segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Pensamento/Lema da semana #332


"A felicidade só existe para aqueles que têm amor no coração." 
Autor desconhecido

Foto: kaboompics
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"A Felicidade é o Caminho" também está aqui:

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

4.º Hábito a adquirir: incluir um prato de comida mais saudável (vegetariana ou não), na ementa semanal

A combinação perfeita:
papas de aveia com frutos vermelhos e as cores quentes do nascer do sol.

Há uns tempos escrevi sobre as aprendizagens das minhas férias de Verão. De como queria aproveitar esses conhecimentos e transformá-los em hábitos benéficos. Estou a levar a aquisição de hábitos muito a sério... mas com calma.

Com o início do ano, passei a incluir na ementa semanal um prato de comida mais saudável (vegetariana ou não). Pode parecer pouco, mas prefiro concentrar-me em algo que possa cumprir. Só assim me manterei firme, sem desistir (já me conheço o suficiente, para saber que tem de ser assim).

Quando falo de comida saudável, não significa que nos restantes dias as refeições sejam piores. Significa sim, que são pratos mais conhecidos. Já os que quero experimentar, são receitas novas de livros de comida vegetarina e/ou mais saudável. A ideia é habituar os palatos cá de casa (incluindo o meu), a novos sabores, mais saudáveis. 

Os «manuais de instruções»
Antes de tentar adquirir este hábito, preparei-me para o mesmo. Comecei a ler vários livros de culinária saudável (vegetariana ou não). Estes incluem pelo menos um capítulo onde explicam quais os ingredientes a ter na despensa, como prepará-los, qual o seu valor nutricional... Acredita, descobri muita informação nova.

Shakshuka, do livro "Natural" de Joana Alves.
São estes mesmos manuais, aos quais recorro para escolher o prato saudável da semana. Não tem necessariamente de ser um prato principal. Já experimentei pequenos-almoços, bebidas, snacks...

Algumas receitas tiro da Net, mas os livros que uso são os seguintes: 
"Cozinha Vegetariana para quem quer poupar", também da Gabriela Oliveira;


Infusão de águas com laranja, tomilho e limão,
do livro "As Receitas da Mafalda" de Mafalda Pinto Leite.


- "Receitas Saudáveis" do "Jamie Oliver;
"O Grande Livro da Cozinha Vegetariana", uma edição da Impala.

Tenho ainda outros na minha Wishlist, como "As Delícias de Ella" da Ella Woodward ou a "Cozinha Saudável" da Mafalda Pinto Leite... e amanhã deverá chegar o "Cozinha Vegetariana para Bebés e Crianças" da Gabriela Oliveira.

Fontes de inspiração não me faltam...





A substituição de ingredientes
A minha receita de patê de sapateira com ingredientes mais saudáveis,
mas o mesmo sabor - substituí as tradicionais natas por creme de soja.



Devo dizer que depois destas leituras, passei a fazer outras alterações nas minhas refeições. Passei a substituir ingredientes das refeições habituais, por outros mais saudáveis. Por exemplo em vez de natas para culinária, agora uso creme de soja (tem muito menos gordura); em vez de farinha de trigo normal, passei a usar farinha de trigo integral; em vez de açúcar amarelo, passei a usar açúcar de côco (tem baixo índice glicémico), etc. 





Como está a correr
Batido de manga, substituindo o leite de vaca, por leite de aveia.
A acompanhar, algumas amêndoas.
Estaria a mentir se dissesse que está tudo a correr na perfeição. Umas vezes adoro o resultado, noutras não acho nada de especial. Acho que esta fase, é mesmo de descoberta... do que aprecio, do que não vale a pena, ou até daquilo a que devo dar uma segunda oportunidade (por vezes tenho de me lembrar da primeira vez que provei comida asiática - detestei! - e hoje sou fã!).

Outra dificuldade é levar os miúdos a provar. Cá em casa, torcem muito o nariz a algumas novidades. Mas não desisto (vendo bem as coisas, hoje em dia também são fãs de comida asiática... 😂😂😂).

Mas no geral, a experiência está a ser bastante positiva. Estou a descobrir sabores e texturas muito interessantes. E, principalmente, estou a caminhar para uma vida mais saudável.

Wrap com recheio de ratatouille.
Desta vez o Wrap é de farinha de trigo integral.

««»»



De vez em quando penso na sabedoria de um dos povos mais saudáveis do mundo: o povo de Okinawa. Eles têm um provérbio que diz: "Deixem a comida ser o vosso medicamento." E têm razão! Nada como boa comida para nos trazer saúde e nada como saúde para nos sentirmos bem com a vida.







Fotos: Mafalda S.
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Pensamento/Lema da semana #331


"Organizar é procurar soluções." 
Thais Godinho

Foto: El Mueble
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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Pensamento/Lema da semana #330


"(…) a felicidade é uma capacidade que podemos ensinar aos nossos filhos." 
Dr.ª Christine Carter

Foto: Olichel

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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Pensamento/Lema da semana #329


"Nós evoluímos em torno de rituais. 
O nosso cérebro compreende-os e usa-os para mudar de estado." 
Pedram Shojai

Foto: Brenkee
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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

"O livro do Hygge" ou porque os dinamarqueses são tão felizes


Andava a sonhar com este livro há meses. Encomendei-o e esperei 1 mês por ele. E não desiludiu! Assim que chegou às minhas mãos, apaixonei-me de imediato - pela sua capa, conteúdo e imagens. A piada, é que uma semana depois anunciaram que saíria a versão portuguesa d´"O Livro do Hygge" também para daí a uma semana. Sem comentários...

