quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

O mau hábito de julgar o físico dos outros


Há dias subia as escadas, juntamente com um vizinho. O Sr. J. é um senhor com os seus 80 e poucos anos, habitualmente bem disposto. Mas, por vezes desabafa uma ou outra coisa menos boa. Foi o que aconteceu naquele dia. 

Por um lado estava contente, por finalmente ter encontrado o aparelho auditivo que gostava - sim, porque o Sr. J. é um bocado surdo. Como muitas pessoas com este problema, até ouve os sons, mas por vezes não os consegue distinguir. Tem dificuldade em perceber certas palavras. Quando a coisa começou a ficar complicada, procurou ajuda e, por agora, está bastante satisfeito.

O que o chateou foi a quantidade de comentários de uma certa pessoa. Por serem próximos, via-a com frequência, e sempre que perante um som mais abafado ele perguntava "O quê?", ela dizia-lhe: "Ena... mas tu não consegues ouvir?". Mesmo que só um dia se passasse, se se voltassem a encontrar, invariavelmente ela dizia-lhe "Ehhh... tu estás mesmo surdo!...". Isto repetia-se dezenas de vezes (e a pessoa em questão não tem qualquer problema de demência que a faça esquecer das coisas... é mesmo feitio). Até que um dia ele ganhou coragem e lhe disse: "Mas já me perguntaste isso tantas vezes e ainda não percebeste que tenho um problema auditivo? Agradeço que não estejas sempre a mostrar-te surpresa pela situação, quando já sabes o que se passa e até sabes que já procurei ajuda." Só aí os comentários acabaram...

Recordo-me também de um tio, que andava a perder o cabelo. Pois sempre que se cruzava com alguns conhecidos, diziam-lhe: "Ena pá... estás mesmo a ficar careca." Até que um dia se fartou e começou a dizer: "Obrigada pelo reparo, mas eu também tenho espelhos em casa!". Só aí o deixaram em paz.

Numa outra ocasião, assisti a uma cena deplorável. Tinha para aí uns 11 anos e era amiga da F., uma menina com pele escura. Certo dia, ela estava no autocarro que seguiria para a sua terra. Não é que um grupo de miúdos se juntou e começaram aos gritos: "Preta, preta, preta...!". Doeu-me o coração pela minha querida F. e fiquei indignada com tanta estupidez. De nada valeram as minhas reclamações. Eu era uma e eles eram muitos. Mas esta mania de criticar a diversidade... Na minha opinião, é justamente isso que dá graça ao mundo. Se todos tivéssemos o mesmo tamanho, o mesmo tom de pele, a mesma cor de olhos... que graça teria? Porquê inferiorizar quem não se enquadra em determinado padrão... até porque os padrões mudam consoante a época, a região... enfim!

Eu própria sinto que adquiri algumas inseguranças, graças aos comentários de alguns familiares (só familiares, porque jamais os amigos ou colegas fizeram comentários do género).

A altura dos meus familiares é muito dispare. Se por um lado a minha avó materna só tinha 1,46 m, do lado paterno tenho familiares com quase 2 m. Ainda em criança, eu crescia bastante. Tinha uma prima apenas uns meses mais nova e eu era mais de 10 cm mais alta que ela. Pois havia familiares que sempre que me encontravam me diziam: "Tu estás muito alta... olha a tua prima ao pé de ti... vais acabar alta como os teus outros primos." Até parece que ser mais alto era algo terrivelmente mau. Sinceramente, cheguei a ter medo de crescer muito... E os meus desejos concretizaram-se. Parei de crescer muito cedo e, na verdade, até fiquei baixinha (com 1,58 cm).

Entretanto, já na adolescência os julgamentos continuaram, só mudaram de tema. Na altura, por mais que comesse não conseguia engordar. Isso não me chateava muito, até que uma tia (curiosamente com excesso de peso), passava a vida a criticar-me. Sempre que se encontrava comigo, ela dizia coisas como: "Credo, estás tão magra...", "Qualquer dia o vento leva-te...", " Se tu estivesses de lado, nem te via...". Isto só servia para baixar a minha auto-estima. Mas apesar do baixo peso (pesava 40 kg), agora vejo que as minhas medidas não eram nada más (encontrei um registo com as medidas da época: 88-58-87). Entretanto já tenho peso normal. Mas na altura, quando ia ao espelho, sentia-me a pior das criaturas.

Recordo-me que uma prima mais velha também tinha esse hábito. Quando me encontrava fazia comentários do género "O teu cabelo está estranho, porque o usas tão comprido?" (ela sempre o usou curto), ou então se eu tinha o azar de ter uma borbulha "O que é isso na tua testa?" (como se ela fosse muito burra e eu tivesse de lhe explicar o que era uma borbulha).

