinar em cada idade

Como já vos falei anteriormente, tenho a preocupação de educar financeiramente a minha filha. Quero que ela perceba desde cedo a importância da poupança, de modo a resistir à crescente influência da sociedade consumista em que vivemos. Quero igualmente que ela perceba que investindo o que poupa, pode ter um futuro mais tranquilo.

Recentemente encontrei um livro justamente sobre este assunto. Estou a achá-lo bastante prático e interessante, pelo que o aconselho a todos os pais que se preocupam com a Educação Financeira dos seus filhos. Chama-se Filhos Inteligentes enriquecem Sozinhos do Gustavo Cerbasi.

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Deixo por último umas noções expostas no livro de Educação financeira para crianças, de acordo com o que se deve ensinar em cada idade.

0 aos 2 anos
Comportamento do seu filho face ao dinheiro:
- Não tem desejos associados ao dinheiro;
- Tem cada vez mais interesse pelas atitudes dos pais.
O que devem fazer os pais:- Dar o exemplo através das suas atitudes, que serão certamente copiadas pelos filhos (o nosso exemplo vale mais que mil palavras).

3 aos 4 anos
Comportamento do seu filho face ao dinheiro:- Associa a realização dos desejos ao acto de comprar, que depende essencialmente da vontade e dinheiro dos pais.
O que devem fazer os pais:- Evitar banalizar o consumo, estabelecendo regras para o dinheiro como: definir limites orçamentais, escolher datas especiais para a doação de presentes (aliás, os presentes têm muito mais significado se forem recebidos só em ocasiões especiais e não a todo o momento).

5 aos 6 anos
Comportamento do seu filho face ao dinheiro:- Tem a percepção de que pode interagir com estranhos sem a intervenção de adultos.
O que devem fazer os pais:- Permitir aos filhos que interajam com vendedores e manipulem o dinheiro em pequenas compras.

7 aos 10 anos
Comportamento do seu filho face ao dinheiro:- Começa a perceber os papéis das pessoas na sociedade;
- Consegue quantificar valores, nomeadamente através da aprendizagem da matemática.
O que devem fazer os pais:
- Conversar com o seu filho sobre os seguintes temas: dinheiro, trabalho, sustento da família, objectivos dos estudos e escolha da profissão.

11 aos 14 anos
Comportamento do seu filho face ao dinheiro:- Tem percepção das responsabilidades;
- Começa a ter os primeiros conflitos, típicos da adolescência.
O que devem fazer os pais:- Cultivar a liberdade, atribuindo uma mesada ao seu filho;
- Incluir o seu filho nas tarefas de organização financeira da família (por exemplo colaborando na organização do orçamento mensal).

15 ou mais anos
Comportamento do seu filho face ao dinheiro:- Tem necessidade de assumir papéis típicos dos adultos.
O que devem fazer os pais:
- Conversar com o seu filho sobre os seguintes temas: administração pessoal do dinheiro, uso de bancos, poupança, desejos vs investimentos necessários.

Foto: Google images - Autor não identificado.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

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