quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Desabafo sobre os incêndios em Portugal

Há dias lia sobre a forte ligação que os suecos têm com a Natureza desde a infância. Apesar de serem pessoas de natureza calma, como é referido por Lola Åkerström, no livro Lagom, “(...) os Suecos são invulgarmente agressivos e proativos no que respeita à conservação dos recursos naturais.” Apenas uns dias depois, em Portugal ardiam pessoas, floresta, animais e casas. Meu Deus!... Foram mortes terríveis e perdas ambientais catastróficas. Como podemos continuar a permitir isto???

Os partidos políticos, como é hábito, laçam-se numa série de acusações. Mas sejamos realistas, ao longo dos anos tem havido sempre alternância entre direita e esquerda na governação, portanto nenhum deles está isento de culpas. Apetece-me dizer-lhes: “Deixem-se de merdas! Ambos têm estado no governo e ambos têm ignorado que a prevenção dos incêndios e proteção da Natureza deve de ser uma PRIORIDADE! As vossas discussões e inércia permitiram que vidas se perdessem para sempre e de forma absolutamente terrível. Vamos acabar com a “partidite” fanática de uma vez por todas, e trabalhar em conjunto para resolver a situação.”

Claro que acusar os partidos por tudo e mais alguma coisa é uma via “fácil” para nos isentarmos de culpas enquanto cidadãos... Se há pessoas que cumprem o seu papel, há também quem insista em ignorar os seus deveres: por ex. limpar os terrenos junto a habitações, fábricas, etc.; não fazer queimadas/acender fogueiras durante o período crítico (termina habitualmente a 15 de Outubro, excepto se houver risco elevado de incêndio); não deitar cigarros para a estrada; não resolver incendiar qualquer coisa só porque se zanga com o vizinho ou com o marido ou porque alguém resolve dar-lhe umas massas adicionais...

Devo dizer que isto é tão somente um desabafo, não sou perita no assunto, mas acho que quem está no poder deveria tomar medidas efectivas... JÁ! (é muito mais fácil prevenir, do que dar resposta a uma quantidade descomunal de incêndios num só dia).

As minhas sugestões são as seguintes:
- Agravem as penalizações aos incendiários, principalmente aqueles que tiveram intenções criminosas. Se não vai a bem, talvez com o “medo” atinjam naquelas cabecinhas que não podem andar por aí a destruir vidas e o ambiente;
- Apoiem as vítimas dos incêndios com mais celeridade;
- Tal como fazem com a prevenção de assaltos, reúnam as pessoas em juntas de freguesia, lares, paróquias... seja lá onde for, mas dêem-lhes formação sobre prevenção de incêndios, dêem-lhes a conhecer as leis que existem (e que muito boa gente pode não cumprir por desconhecimento), digam-lhes quais as penalizações para quem não cumpre. Indiquem também quais as medidas que devem de ser tomadas em caso de incêndio;
- Eduquem ambientalmente a população também através dos meios de comunicação social;
- Depois de dada a formação necessária, fiscalizem para verificar se todos cumprem (mas apoiem quem não tem comprovadamente meios para cumprir, por exemplo, ao nível da limpeza dos terrenos);
- Implementem a Educação Ambiental desde cedo nas escolas, para que as gerações vindouras tenham mais consciência ambiental do que as actuais;
- Criem medidas de incentivo à agricultura e a outras actividades que conduzam ao repovoamento do interior;
- Ordenem o território, incentivem a plantação de árvores “bombeiras” e a criação de asseiros entre terrenos ou conjunto de terrenos;
- As Câmaras Municipais têm que assegurar que as bocas de incêndio estão operacionais, que os terrenos estão limpos junto às estradas (os que não pertencem ao estado têm que ser fiscalizados), que cada aglomerado populacional tem disponível até à chegada dos Bombeiros um kit de combate à incêndios, etc.;
- Apoiem iniciativas locais de planos de prevenção de incêndios, desde que comprovadamente úteis (o de Mação foi sucessivamente rejeitado e o resultado esteve à vista);
- Apliquem o que é proposto pelos especialistas (em incêndios, meteorologia, telecomunicações, agricultura, etc.). Analisem cada pormenor que não está a funcionar e corrijam. Os relatórios ao incêndio de Pedrógão Grande podem ser um bom princípio;
- Não querendo insinuar sobre o que não sei, e correndo o risco de ser injusta, mas... utilizem meios aéreos de combate a incêndios estatais. 