Enfim, parece que não, mas estas coisas deixam marca. Eu que habitualmente não me julgava, comecei a pensar que se calhar tinha algum problema... Mas felizmente cresci e deixei de ouvir quem não tem críticas construtivas. Ah! E quanto à minha tia (porque era mesmo um abuso, a quantidade de criticas que ela fazia à minha magreza), disse-lhe o seguinte: ou ela parava de comentar o meu peso, ou deixava de lhe falar. Ela respondeu-me: "Ai, não pensava que ficavas tão ofendida..." (a sério, ainda se fez de vítima!). Mas pelo menos, nunca mais me chateou. E eu jamais fiz um comentário que fosse ao peso dela.

Claro que há comentários de genuína preocupação com a saúde/bem-estar do outro e de crítica construtiva. Esses comentários podem e, por vezes, até devem ser ditos a quem mais amamos (mas o que dizemos e como o fazemos faz toda a diferença).

Contudo, infelizmente muitos julgamentos são pura falta de educação e uma demonstração de desrespeito pela diversidade (basta espreitar as redes sociais, para perceber a quantidade de críticas, especialmente aos corpos das mulheres).

Mas para quem tem o hábito de julgar os outros, gostava que parasse um pouco e reflectisse no seguinte:

- Coloca-te no lugar da outra pessoa. Como é que achas que ela se vai sentir após ouvir o teu comentário?

- Se achas que ela se vai sentir mal, porque comentas, mesmo tendo consciência disso? Tens prazer em fazer a outra pessoa sentir-se mal?

- A tua crítica é realmente construtiva? Achas que vais ajudar a outra pessoa?

- A forma como dizes as coisas, é motivadora? Achas que é assim que consegues que a pessoa tenha vontade de melhorar?

- Tens confiança suficiente para lhe dizer isso? Conheces todos os ângulos da situação?

- Nos vossos encontros o que prevalece? Conversas animadoras, ou não resistes a fazer um ou outro julgamento?

- Será que os teus julgamentos não reflectem antes uma fraqueza tua? Será que fazendo o outro se sentir mal, tu no fundo sentes prazer? E isso, faz-te sentir melhor - talvez até num patamar superior?

- Ou será que isto não passa de um mau hábito aprendido, pelas circunstâncias da tua vida? No fundo podes nem ter bem consciência do quanto magoas os outros. Quando dás por ti já estás a julgar. Mas parar para tomar consciência das próprias acções pode ser o primeiro passo para a mudança. Até porque ninguém gosta de ter por perto pessoas que as julguem constantemente...

Agora, se tu és vítima desses julgamentos:

Não permitas que comentários despropositados de outras pessoas 
afectem a tua tranquilidade.

Como conseguir isso? Sugiro-te 3 caminhos:

① Aprendendo a lidar com as críticas (para isso lê este post); 

② Melhorando a tua auto-estima (este post pode ajudar):

③ Apostando no teu desenvolvimento pessoal e vivendo com propósito

Quando percebes o poder que tens para melhorar, as críticas dos outros só serão úteis se te trouxerem uma lição e se tiverem origem nas pessoas que querem genuinamente o teu bem. O resto... não leves tão a peito.

Foto: trinkien
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terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Os meus objectivos para 2019


Estive um tempo sem escrever Resoluções para o Ano Novo. Mas este ano, resolvi voltar às velhas práticas. Peguei na minha agenda e escrevi aquilo que prendendo alcançar em 2019.

Os meus 5 objectivos
O meu objectivo prioritário, como referi anteriormente, é fazer uma gestão mais eficaz do tempo.  Ainda assim, quero investir noutras áreas. Defini então, 5 objectivos (escolhi só 5, porque temos mais probabilidade de ser bem-sucedidos quando nos focamos em menos objectivos). Ei-los:

1 - Gerir melhor o meu tempo;
2 - Ler mais livros;
3 - Ter uma vida mais saudável;
4 - Prosseguir com a aprendizagem/investigação na área da Psicologia Positiva;
5 - Dedicar-me mais ao blog.

Objectivos gerais e específicos
Visto assim, os objectivos parecem demasiado subjectivos. Mas estes são objectivos gerais. Para cada um deles traço objectivos específicos

Por exemplo, para o primeiro objectivo, o de «gerir melhor o tempo», entre outros, tenho objectivos específicos como:
- Ler o livro "O Método Bullet Journal" de Ryder Carrol (é só um exemplo, tenho outras leituras em mente);
- Criar a minha nova agenda com base no método Bullet Journal (nota: a minha agenda não tem início necessariamente em Janeiro e fim em Dezembro - por ex. a do ano anterior ainda estou a usar, apesar de já me restarem poucas páginas);
- Destralhar e reorganizar a casa (apesar de ter feito um grande destralhe total da casa em 2015, no ano passado acumulei algumas coisas... também quero organizar os espaços de forma mais adequada às minhas necessidades - influência deste livro e do Pinterest!).

