quinta-feira, 30 de julho de 2015

Destralhamento total da casa - Ponto de situação #2

Hoje venho fazer mais um ponto de situação do meu «plano para destralhar totalmente a casa». Como vês, ainda não desmotivei, pois tenho aplicado técnicas de motivação (nem me lembrava, mas tenho um post antigo sobre o assunto). O que mais me inspira a continuar, para além de ir vendo resultados, é ir obtendo mais informação sobre o assunto. Praticamente sempre antes de destralhar, leio um excerto de um livro, ou algum artigo na blogosfera sobre o tema e... zás, a motivação surge em força!

Bom, mas vamos ao ponto da situação:

Número de áreas a destralhar e organizar
Se já conheces o meu plano, sabes que distribui o destralhamento e organização por áreas muito pequenas. Assim, neste momento, de um total de 210 áreas, faltam-me (supostamente - abaixo explico isto) 159 áreas! Já tenho por isso trabalho adiantado até à semana de 21 a 27 de Setembro de 2015. A sério, até estou surpreendida.

Surgimento de imprevisto
Pois, aqui é que a coisa não correu tão bem. Cometi um erro tão, mas tão básico. Não é que ao registar todas as áreas da minha casa, me esqueci completamente da despensa? Ou seja, não apontei 17 áreas pequenas, daquela divisão.

Dado isto, tive de reformular o plano. No total, afinal passo a considerar 210 áreas + 17, o que dá 227 áreas para destralhar e organizar. Assim, faltam-me organizar 159 áreas + 17 = 176 áreas.

Paciência, o importante é que quando surgem problemas, podemos/devemos corrigi-los e seguir em frente.

Uma ideia para destralhar mais eficazmente - destralhar e organizar por «categoria» de objecto
A ideia é fazer uma ronda pela casa inteira e reunir todos os objectos da mesma categoria, num único espaço. Antigamente, organizava por área (hoje o quarto, amanhã a casa-de-banho, etc.), mas esta técnica, para mim, é muito mais eficaz!

Vou mostrar como exemplo, a organização dos meus produtos de higiene e beleza:


Até fiquei parva! Jamais imaginei que teria tantos produtos. A foto do lado esquerdo nem sequer mostra tudo, pois ainda contorna o canto da divisão e continua...

Tinha produtos na despensa, nas 2 casas-de-banho e em todos os quartos. Parte deles até foram oferecidos, mas outros eu própria comprei (por exemplo gel de duche... bem, tinha 10 frascos!). 

A questão é que por vezes compramos o mesmo tipo de produtos e, como o guardamos em várias áreas da casa, nem nos apercebemos que os temos (imagina que só batons do cieiro tinha 4: em malas, no quarto...). E aí, repetimos a compra e atulhamos a casa desnecessariamente.

Produtos que não uso deitei fora ou dei a quem usa. Claro que não deitei para o lixo os 10 géis de banho. Mas reuni-os num só local (outro aspecto importante: tentar arrumar objectos da mesma categoria num só local!). Assim, suspeito que daqui a algum tempo, à medida que for utilizando os produtos, ainda vou ficar com mais espaço do que aquele que tenho agora. Basicamente o que está a uso, guardei na casa-de-banho. As reservas de produtos ficaram na despensa (foto da direita).

Um outro benefício desta técnica, é que acaba por estimular e facilitar a organização de mais do que uma área por dia. No exemplo acima, quando organizei os produtos de higiene e beleza, reuni todos os produtos e destralhei tudo de uma só vez. Em consequência, acabei por organizar não uma área, mas 6 em 2 únicos dias (num recolhi os produtos, no outro destralhei e arrumei-os)!!!

««»»

Estou ansiosa para daqui a algum tempo, ver a minha casa totalmente destralhada. Realmente, não fui tão longe quanto devia na primeira vez que o fiz. Mas por agora estou no bom caminho!

Fotos: Mafalda S.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Educar para a felicidade - menos castigos, mas mais bons exemplos e amor!