Quanto a nós, cidadãos, é nosso dever prevenir situações menos agradáveis. Há que proteger a Natureza ou estaremos a destruir o futuro do nosso país! É também nosso dever, exigir junto do governo que tomem medidas práticas o mais urgentemente possível. Estão agendados vários protestos pelo país. Quem tiver meios para poder participar, se puder, que o faça. Basta pesquisar um pouco para encontrar na Net os locais e horas para os vários protestos.

De louvar todo o empenho que Bombeiros e cidadãos anónimos têm demonstrado!!! Para mais, num trabalho tão difícil quanto o de defender a floresta e as populações, por vezes até à exaustão. Tão grata pelo vosso exemplo inspirador.

Por último, uma palavra às vítimas e aos seus familiares. Nem imagino a dor que estão a passar. Não mereciam jamais ter passado por isto. Lamento imenso o que vos aconteceu! Apesar de nada do que diga possa apaziguar a vossa dor, esperemos que finalmente se comece a AGIR para que jamais volte a ocorrer algo semelhante ao que vos aconteceu. Aos sobreviventes desejo que tenham força para se reerguerem e lutarem para terem a vossa vida de volta, de preferência que o futuro seja mais risonho.

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De uma simples cidadã sem qualquer afiliação política, mas com um desejo enorme de que grandes incêndios como o deste e de outros anos, não se repitam... jamais!
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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Pensamento/Lema da semana #367


"(...) cada um faz a diferença,
mesmo quando não imagina que está a fazê-la."
Marisa Moura

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quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Lagom, o Segredo Sueco para Viver Bem - o livro

Comprei o livro Lagom - O Segredo Sueco para Viver Bem de Lola A. Åkerström no fim das férias de Verão. A verdade é que tenho um fascínio pelo estilo de vida nórdico (não desfazendo no nosso, que também tem muita coisa boa). Já me tinha apaixonado pelo hygge dinamarquês e adoptado algumas ideias no meu dia-a-dia. Estava igualmente ansiosa por conhecer o lagom. Queria mais inspiração, porque estes livros trazem sempre ideias interessantes... e eu não resisto a testá-las (pelo menos algumas).

Mas antes de mais, importa esclarecer o que é isto do lagom. Trata-se de um estilo de vida adoptado pelos suecos que significa nem de mais, nem de menos, mas na medida certa. Uma forma de viver considerada "ideal" para cada um (e que por isso varia, consoante a pessoa). Em que se busca o equilíbrio. Em que se recebe e se contribui em partes iguais. Por exemplo ao nível do emprego, não devemos trabalhar de menos, nem de mais, mas sim na medida certa. Enquanto estamos no emprego, devemos ser o mais competentes possíveis. Mas também temos direito à nossa vida pessoal. Deve de haver equilíbrio! Assim, é benéfico fazer pausas ao longo do dia de trabalho e sair sempre a horas.

Devo dizer que este livro me lembra imenso a versão inglesa do Livro do Hygge. Capa dura, imagens lindíssimas e um texto inspirador. Contudo, não gostei do facto de não trazer índice. Para mim, que gosto de organização, isso é fundamental. Mas pronto... nada a fazer...

Uma das imagens lindíssimas deste livro.

Mas vamos ao conteúdo.

Numa primeira parte a autora esclarece o significado da palavra lagom e como ela é usada na linguagem do dia-a-dia. Depois disto, explica como o lagom inspira os vários domínios de vida dos suecos, o que é detalhado em cada capítulo do livro. 

É neste ponto que este conceito começa a fazer sentido. Começamos a perceber o porquê de certas atitudes suecas (a sua aparente frieza por ex.). Apercebemo-nos também como ao pôr este conceito em prática, podemos melhorar vários domínios da nossa vida. Por exemplo ao nível da decoração, o objectivo é criar harmonia em casa. Eliminar o stress que nos rodeia, criando um ambiente de calma e paz. Tem muito a ver com minimalismo, em que optamos por evitar a tralha, para dar destaque àquilo que nos traz alegria ou que nos é útil. A autora vai então explicando como é que os suecos costumam aplicar isto na prática, dando-nos assim uma série de sugestões. Vou citar só um excerto sobre o objectivo do lagom ao nível da decoração: "O derradeiro objectivo é criar um lugar acolhedor que nos faça felizes e nos acalme instantaneamente assim que pomos o pé na porta (...)." Isto faz tanto sentido!...