Tarefas fáceis de gerir (e de medir)
Entretanto vem a parte divertida: transformar os meus objectivos em acções concretas.

Para isso divido os meus objectivos específicos em tarefas menores, mais fáceis de concretizar. Normalmente, escolho de entre os objectivos, aqueles em que quero investir em determinado mês. Entretanto, defino as tarefas que pretendo realizar a cada semana, para concretizar esses mesmos objectivos. Estas tarefas mais pequenas devem ser fáceis de medir, para conseguir avaliar a minha evolução (verificar se estou a avançar como queria, ou se terei de reajustar as tarefas para que as consiga realizar).

Vamos a dois exemplos concretos.

① No mês de Janeiro, um dos meus objectivos específicos é destralhar e reorganizar a casa. Assim, dividi a casa em áreas menores (1 gaveta, 1 prateleira, etc.) e defini como tarefa semanal «destralhar e organizar 4 áreas da casa»:
  • Semana de 14/01 a 20/01/2019     ☒     ☒     ☒     ⬜       ➡️ inicialmente estes quadradinhos estão em branco, mas à medida que vou realizando as tarefas vou assinalando com uma cruz (x);  ➡️ incluí 4 quadradinhos, porque são 4 as áreas que pretendo organizar/destralhar.

② No que respeita ao objectivo geral «Ler mais livros», um dos objectivos específicos é «definir o n.º de páginas a ler por dia» (o n.º pode variar, consoante o tipo de livro).

Assim, no mês de Janeiro, um dos livros que me propus a ler é  "O Método Bullet Journal" de Ryder Carrol. Para este, a minha meta de leitura é de 30 páginas por dia. Assim, logo pela manhã coloco um post it, 30 páginas à frente daquela em que estou a ler. É essa a meta do dia.

Contudo, este é um dos objectivos no qual não sou muito rígida (porque quero que a leitura continue a ser um prazer e não uma obrigação). Assim, esta meta é só orientadora. Em alguns dias não a atinjo e noutros posso ultrapassá-la. Contudo, o facto de a definir, deixa-me entusiasmada por tentar alcançá-la. Por outro lado, sei de quem lê 50 ou até 100 páginas por dia. Claro que isso depende do tipo de livro, mas também da disponibilidade de cada um. Eu adapto à minha realidade. Para 30 páginas posso ter tempo, para 100... acho difícil. Preciso de definir algo que seja desafiador, mas que saiba ter capacidade para realizar.

Avaliação e anotações especiais
Semanalmente, verifico se consegui concretizar aquilo a que me propus. Nas tarefas a que me proponho na semana seguinte, incluo o que não consegui realizar na semana anterior (se for realmente necessário) e proponho-me a novas tarefas.

Em cada semana, tenho também um espaço para anotar o que considero que está ou pode influenciar o sucesso ou fracasso dos meus objectivos.

Ex.: Na semana em que a minha filha tem testes (costumo ajudá-la nos estudos), tenho dificuldades em escrever no blog. - com base nisto, talvez tenha de programar a escrita para outro horário, fazer posts mais curtos, ou ter posts previamente agendados.

Ex.2: Não consigo limpar e organizar a casa em determinado horário e dia da semana, pois aparecem sempre visitas nessas ocasiões (isto é verídico). - talvez seja caso para programar as limpezas e organizações para outra altura.

Ex.3: Uma amiga sugeriu-me a leitura de determinado livro, sobre felicidade. - irei ler a sinopse do livro e, se achar interessante, incluo-o na minha wishlist de livros. Irei adquiri-lo de acordo com a prioridade que achar conveniente.

Com base na análise dos resultados e nestas anotações, mensalmente revejo a estratégia para alcançar os meus objectivos (poderei ajustar um ponto ou outro). E depois, volto a selecionar os meus objectivos específicos e  a definir as tarefas para o mês seguinte.

««»»

E é isto. Sinto que a escrita me ajuda imenso, tal como a divisão em tarefas bem pequenas - mais fáceis de gerir. Passo a passo, espero alcançar aquilo a que me proponho e, sobretudo, crescer interiormente. Espero que desse lado, também seja assim. Feliz 2019!

Foto: Stock Snap
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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Pensamento/Lema da semana #432


"Não adiemos nada. 
Façamos o balanço diário da nossa vida. 
Àquele que diariamente faz os retoques finais na sua vida 
nunca lhe falta tempo." 
Séneca

Foto: kaboompics
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Pensamento/Lema da semana #431


"Faça de cada decisão 
uma chance para alcançar a felicidade." 
Autor desconhecido

Foto: yumanda
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quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Best of 2018 – Os melhores posts!!