Creio que todos nós, que somos pais, desejamos que os nossos filhos sejam felizes, que cresçam saudáveis, íntegros e que se tornem adultos com bons valores. São excelentes objectivo para nós enquanto pais e até enquanto cidadãos, pois estamos a criar os adultos de amanhã (de notar que as pessoas felizes tendem a ser boas, responsabilizam-se mais pelos seus actos, procuram melhorar a si mesmas e a sociedade de que fazem parte).

A questão é que isto é tudo muito bonito, mas ninguém nos disse que iria ser fácil, que requeria paciência e, sobretudo muito amor.

Não acredito na vertente educacional do castigo (mas não quero aqui impor a minha opinião). Prefiro que a criança saiba que determinados comportamentos, geram determinadas consequências.

Menos acredito em humilhações e em gritos. Estes podem ter resultados a curto prazo, mas afinal o que ensinam? As crianças passam a ter determinados comportamentos porque têm medo dos pais e não porque percebem o real motivo pelo qual devem agir assim. Para além disso, a longo prazo, crianças submetidas frequentemente a este tipo de situações, podem revelar-se mais agressivas (nem sempre acontece), tendem a ter uma baixa auto-estima, são mais stressadas e mais infelizes. Também têm mais dificuldade em assumir responsabilidade pelos seus próprios actos, culpando frequentemente os outros. 

Enquanto educadores com mais experiência e conhecimento, o nosso papel passa por orientar as crianças, por ensinar-lhes o que ainda não sabem. Precisamos de dizer mais vezes que as amamos e demonstrá-lo (se não o dizemos, a criança pode não sabê-lo, não senti-lo). Este amor faz a criança sentir-se mais feliz, mais segura!

Por outro lado temos de ser consistentes nas regras. Não podemos dizer que o limite é este e depois ceder perante chantagem. Não podemos dizer que a consequência é X e depois não haver sequer consequência. Demonstrar quais são os limites também é uma prova de amor e faz a criança, novamente sentir-se mais segura. Sabe o que esperar, não anda ao sabor do vento.

Devemos explicar o porquê das coisas, exemplificar e pedir à criança que nos diga o que percebeu da nossa mensagem (de modo a garantir que captou o que queríamos dizer). E é preciso ter paciência, por vezes é necessário explicar a mesma coisa n vezes, até que a criança a interiorize.  O objectivo é que as crianças percebem por si mesmas o porquê das regras e que as apliquem (mesmo quando os pais não estão a ver). O objectivo é que as crianças percebam as opções que têm e que saibam as consequências das suas escolhas, para assim fazerem opções mais pensadas e responsáveis.

Por último, as crianças aprendem mais com o nosso exemplo, do que com as nossas palavras. Queremos uma criança mais arrumada? Ela que nos veja a arrumar. Queremos que comam menos doces? Então deixemo-nos de trazer excesso de doces cá para casa. Queremos que sejam felizes? Então aprendamos, nós mesmos, a ser mais felizes.

A educação para a felicidade passa por aí. Muito amor, muito exemplo e certamente menos castigos.

Sejam felizes!

terça-feira, 28 de julho de 2015

Meditações para crianças - o livro

Lembro-me que estava a fazer um curso online quando me deparei com estudo que comprovava que bastavam 5 minutos de meditação por dia, para ao fim de 4 ou 5 meses, ocorrerem mudanças significativas na actividade eléctrica do nosso cérebro (torna mais activas as áreas cerebrais relacionadas com o optimismo e a felicidade). Aquilo fascinou-me...

Entretanto pesquisei mais, e encontrei uma série de outros benefícios da meditação comprovados pela ciência (podes conferi-los neste post).

Apesar de não meditar com a frequência que gostaria (ainda), gostaria de dar a conhecer o poder da meditação à minha filha. Pesquisei na Net, fiz com ela algumas meditações recorrendo ao youtube, mas não é a mesma coisa que ter uma espécie de «manual» para o fazer. Comprei assim o livro "52 meditações para crianças" da Susana Guerreiro (uma educadora de infância que passou a dar aulas de meditação a crianças).

O livro reúne 52 meditações, para fazermos 1 meditação por semana. Mas confesso que como a Letícia está de férias, temos feito várias durante uma única semana. Está a ser fantástico!