Entretanto já conheci a versão portuguesa. Para ser franca fiquei desapontada com a capa, pois apesar de ser parecida, não é capa dura como a inglesa (tira-lhe um pouco o encanto). O livro também é ligeiramente mais caro que a sua versão inglesa. Mas pela positiva, o interior (imagens incluídas) é exactamente igual e é consideravelmente melhor ler na língua materna. Recordo-me por exemplo, de um título não fazer sentido para mim. Espreitei a versão portuguesa e percebi que se tratava do nome de um filme, cujo título em português nada tinha a ver com a tradução literal.

Mas vamos falar do livro...

O seu autor, o dinamarquês Meik Wiking, é o presidente do The Happiness Research Institute de Copenhaga,  pelo que estuda a felicidade há alguns anos. E chegou a uma conclusão. Existem variados factores que colocam alguns países no topo dos países mais felizes do mundo (por exemplo a qualidade do seu Estado Social). Mas o que tem feito com que a Dinamarca tenha atingido o 1.º lugar (por diversas vezes), tem sido a filosofia de vida baseada no Hygge.

O Hygge, que em português significa uma sensação de aconchego, tem que ver com o apreciar das coisas simples da vida: acender velas ao serão, beber uma caneca de chocolate quente, estar no quentinho enquanto uma tempestade cai lá fora, sentar-se num recanto acolhedor a ler um bom livro... A verdade é que os dinamarqueses fazem disto, uma filosofia de vida. E está tão entranhado na sua cultura que inventaram um manancial de palavras para falar de situações de hygge específicas, tais como: hyggekrog (recanto da cozinha ou da sala onde a pessoa pode sentar-se e passar um momento acolhedor), hyggesnak (conversa agradável que não toca em assuntos controversos [política, por ex.]), sondagshygge (dia calmo com chá, livros, mantas e talvez um passeio ao ar livre), etc.

O hygge e o apreciar das coisas simples.

A meu ver, o livro por si só já proporciona a sensação de hygge. O texto é leve, mas cheio de sabedoria (e por vezes humor). Fala-nos da cultura daquele povo, mas ao mesmo tempo de estudos científicos. E está repleto de imagens lindíssimas.

Uma das belíssimas imagens que compõem este livro.

O autor tenta abarcar a diversidade de situações nas quais podemos encontrar a sensação de hygge (e também o que nos pode afastar disso). Ficamos mesmo com a noção de que podemos trazer o hygge para as nossas vidas, sempre que quisermos.

São abordados assuntos como: a importância da convivência com os nossos melhores amigos e/ou familiares (nada de grandes grupos, apenas 3 ou 4 pessoas que realmente nos fazem sentir bem), de sair a horas do trabalho, de criar ambientes acolhedores através da iluminação (velas em acção!), de comida de conforto e slow food (o livro até inclui várias receitas  hygge).

O livro traz várias receitas hygge.

Fala também da forma de vestir indicada para sentires o hygge. Traz uma lista detalhada de sugestões para tornares a tua casa mais hyggelig (acolhedora). Indica ainda como podes criar um «kit de emergência» para alcançares o hygge quando estás mais em baixo ou se quiseres passar um momento de qualidade contigo mesmo(a).

Imagens inspiradoras para recriares um ambiente hyggelig.

São dadas sugestões para sentires o hygge também fora de casa (tanto na Natureza como por ex. no escritório). Dá-te ideias para encontrares o hygge em cada mês do ano e também sugestões de actividades que proporcionam hygge, grátis ou muito baratas. E se um dia decidires visitar Copenhaga, o livro até traz um roteiro com os locais com ambiente mais hyggelig da cidade.

Ideias para fazeres um «hygge tour» por Copenhaga.

Na Dinamarca, a época considerada mais hyggelig, é sem dúvida o Natal. Eles aproveitam ao máximo, desde os preparativos ao Natal propriamente dito. Há um capítulo inteirinho a descrever a forma como os dinamarqueses vivem o Natal, desde as tradições às atitudes.

Por último são abordadas as 5 dimensões no hygge (tem a ver com sabores, cheiros, sons, etc.) e, como não podia deixar de ser, a relação entre o hygge e a felicidade. E aqui percebe-se o porquê dos dinamarqueses serem tão felizes, afinal os ingredientes do hygge, são idênticos aos que tornam as pessoas mais felizes. E como os usam no seu dia-a-dia, é fácil de entender porque a felicidade dinamarquesa é tão duradoura.

Como refere o autor (e vou citá-lo em inglês, pois, como disse, tenho a versão inglesa do livro).
"Once a year - or more, if we are lucky -
we may find ourselves on a beach in some exotic country
and we may find both hygge and happiness on these distant shores.
But hygge is about making the most of what we have in abundance:
the everyday.
Perhaps Benjamin Franklin said it best:
´Happiness consists more in small conveniences or pleasure 
that occur every day
than in great pieces of good fortune that happen but seldom.´"


Este livro fez-me tão bem à alma, que estou a tentar introduzir algumas das suas sugestões no meu dia-a-dia. Ah! E descobri que um outro livro sobre este assunto, o "Hygge, Ser Feliz à Dinamarquesa" de Anna Skyggebjerg, que estava na minha «lista de desejos»,  vai ser publicado dentro de dias. Vai ser a minha próxima aquisição (tal é a minha paixão pelo tema). Desta vez compro o livro em português.

Fotos: Mafalda S.
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Pensamento/Lema da semana #328


"Uma meta sem um plano, é apenas um desejo." 
Antoine de Saint Exupery

Foto: Dariusz Sankowski
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