2018 foi para mim um ano de contrastes. Teve um início super-produtivo, em que alcancei uma série de objectivos. Li, pesquisei e escrevi mais. Tinha mais vezes um sorriso no rosto! Entretanto, a partir de Abril, sucederam-se uma série de acontecimentos menos bons, que destabilizaram a minha vida. Agora, já no fim do ano, estou numa fase de «renascimento». Tracei um plano para o ano que aí vem e estou super-motivada para alcançar novos objectivos - sendo que a minha grande meta é a gestão eficaz do tempo.

Ainda assim, 2018 teve uma série de posts  que me deram imenso prazer realizar, tanto na parte da pesquisa, como na escrita. Eis os meus favoritos:

Os melhores posts de 2018: 
1- Estratégias para lidares com o stress - post 1 (o que não resulta), post 2 (o estilo de vida ideal) e post 3 (técnicas de gestão do stress)
2 - Conclusão do desafio "Actividades para a Felicidade" (posts sobre o desafio: o porquê do desafio, instruções, 1.ª semana, 2.ª semana e 3.ª semana)
3 - Como a espiritualidade te pode fazer mais feliz
4 - O dinheiro pode fazer-me mais feliz?
5 - Como posso ser mais feliz?
6 - Shinrin-Yoku, uma terapia anti-stress vinda da Natureza
7 - Como evitar pensar demasiado (ou «ruminar»)
8 - Decoração para lembrar momentos felizes
9 - 70 formas simples de praticar bondade
10 - Evitar o desperdício alimentar - post 1 (O «Registo de Desperdícios») e post 2 (Como evitar o desperdício de alimentos)
11 - Plano para levar uma vida mais ecológica
12 - A minha evolução - desde a criação do blog

Resumo e opinião sobre alguns livros que li: 
Para uma apaixonada por livros como eu, partilho também, os livros de que falei ao longo do ano.

a) Livros que resumi ou sobre os quais dei opinião, individualmente
(«Best of» com os melhores posts de outros anos: 2010, 2011, 2012, 2013, 2014&2015, 2016 e 2017).
(Lista com a totalidade dos livros, sobre os quais fiz um resumo e/ou dei opinião: clica aqui).

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segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Pensamento/Lema da semana #430


"Nós abriremos o livro. 
As suas páginas estão em branco. 
Vamos colocar palavras nele, nós mesmos/as. 
O livro chama-se oportunidade 
e o seu primeiro capítulo 
começa no dia de Ano Novo." 
Edith Pierce

Foto: Conger Design
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quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Book Haul - Os livros do segundo semestre de 2018

Hoje falo de livros. A minha inspiração, a minha paixão. 

Como vem sendo habitual nos book haul's que já fiz, falo dos livros que de alguma forma fizeram parte da minha vida no 2.º semestre de 2018. Falo assim do que li, do que comprei e/ou me foi oferecido. 

Mas confesso que ao contrário do início do ano, em que estava a ler com algum método e isso me estava a fazer super-bem (lia um livro de cada vez e, em média, um por semana), tudo isso mudou. Após vários desequilíbrios na minha vida, voltei a ler vários livros em simultâneo. Em consequência, li menos. A sério, comecei várias coisas que não terminei e, ao invés de sentir só aquela felicidade que a leitura de traz, também senti frustração. Por isso, no próximo ano, quero voltar a ler como fiz no início deste ano. Um livro de cada vez, mas do início ao fim.

Eis a lista de livros deste semestre.

Livros sobre felicidade


✓ The Year of Living Danishly de Helen Russel (jornalista) - A jornalista britânica, correspondente do Guardian, passou a viver na Dinamarca rural. Intrigada com os altos níveis de felicidade dos dinamarqueses, apesar dos longos e escuros Invernos, decidiu descobrir qual era o seu segredo. Para isso, criou um "Projecto de Felicidade". Em cada mês dedicou-se a um tema, analisando assim vários aspectos da vida na Dinamarca: o hygge (como não podia deixar de ser), a educação das crianças, o trabalho e o lazer, o design, os altos impostos, a comida, as tradições...

Eu Cultivo a Felicidade de Nicole Attali (psicóloga, psicoterapeuta e co-fundadora da Universidade Sigmund Freud de Viena) - Este é um livro pequenino (126 páginas), que nos apresenta um método para ser mais feliz. O objectivo deste é que nos libertemos de tudo o que nos impede de avançar e nos faz sofrer. Para isso indica-nos técnicas para superarmos os obstáculos da nossa vida e alcançarmos o bem-estar. Aborda temas como: a auto-estima, a ansiedade, a cólera, a culpa, a inveja, a falta de tempo, o perfeccionismo, a preocupação, o medo do risco, a solidão, a tristeza, as relações com os outros...

✓ O Cérebro Feliz de Dean Burnett (neurocientista, professor na Universidade de Cardiff e autor do blog "Brain Flapping") - O autor analisa a questão da felicidade a partir da investigação realizada pelas neurociências. Dessa forma tenta responder a questões como: De onde vem a felicidade? Porque precisamos tanto dela? Será possível alcançar a felicidade eterna? Existe alguma relação entre o desejo de sermos felizes e o nosso cérebro? O autor combina a investigação sobre a felicidade e o funcionamento do cérebro com entrevistas e contributos de diversas personalidades: especialistas em relações humanas, professores de psicologia, gurus e outros que se dedicam ao tema da felicidade.