Começamos por preparar o ambiente. Vamos para um sítio onde não seremos interrompidas, colocamos umas almofadas no chão, recorremos ao youtube para colocar sons da Natureza (as ondas do mar ou de passarinhos e um riacho, etc.) e acendemos uma vela perfumada.

Depois disto eu leio-lhe, com muita calma, a meditação escolhida. Ela fecha os olhos, faz a respiração inicial e depois imagina aquilo que lhe vou lendo.

As meditações são muito giras, estão mesmo adequadas a crianças. Aliás, os títulos dizem tudo: "viagem ao fundo do mar", "o arco-íris", "receber amor da mãe" (também tem para o pai), "a floresta encantada", "viagem no comboio mágico", etc. Só tenho pena que as meditações não sejam um nadinha mais longas. Confesso que por vezes lhes acrescento uma outra coisa.

O melhor é que as meditações têm sempre um propósito. Como refere a autora "Seja ele trabalhar a auto-estima, concentração, bem-estar, autocontrole, amor, calma, respeito, autoconfiança ou felicidade".

Sinto que isto a acalma imenso, se bem que na primeira vez ela não se concentrava tão bem. Agora está bem melhor.

E tu que és pai/mãe, já experimentaste praticar meditação com os teus filhos? Como correu?

Foto: Wook

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Pensamento/Lema da semana #251


"Organizar-se dá trabalho?
(...) o que realmente dá trabalho é ter uma vida desorganizada
e nunca conseguir lembrar-se de nada,
ou passar horas à procura de algo perdido.
Realmente, isso dá um trabalhão!"
Thais Godinho

Foto: Thomas Huang

sexta-feira, 24 de julho de 2015

As lições dos meus 35 anos de vida

Hoje faço 35 anos e esta é a ocasião perfeita para uma reflexão. Para ponderar sobre o que fui, o que sou e para onde quero ir.

Tenho mudado muito nos últimos anos. A minha forma de pensar, o conhecimento que fiz de mim mesma, o desejo de evolução, de me tornar um ser humano melhor. E isso é bom, por isso sinto-me grata por todo o conhecimento que os 35 anos me trouxeram.

Aprendi...

... a definir as minhas prioridades e a viver cada vez mais em função delas, deixei de viver ao sabor da corrente;

... a olhar para a vida como um todo e a relativizar as coisas (o que agora é um drama, será que vai ter importância daqui a uns anos?);

... a agir activamente em prol dos meus sonhos (traço objectivos a curto, médio e longo prazo e realizo tarefas diárias em prol dos mesmos) - até porque a felicidade não está somente nas metas, mas no caminho para as alcançar;

... a ser mais espiritual sem estar necessariamente associada a uma religião (acredito muito em Deus, leio textos sagrados e faço orações, mas não acredito propriamente em religiões);

... que ainda tenho muito a aprender e é isso que dá sentido à vida (por exemplo as citações que faço, são sempre excertos de algum livro que ando ler, são ensinamentos que considero importantes);

... que os livros conseguem ser os meus melhores amigos (dão-me ensinamentos que melhoram a minha vida, motivam-me a agir e fazem-me evoluir enquanto ser humano);

... que a blogosfera é uma extraordinária fonte de partilha e de aprendizagens e, definitivamente, só me faz bem (sinto que não teria feito este crescimento pessoal, se não fizesse parte da blogosfera);

... a descartar o medíocre e a afastar-me da maldade sempre que possível (não tenho a mínima paciência para conversas de mal-dizer, nem para a arrogância de pessoas que não procuram evoluir mas agem como se já soubessem tudo e afasto-me claramente de pessoas que me fazem mal... quero uma vida mais pacífica);

... a levar uma vida mais saudável e mais amiga do ambiente (ando a testar receitas mais saudáveis,  tento optar por produtos bio e, em termos de limpeza, utilizo produtos amigos do ambiente);

... que preciso de ter um tempo só para mim durante o dia (esses minutinhos são essenciais para manter o equilíbrio, para relaxar do stress do dia-a-dia);

... a descartar o que está em excesso (tralha física, mental e até social);

... a apreciar muito mais as pequenas coisas (o sorriso dos meus filhos, o carinho do meu marido, o nascer do sol, um bom livro, uma viagem em família, as flores da minha varanda... são tantas as possibilidades);

... que o meu contributo, por menor que seja, é importante para a sociedade (daí a minha citação preferida ser a da Madre Teresa "O que eu faço, é uma gota no meio do oceano. Mas sem ela, o oceano será menor.").