Um dos capítulos, que aborda a sustentabilidade em casa e o minimalismo.

Mas este é só um exemplo. Os temas abordados no livro são os seguintes:
- A cultura [sueca] e as emoções;
- A comida e os dias de festa;
- A saúde e o bem estar;
- A beleza e a moda;
- A decoração e o design;
- A vida social e a diversão;
- O mundo do trabalho e dos negócios;
- O dinheiro e as finanças;
- A Natureza e a sustentabilidade.

Cada um destes temas está dividido em sub-temas, também eles interessantes. Vou dar o exemplo no capítulo da "comida e dias de festas". Os sub-temas abordados, são os seguintes:
- Um começo não agitado do dia; 
- O ritual diário da fika (as tais pausas ao longo do dia de trabalho);
- Coma o que quiser... dentro do razoável;
- O regresso à simplicidade;
- O Manifesto da Cozinha Nórdica; 
- Qualidade acessível a todos;
- Banquetes e a arte da reutilização.

No fim de cada capítulo, há sempre um quadro resumo com as ideias que podemos implementar na prática.

Um dos quadros resumo que surge no fim de cada capítulo.

Devo dizer que depois desta leitura, fiquei motivada para muita coisa. Para descomplicar as refeições; para não me desfazer somente da tralha, mas  tentar reutilizar, dando um outro uso aos objectos; para fazer uma gestão financeira mais eficaz; para implementar várias dicas para uma vida mais ecológica, etc., etc. Ideias e motivação não me faltam...

A última parte do livro fala da aplicação do lagom nos dias de hoje. Dos seus aspectos mais, ou menos, positivos. Da sua relação com a felicidade.

Após ler este livro, concluo o seguinte:
bom seria aproveitar aquilo que já temos de bom
e deixarmo-nos inspirar pelo melhor do estilo de vida sueca.
Lagom pode ser um bom caminho a seguir.

Imagem lindíssima a evocar a Suécia e o estilo de vida dos seus habitantes,
nomeadamente o amor e respeito pela Natureza.

Fotos: Mafalda S.
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terça-feira, 10 de outubro de 2017

As minhas dificuldades no mundo da alimentação saudável

Este ano prometi a mim mesma, que pelo menos uma vez por semana, iria fazer uma refeição baseada em livros de receitas saudáveis. Na realidade superei este número e tenho testado imensas receitas.

Há dias estava a fazer a ementa da semana e pesquisei num dos meus livros. Achei algo muito interessante. Mas entretanto olhei para a lista de ingredientes... 27 ao todo!!! Perguntei a mim mesma: será que isto é viável no dia-a-dia? Será que não deveria simplificar?

A verdade é que, na minha caminhada pelo mundo das refeições saudáveis, nem tudo são rosas. E... prefiro falar nisso! Só dessa forma poderei definir o que fazer daqui por diante.

Deste modo, vou falar-te das dificuldades que tenho sentido e das possíveis soluções:

1) Há receitas com uma quantidade enorme de ingredientes e com muitas técnicas para executar, até chegar ao resultado final.
SOLUÇÃO: Simplificar! Optar por receitas mais simples (que felizmente, também existem), ou, quanto muito, confeccionar as mais complexas só ao fim-de-semana.

2) Quando assisto a programas de TV, ou leio sobre o tipo de alimentação dos lugares onde as pessoas vivem mais anos, e de forma saudável, tenho a sensação de que complicamos... Eles simplesmente tiram as frutas da árvore e comem, ou confeccionam produtos locais de forma aparentemente simples. Nós optamos com alguma frequência por pratos mais elaborados. A fruta é transformada em smoothies ou sumos apelativos, mas que dão mais trabalho a fazer.
SOLUÇÃO: Simplificar!... novamente. Há dias em que me apetece de um pequeno-almoço como o da imagem acima (taça de açaí, a propósito), pois os olhos também comem. Mas se optar por beber leite com torradas (ao menos, barro com becel) ou fruta fresca, não há mal nenhum nisso (a fruta fresca até é mais saudável, do que por exemplo num sumo). Quero começar o dia com boas energias, e se tiver menos trabalho, tanto melhor.