Felicidade - Uma Revolução na Economia de Bruno S. Frey (investigador do CREMA e professor de Economia da Universidade de Zurique) - O autor parte da ideia de que a investigação sobre a felicidade pode ser aplicada à economia e até mudá-la substancialmente - nomeadamente ao ter em conta o bem-estar e a satisfação com a vida. Coloca-nos a par da investigação sobre a felicidade, abordando temas como por ex.: como o rendimento, o desemprego e a desigualdade afectam a felicidade; a vida em democracia; o trabalho por conta própria e a satisfação com o trabalho; o trabalho voluntário; o casamento e felicidade; efeitos da televisão na felicidade; integração na teoria económica; a abordagem da satisfação com a vida; políticas de felicidade; a felicidade como revolução na economia.

Outros livros de Psicologia



 O Livro da Psicologia de Vários Autores (da área da Psicologia e Filosofia) - Este livro é uma espécie de «catálogo» das várias teorias da Psicologia... (sim, eu gosto destas coisas!). Fala das raízes da psicologia, passando pela psicologia cognitiva, psicologia do desenvolvimento (etc.), até às teorias mais recentes como a minha «querida» Psicologia Positiva. Fala dos vários autores por detrás das teorias e, inclusive, no fim do livro reúne uma série de biografias. Apesar de não ser muito aprofundado, é bem interessante para se ter uma ideia da evolução da psicologia até aos dias de hoje.

Do Sofrimento à Felicidade de Rossana Appolloni (psicolinguista e psicóloga clínica) - Este livro, apesar de distinto do anterior, aborda igualmente a evolução da Psicologia (eu avisei que gosto disto!). São 17 capítulos que vão desde a «sabedoria antiga» até à Psicologia Positiva. Apesar de não ser um livro com as imagens e esquemas do anterior, aborda os assuntos de forma um pouco mais profunda. Vou destacar alguns dos seus sub-capítulos: as origens da Psicanálise e a Terapia da Fala, a liberdade e a autoridade, a pessoa antes da doença, a vida plena, o processo de mudança, a psicologia humanista e o autoconhecimento, o isolamento e a solidão, a psicoterapia de grupo, Viktor Frankl e a logoterapia, a questão da religião, as psicoterapias cognitivas, as perturbações emocionais, como conseguir uma vida satisfatória, as emoções positivas, a experiência de fluxo e a motivação intrínseca, o que é a felicidade...

Gestão da Emoção de Augusto Cury (psiquiatra, psicoterapeuta e cientista) - Neste livro, o autor leva-nos a identificar o mau uso das emoções e o gasto desnecessário de energia que fazemos ao ruminar em perdas e mágoas, a sofrer pelo futuro, a preocuparmo-nos demasiado com a opinião alheia e a exigirmos demasiado dos outros e de nós mesmos. A ideia é que não esgotemos os recursos da nossa mente. Para isso, apresenta-nos uma série de estratégias para corrigir esses hábitos.

✓ As 10 Melhores Técnicas para Vencer a Ansiedade de Margaret Wenhrenberg (psicóloga clínica) - Neste livro a autora explica como o cérebro se torna ansioso e, ensina uma série de técnicas para gerir a ansiedade. Gosto particularmente, por ser um livro muito prático (estou farta daqueles que só se centram nos sintomas e depois as estratégias são muito superficiais - não é o caso deste livro!). A autora dividiu o livro em 4 partes: compreender o seu cérebro, gerir o corpo ansioso, gerir a mente ansiosa e gerir o comportamento ansioso. Inclui também uma lista de leitura e de recursos que recomenda.

SOS Ansiedade de Enrique Rojas (psiquiatra, professor catedrático de Psiquiatria e Psicologia Médica na Universidade Complutense de Madrid e director do Instituto Español de Investigaciones Psiquiátricas) - Com este livro o autor ajuda-nos a: entender a ansiedade e a perceber se é dela que padecemos ou não; detectar as diferenças entre medo, pânico, fobias e ansiedade;  detectar os sinais de alerta, com foco nos menos óbvios; perceber quais são as terapias possíveis.

Livros de educação e parentalidade positiva


Autoestima para Crianças e Jovens de Pedro Anjos (pediatra, pós-graduado em Psicologia Aplicada a Crianças e Jovens e doutorado em Terapia Familiar)  - Este livro começa por abordar a importância da autoestima na infância e adolescência, a sua origem e desenvolvimento, a sua influência na vida quotidiana e o que provoca o défice de autoestima. Indica-nos também como podemos avaliar a autoestima e propõe-nos uma série de estratégias para a fomentar, tais como: interpretar melhor a realidade, controlar a ansiedade, melhorar as capacidades sociais, melhorar a autoimagem, superar o sentimento de inferioridade, evoluir da timidez à autoestima.