Contudo, entre outras coisas, tenho consciência de que devo de evoluir nos seguintes aspectos...

... tenho de aceitar-me melhor (é que com frequência estou a colocar defeitos em mim mesma... do tipo: "bolas, estou a ficar com celulite" ou "não gosto do meu cabelo" ou "talvez devesse ter uma vida «mais social», mas não tenho paciência"). Sinceramente tenho de começar a melhorar o que puder e o que faz parte da minha personalidade, aceitar e pronto. Porque não há mal nisso;

...a pôr o perfeccionismo de lado, que é algo que me faz perder tempo precioso e não contribui em nada para ser feliz. Em outras palavras, devo dar o meu melhor, mas sem cair em exageros e sem me penitenciar quando não fiz tudo o que queria (provavelmente, fiz tudo o possível);

... a cuidar mais de mim (praticando mais exercício, indo uma ou outra vez ao cabeleireiro, vendo se está tudo bem com a minha saúde). Normalmente, nunca considero estes aspectos uma prioridade e deixo-os sempre para último.

««»»

Em suma, tenho muito a evoluir, mas sinto-me grata pela caminhada que fiz até agora. O mais interessante é que sinto que quanto mais aprendo, mais vontade tenho de aprender. 

Estou curiosa por ver o que aí vem. Mas posso dizer, que hoje sou mais feliz do que quando comecei esta jornada.

Só quero acrescentar mais uma coisa... OBRIGADA por me acompanharem!

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Opinião - Livro "Arrume a Sua Casa, Arrume a Sua Vida" de Marie Kondo

Se lês este blog, deves ter percebido que ando a fazer um "destralhamento total da casa". É o segundo que faço, pois há uns anos não fui tão longe quanto devia e também não tinha os conhecimentos que tenho hoje (lá está, a vida é uma eterna aprendizagem).

Quase no início do processo, comprei o livro "Arrume a Sua Casa, Arrume a Sua Vida" da japonesa Marie Kondo (autora do método KonMari). Adaptei as ideias que me pareciam correctas e rejeitei o que não se adequava à minha vida. De qualquer modo considero-o uma excelente fonte de motivação para quem pretende destralhar.

Em traços gerais, o método da autora sugere o seguinte:

1- Faz um destralhamento radical, de uma só vez - A autora considera que para a casa não voltar a ficar cheia de tralha, devemos fazer um único destralhamento radical. Que se fizermos um pouco cada dia, andaremos sempre a arrumar e desmotivamos. Refere ainda que este método não deve ser alterado para adaptá-lo à nossa personalidade.

Aqui entrei logo em choque com a autora (felizmente continuei a leitura, pois o livro tem muito boas ideias, valendo realmente a pena):

a) Em primeiro lugar, soa um pouco a falta de humildade pensar que o seu método é o único que resulta para todas as pessoas. Continuo a pensar que cada um deve escolher o que melhor funciona para si, e não tem de ser necessariamente o método KonMari.
b) Pode ser fantástico fazer um destralhamento radical, mas nem todas as pessoas têm essa possibilidade. Há que convir que, por exemplo uma pessoa solteira que vive num apartamento com poucos objectos, pode ter bem mais facilidade do que uma família com 3 filhos e anos de tralha acumulados. Para além disso, a maioria das pessoas trabalha fora de casa, pelo que fica dependente das férias ou dos fins-de-semana para o fazer e, no meio disso, ainda tem de dar atenção aos filhos, cozinhar etc. Por isso, considero que não há nada de errado em fazer aos pouquinhos. É preferível ir devagar e fazer, do que estar à espera do dia para o destralhamento radical, que pode nunca chegar.
c) A autora fala que, segundo a sua experiência, quando é feito um pouco em cada dia as pessoas desmotivam. Pois, provavelmente, e é a minha mera opinião, não estão a utilizar técnicas de motivação (e digo técnicas que não surgem de uma mera opinião, mas antes que foram comprovadas cientificamente - já as referi neste post). Por exemplo no meu caso, os incentivos funcionam. Vou lendo um pouquinho de um livro sobre organização, ou algo sobre o tema na Internet e, logo de seguida, fico motivada para destralhar.