3) Nem sempre é fácil encontrar alguns ingredientes mais "estranhos" das receitas. Principalmente para mim, que vivo longe de lojas de produtos bio (ok, alguns nem nas lojas bio encontro). 
SOLUÇÃO: Optar por receitas que privilegiem os ingredientes locais e consumir fruta e legumes da época.

4) Algumas receitas são deliciosas, outras... ou eu não estou habituada, ou não são nada de especial. (No meu Instagram poderia publicar mais fotos de refeições. Mas não o faço, porque só coloco fotos de refeições que realmente gostei... ou seja, mais vale menos publicações, mas que sejam sinceras).
SOLUÇÃO: Continuar a experimentar novas receitas. Mesmo que não aprecie tudo, vou aumentando o meu leque de opções. Vou igualmente «educando» o meu paladar (o que é mediano para mim, pode ser delicioso para quem está mais habituado).

5) Sinto que há muitas receitas de snacks, pequenos-almoços, lanches, bebidas... Refeições principais? Poderiam haver bem mais!
SOLUÇÃO: Continuar a pesquisar: em revistas, livros, blogs ou outros sites da Internet, canais de youtube, programas de TV, etc.

6) Não é fácil convencer as crianças a experimentarem coisas novas.
SOLUÇÃO: Pensando bem, os meus filhos hoje não são fãs de comida asiática? Talvez por terem sido habituados desde sempre. Com a comida saudável, talvez o segredo seja apresentar-lhes os pratos uma e outra vez. Hão-de experimentar, nem que seja por curiosidade. Outra opção, já que gostam de comida asiática, é experimentar receitas desta cozinha em casa. Ah! Uma terceira solução passa por convidá-los para cozinharem connosco (a minha filha adora!). Duvido que aí não experimentem...

7) Sinto que as receitas disponíveis para as crianças, são pouco variadas. Normalmente incluem douradinhos, hambúrgueres, nuggets, pizza. Socorro! Tirando a pizza, os meus filhos não gostam de nada disto!
SOLUÇÃO: Pesquisar pratos que tanto servem para adultos, como para crianças. Só com os de criança, não me safo. Os meus filhos são um pouco esquisitos.

8) Saber efectivamente o que é saudável. Porque um ingrediente que numa altura é quase milagroso, daí a uns anos já pode fazer mal a muita coisa.
SOLUÇÃO: Variar a alimentação. Provar um pouco de tudo, de acordo com a velhinha roda dos alimentos. A ideia é obter um leque variado de nutrientes. Mas claro, evitar as opções que são realmente pouco saudáveis: fritos, aperitivos salgados, enchidos, etc.

E é isto. São estas as minhas dificuldades no mundo da alimentação saudável (apesar de ter a certeza de que este é o caminho a seguir!).

E tu, também sentes dificuldades ou nem por isso? Se sim, quais as tuas soluções? Já agora, alguma sugestão de restaurante de alimentação saudável e simultaneamente deliciosa? Sou toda ouvidos...

Foto: Mafalda S.
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segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Pensamento/Lema da semana #366


"(...) praticar a bondade
é tão benéfico para quem dá como para quem recebe."
Sonja Lyubomirsky

Foto: skeeze, via Visual Hunt
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quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Como manter a casa limpa e arrumada diariamente #8 - Prevenção da sujidade


Nesta série de posts tenho falado recorrentemente da importância de termos uma casa limpa e arrumada. Um lugar agradável para vivermos. Mas isto, sem nos tornamos escravos da casa! Se estivermos sempre a limpar e a arrumar, que tempo sobrará para outras actividades?

Duas formas de evitar tarefas extra é simplesmente prevenir a sujidade ou evitar que esta se agrave. Pode parecer insignificante, mas a verdade é que estas medidas, podem poupar-nos muito tempo no dia-a-dia.

Hoje darei sugestões, justamente nesse sentido. Formas de prevenir, para não termos trabalho extra.

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67 - Tira os sapatos assim que entras em casa - Mesmo quando os sapatos parecem limpos, acabam por trazer pó e outras impurezas da rua (em dias de chuva, podem também trazer lama). Por isso retira-os e calça uns chinelos/sapatos só de casa, ou se preferires anda descalço/a. Para facilitar esta tarefa, é conveniente teres um lugar definido para os guardares junto da entrada.