Famílias Felizes sem Segredos de Maria José Núncio (socióloga, professora universitária, mediadora e coach familiar) - Um livro que pretende ajudar-nos a aumentar a felicidade familiar, tendo em conta que não temos famílias perfeitas, mas sim famílias reais que enfrentam desafios no dia-a-dia. Para isso indica-nos uma série de estratégias baseadas no coaching familiar. Inclui testemunhos reais e aborda temas como os seguintes: como enfrentar pais ou sogros metediços; rotinas, rituais e regras para facilitar a vida; identidade familiar; comunicar em família; gestão do tempo; ser família sem deixar de ser casal; o prazer de ser família; etc.

Filho, Presta Atenção da Ana Manta (psicóloga especialista em desenvolvimento infantil) - Num mundo com tanto excesso de estímulos, este livro é uma lufada de ar fresco, ajudando-nos trabalhar a concentração dos mais novos (porque, como diz a autora "a atenção também se treina"). Inclui explicações sobre a atenção e concentração, mas é um livro essencialmente prático. Inclui uma série de técnicas simples e divertidas (funcionam como jogos), que vão variando conforme a idade (desde os bebés até à adolescência). Sim, já experimentei algumas cá em casa.

Livros sobre gestão de tempo



O Método Bullet Journal de Ryder Carrol (criador do método Bullet Journal) - Quero começar 2019, a ler este livro. Sou fã e uso este método há alguns anos, mas nada como aprender com o próprio criador. O Bullet Journal (ou Bujo) é um caderno diferente das agendas normais, pois tu próprio/a o adaptas às tuas necessidades. Serve para organizares a tua vida (anotares as tuas tarefas diárias, os teus objectivos, etc.), mas também como diário (de gratidão ou com outras anotações). O livro inclui também vários esquemas que exemplificam como podemos criar as diversas páginas do Bujo (ex.: índice, registo diário, registo mensal, etc.)

Gestão de Tempo para Mulheres (muito) Ocupadas de Maria José Núncio (socióloga, professora universitária, mediadora e coach familiar) - Um livro que se nota que foi escrito por uma socióloga, pois analisa claramente as dificuldades, pelas quais as mulheres se sentem tão assoberbadas na nossa sociedade. Dá pistas para a raiz do problema e para ir mudando mentalidades. O livro não indica nenhum método específico, traz sim várias estratégias para gerir melhor o tempo em diversos domínios da vida: no trabalho, na organização e limpeza da casa, na preparação de refeições, no tempo em família e na criação de tempo para nós mesmas.

Livros sobre organização doméstica e sobrevivência



Organize a Sua Casa de Paulina Draganja (economista, especialista em organização e arrumação, autora do blog "Förvaringsdrottningen" [A Rainha da Arrumação]) - Segundo a autora o acto de arrumar não transforma apenas um sítio, mas também a vida de quem o preenche. Nesse sentido, este livro apresenta um desafio com 52 projectos, um para cada semana do ano, para remodelar a casa (claro que podemos adaptar os projectos às nossas necessidades!). Como refere a autora: "Terá limpo e organizado, encontrado as melhores soluções de arrumação e criado rotinas sustentáveis a longo prazo para manter a organização da sua casa."

Como Sobreviver a um Terramoto em Portugal de João Pedro George (mestre em sociologia e economia históricas e professor da Universidade Nova de Lisboa) - Um livro bem pequenino, mas super, super-útil! Fala do que poderá acontecer quando a terra voltar a tremer como em 1755 (com base num simulador de cenários sísmicos desenvolvido  pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil). Fala de coisas como: as zonas de maior risco, o tempo entre o terramoto e a chegada do tsunami (é assustador, mas em Sagres no Algarve, deve chegar em apenas 12 minutos!), o que ficará inundado, a qualidade antissísmica das construções (que também é de bradar aos céus!), a possibilidade de contaminação química e biológicas (devido às indústrias afectadas), etc. O cenário é triste, porque se tem apostado pouco na prevenção... Na última parte do livro, é indicado o que devemos fazer antes do terramoto (como preparar a casa, planear a emergência e fazer um kit de emergência), bem como durante o terramoto e o tsunami.

Livro sobre EQM (experiência de quase morte)



✓ Uma Prova do Céu de Eben Alexander (médico neurocirurgião e neuroendocrinologista, cientista e professor na Universidade de Harvard durante 15 anos) - O Dr. Eben contraiu uma espécie rara de meningite e esteve durante 7 dias em morte cerebral. Quando discutiam a hipótese de desligar as máquinas, contra todas as expectativas, o Dr. Eben acordou. Anteriormente cético, negara a existência de Deus e da vida depois da morte durante anos. Contudo, revelou que no período em que esteve em coma esteve um território inexplorado... o da vida após a morte. Conheceu inclusive uma irmã cuja existência desconhecia (isto porque o Dr. Eben é adoptado). Autor de mais de 200 artigos científicos, continua a investigar os segredos do cérebro, mas desta vez com a certeza da existência de vida após a morte.