2 - Destralha por categorias, não por local - A ideia é que quando destralhamos por assoalhadas, tendemos a esquecer objectos da mesma categoria que estão noutros lugares. Assim, ao não vermos o «todo», podemos não ter noção dos excessos que temos. No meu caso estou a organizar, não por assoalhadas, mas por áreas menores. Mas acho esta técnica de organizar por categorias fantástica.

Por exemplo quando cheguei a uma área onde havia medicamentos, resolvi ir buscar todos os medicamentos que haviam em casa e destralhei tudo de uma só vez. Em consequência, por vezes consigo fazer mais do que uma área por dia. E sim, ficamos com uma noção muito maior dos excessos, do que precisamos manter e do que podemos deixar ir.

3 - Organiza segundo uma ordem específica - De acordo com a autora devemos organizar pela seguinte ordem:
1.º Roupa;
2.º Livros;
3.º Papéis;
4.º Komono (objectos variados);
5.º Coisas com valor sentimental.

A ideia é começar por objectos que sejam mais fáceis de destralhar e deixar os mais difíceis para o fim. Isto torna o processo mais rápido, uma vez que à medida que vamos destralhando vamos aprimorando a capacidade de nos desapegarmos das coisas. No final, isso facilita bastante, quando tivermos de lidar com objectos de valor sentimental.

4 - Mantém só que te traz alegria - A ideia é olharmos para cada objecto, um a um, e questionarmo-nos se o mesmo nos traz alegria. Se trouxer fica. Agora aquelas roupas que sabemos que não vamos usar, aquele livro que não é tão interessante e continuamos a adiar a leitura... tudo isso vai.

Aqui concordo em parte com a autora, pois devemos realmente escolher os objectos que nos fazem sentir bem, que nos trazem alguma felicidade. Mas eu acrescentaria que também devemos deixar ficar os objectos realmente necessários (mas que podem ou não trazer-nos alegria). Por exemplo a minha pasta de dentes pode não ser uma fonte de alegria, no entanto preciso dela para manter os dentes limpos. Logo, tem de ficar.

5 - Sente gratidão pelos objectos que estás a deixar ir - A ideia é sentir-mo-nos gratos pelos objectos que tiramos da nossa vida, pois cumpriram um importante papel. Ou já nos deram alegria no passado ou simplesmente deram-nos lições sobre o que não gostamos, o que não nos assenta bem, o que não tem a ver com a nossa personalidade, etc.

6 - Destralha primeiro, organiza depois - Isto é importante, para não atrapalhar o processo, pois às tantas acabas por não deitar fora tudo o que precisas e começas a organizar tralha. Assim, destralha primeiro e só depois deves pensar em organizar o que sobrou.

7 - Trata bem os teus objectos - A autora diz que, no que respeita aos objectos que sobraram, devemos fazê-los sentir-se amados e apreciados. Chega a referir que devemos agradecer verbalmente pelo papel que cumpriram ao longo do dia (ok, esta parte faz-me um bocadinho de confusão). Mas creio que a principal ideia é a de que precisamos de cuidar bem dos nossos objectos, para que estes durem e continuem a dar-nos alegria.

Devo dizer que a minha parte favorita do livro são as ideias que ela dá para arrumação dos objectos, após o destralhe. Foi ela que me inspirou por exemplo, a dobrar algumas das minhas roupas na vertical (como se pode ver neste post).

 ««»» 

Em suma, considero o livro bastante inspirador. Quando o lês, dá-te uma vontade enorme de começares a organizar a casa (lá está, para mim funciona como técnica de motivação). E mesmo discordando de algumas ideias da autora, acho que tem óptimas sugestões para melhorar as nossas vidas.

E tu, já leste este livro? Qual a tua opinião?

Foto: Wook

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Pensamento/Lema da semana #250


"(...) existe uma pergunta que todos nós devemos fazer, sempre que começamos qualquer coisa.
A pergunta é a seguinte:
«Para que tenho eu de fazer isto?»"
Paulo Coelho

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