68 - Evita que fique tralha espalhada pela casa - Podemos nem nos aperceber, mas deixar um livro aqui, um brinquedo acolá, peças de roupa em cima dos móveis... irá fazer com que se acumule pó extra nestes locais. Em casos extremos, é um atractivo para uma série de bichinhos. Por isso, o ideal é guardares quando acabares de usar e definir um momento do dia, para apanhares toda a tralha espalhada em casa.

69 - Cria o hábito de só fazerem refeições na cozinha ou na sala de jantar - Por mais que tenhamos cuidados, podemos deixar cair bocadinhos de comida, migalhas e entornar bebidas. O ideal é comermos nos lugares designados para o efeito. Ainda assim, por vezes queremos mesmo fazê-lo noutro local, como por exemplo quando planeamos uma sessão de cinema com pipocas, na sala. Há  assim que prevenir! Neste caso, cada um poderia ter a sua própria tigela de pipocas e colocá-la em cima de um tabuleiro ou de um pano.

70 - Tem especial cuidado na hora de cozinhar - Cá em casa coloco uma toalha em cima da mesa, que uso só para cozinhar. Assim evito pôr nódoas nas toalhas das refeições, bem como sujar o local onde preparo os ingredientes. Outros cuidados são coisas simples como: não mexer os alimentos na panela bruscamente, para não sujar o fogão; não colocar o fogo demasiado alto para não arrufar; quando transfiro a comida de um recipiente para outro, faço-o num lugar protegido (lava-loiças, ou na mesa protegida por uma toalha ou pano), uso um tapete junto da bancada de cozinha, para evitar sujar o chão, etc. Se mesmo assim sujar (acidentes acontecem...), limpo de imediato, para que a sujidade não endureça e a limpeza fique mais difícil.


71 - Garante que a sanita fica sempre limpa após uso - A ideia é que após cada uso seja feita a descarga e limpa com o piaçaba em caso de necessidade. É importante começar a educar as crianças neste sentido, logo que usem a sanita. 



72 - Previne a humidade - É uma chatice quando as paredes começam a ficar negras, devido à humidade. Dá uma trabalheira a limpar e não é nada saudável, por isso: 
a) assim que terminares o banho abre a janela (se a tiveres) e a porta da casa-de-banho para o vapor sair;
b) areja a tua casa, abrindo portas e janelas sempre que possível;
c) coloca um exaustor na cozinha;
d) usa um desumidificador;
e) estende a roupa, sempre que possível fora de casa, ao ar livre;
f) não exageres no número de plantas que tens dentro de casa;
g) nos lugares onde é produzida uma grande quantidade de vapor, podes instalar um extractor;
h) em último caso, se nada resultar, podes contactar um profissional. As casas mais recentes, já são construídas de forma a prevenir o excesso de humidade interior. Mas mesmo numa casa antiga, podem-se fazer alterações para minorar o problema.

73 - Se tiveres animais com pêlos, escova-os frequentemente - Isto evita que o pêlo se espalhe por toda a casa.


74 - Previne a sujidade em geral - É uma questão de pensares nas consequências antes de agires, de ficares atento/a aos pequenos acidentes. Toma cuidado por exemplo ao regar as plantas ou ao lavares as mãos para que não pingares o chão, ao abrires pacotes de farinha, açúcar, etc. Educa os teus filhos também neste sentido. Diz-lhes que quanto menos sujarem, menos tempo se perderá a limpar e mais tempo terão para estarem juntos. Eles devem por exemplo afiar os lápis no sítio certo, proteger o local e as roupas quando fazem trabalhos manuais, arrumar os brinquedos depois de os usarem, etc.

75 - Não deixes agravar a sujidade - Quando sujares limpa de imediato, para que a sujidade não seque e custe mais a limpar. Lava por exemplo a banheira após o banho, o lavatório após lavares os dentes, algo que entornaste, etc.

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Hoje foram dados mais uns passos para manteres a casa limpa e arrumada, sem que te tornes um/a escravo/a da casa. O teu espaço certamente se está a transformar num lugar mais agradável e acolhedor.

O próximo passo desta jornada é a «faxina/limpeza da casa. Ficará para um próximo post.

Até lá... sê feliz!


Fotos: 1.ª e 3.ª svenskfast; 2.ª  alvhem; 4.ª homdecoor 5.ª rudinei; 6.ª Ikea.
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segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Pensamento/Lema da semana #365


"O que fazes Hoje,
pode mudar todos os AMANHÃS da tua vida."
Zig Ziglar

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