Livros de História e Nostalgia



✓ A História Secreta do Vaticano de Javier Garcia Blanco (jornalista, formado em História da Arte) - Este é um dos livros que ando a ler de momento. Trata-se de uma análise de alguns factos menos positivos (polémicas, perversões e até crimes) que envolveram os papas da igreja católica desde o apóstolo Pedro até aos dias de hoje. Parece-me que só se foca nos aspectos mais obscuros, passando a ideia de que uma boa parte dos papas agiram mais como monarcas terrenos do que como líderes espirituais. O texto segue uma ordem cronológica e aborda temas como: o que aconteceu a Pedro?; existiu mesmo uma papisa Joana?; as cruzadas; a Inquisição; a dissolução da ordem dos templários; as lendas negras (Torquemada, Bórgia e Médici); a morte misteriosa de João Paulo I; o terceiro segredo de Fátima; lutas internas, golpes e a renúncia de Bento XVI; as profecias (de São Malaquias, Nostradamus, João XXIII...); Francisco, uma nova esperança?, etc.

✓ Os Portugueses de Barry Hatton (jornalista) - Gosto sempre de ler o que «os outros» pensam de nós - apesar deste autor, um jornalista inglês, viver em Portugal desde 1986 e ser casado com uma portuguesa. Fiquei francamente impressionada com a visão clara e realista (para o melhor e o pior) que ele tem dos portugueses. Por vezes fez-me sentir orgulhosa, outras irritada e ainda outras comovida. O livro fala da evolução histórica do país. De coisas como os descobrimentos, as relações com Espanha e Inglaterra, o terramoto de 1755, Salazar, a Revolução dos Cravos, a entrada na UE, etc. Mas tudo é descrito de modo peculiar, pois faz-nos sentir o que lemos - por ex. quando descreve a forma de estar dos portugueses, os seus feitos heróicos e os disparates, a comida boa e os maus governos, as coisas que exasperam qualquer um e a esperança nas novas gerações. Bem interessante!

✓ Os Grandes Mistérios da História do Canal História. - Aborda diversos temas que ainda hoje são um mistério, assim com as investigações que têm sido feitas para os desvendar. Fala de 30 mistérios, entre os quais destaco: os segredos do Stonehenge, Atlântida, o Santo Graal, El Dorado, Titanic, o Triângulo das Bermudas, Tutankhamon, o rei Artur, o assassínio de Robert Kennedy, os manuscritos do mar Morto, o Santo Sudário, o Código Da Vinci, etc. Sei que entretanto, foi publicado um segundo volume que aborda outros mistérios (inclusive o terceiro segredo de Fátima).

D. Manuel II, O Último Rei de Portugal. A vida desconhecida no exílio de Ricardo Mateos Sáinz de Medrano (investigador da história e genealogia das famílias reais europeias, licenciado em Geografia, História, Tradução e Interpretação e Psicologia) - Uma biografia emocionante, que começa com a partida de D. Manuel para o exílio e termina com a história da sua esposa, após a sua morte. Um livro emocionante, em que se percebe o amor e sentido de dever que o último rei tinha por Portugal. A sua tentativa de procurar um propósito de vida, no meio de muitas tristezas e também (verdade seja dita) de algumas frivolidades. Um exemplo inspirador, de como dar a volta apesar das adversidades! Fiquei com muita pena deste rei, cuja forma de pensar talvez estivesse à frente do seu tempo e também por ter morrido tão jovem, de uma morte absolutamente evitável. O livro inclui ainda uma série de fotografias.

Também tive um Pega Monstro. Uma viagem aos anos 90 de Diogo Faro (humorista) - Ok, eu fui uma miúda dos anos 90, pelo que ler este livro, provocou-me um verdadeiro ataque de nostalgia. Fala dos grandes acontecimentos (quase me senti regressar à Expo'98), dos brinquedos, daquilo que víamos nos ecrãs (sim, fui das que chorei a ver o Titanic... eu e a restante sala de cinema), das músicas, do estilo, dos desportos (que emoção quando a selecção portuguesa ganhou o mundial de júniores!), etc. O livro está escrito com algum humor, mas sou sincera, para uma fã da Caderneta de Cromos do Nuno Markl, este não é bem a mesma coisa... (nem tinha de ser, mas uma pessoa acaba por fazer comparações).

Curiosidades da História de Portugal de Ana Margarida Oliveira (especialista em línguas e literaturas modernas) - Um livro muito divertido e cheio de curiosidades sobre a história de Portugal. Se clicares no link do livro, podes espreitar na secção recursos o seu índice (que ainda é extenso). De qualquer forma, podes encontrar resposta a questões como: quantos reis consumaram o casamento? como se curavam as doenças? (Jesus!... nem imaginas...), de que forma é que um surto de piolhos criou uma moda?, o que se comia na corte?, quais foram as leis mais absurdas? (a de determinar o que se podia comer e beber e em que quantidade, a mim, surpreendeu-me), quantos se fizeram passar por D. Sebastião?, quem inspirou a figura da República?, etc.

Livros sobre o futuro



21 Lições para o Séc. XXI de Yuval Noah Harari (historiador, investigador e professor de História do Mundo na Universidade Hebraica de Jerusalém) - O outro livro que ando ler. Fala dos desafios que o futuro nos apresenta. Aborda temas como os problemas que as democracias actuais enfrentam, as consequências da inteligência artificial no mundo do trabalho, a nossa liberdade, a equidade, a religião, a imigração, o terrorismo, a guerra, a educação, etc. Ainda não o li todo, mas parece-me que não fala de desafios ambientais (como é possível?). De qualquer modo, é uma leitura bem interessante!

Livros de receitas



A Alimentação cura Tudo de Mehmet C. Oz (cirurgião cardiovascular, e até recentemente, director do Instituto Cardiovascular do Presbyterian Hospital da Universidade de Columbia, em Nova Iorque, apresentador de TV) - Apesar de ainda não ter lido o livro, dei uma boa espreitadela. Tal como nas outras obras do autor, este escreve de forma intimista, como um médico amigo que está ali para nos ajudar. Relata a informação científica de forma clara e com algum humor. Aborda temas como: como é que a alimentação pode funcionar como remédio (e assim curar o corpo e dar energia) ou pelo contrário, criar o caos no organismo; 5 curas alimentares; como resistir aos desejos e às tentações; o poder emocional das refeições; como normalizar definitivamente o peso; como manter as artérias limpas e um coração forte; como curar o cansaço; como sentir-se melhor perante a dor; como prevenir o declínio cerebral; como sentir-se menos irritadiço e mal-humorado; a alimentação que favorece o sistema imunitário; uma ajuda para os problemas da pele e do cabelo; como melhorar as dificuldades digestivas; plano de 21 dias d'A Alimentação que Cura Tudo. Inclui bastantes receitas na parte final do livro. As fotos são lindíssimas e os esquemas são claros e elucidativos. Dá para perceber que estou ansiosa por lê-lo?

Uma Viagem pela Cozinha Potuguesa (sem autor identificado) - Este livro foi inicialmente editado em Espanha. Gosto particularmente dele por reunir não só as nossas receitas mais tradicionais, mas também por falar da nossa história, da nossa cultura, do que existe de interessante para os turistas visitarem (e comerem!). As imagens do livro são deslumbrantes (espreita as 3 imagens na parte de baixo, na foto acima). Encontra-se dividido por regiões geográficas, mas também inclui sabores portugueses que influenciaram a gastronomia de outros países (ex.: feijoada à brasileira, polvo à São Tomé, frango indiano de Goa...). As receitas tipicamente portuguesas são muitas, mas destaco por ex.: açorda de marisco (na foto acima), francesinha, bacalhau à Zé do Pipo, cozido à minhota, caldeirada à moda de Peniche, sopa da pedra de Almeirim, açorda à Alentejana, guisado de polvo à moda de S. Miguel, pastéis de nata, etc.

Livros infanto-juvenis



Como já tem sido hábito, falo também de alguns livros da minha filha. Ela é uma fã do Harry Potter, pelo que me pediu livros dele. Só tem dois, mas considero-os particularmente especiais, pois contêm ilustrações que captam o encanto da própria história (as imagens à direita, na foto, são exemplo disso).

Harry Potter e a Pedra Filosofal - Edição Ilustrada de J.K. Rowling e ilustração de Jim Kay - Este é o livro que dá início à série. A vida de Harry Potter muda para sempre no dia do seu décimo primeiro aniversário, quando o gigante Rubeus Hagrid lhe entrega uma carta e lhe traz notícias surpreendentes. Harry Potter não é um rapaz vulgar: é um feiticeiro! É entretanto admitido na escola de Howgarts, onde se formam os mais famosos feiticeiros do mundo e onde irá viver aventuras fascinantes.

✓ Harry Potter e a Câmara dos Segredos - Edição Ilustrada de J.K. Rowling e ilustração de Jim Kay - Os dias de Verão com os Dursleys (os únicos familiares vivos de Harry) estavam a tornar-se insuportáveis, pois eles sempre o desprezaram. Não havia maneira de voltar para a sua querida escola de feitiçaria!... Contudo, até esse regresso estava ameaçado, pois Dobby, um elfo doméstico, não cessava de o avisar de que algo terrível o aguardava em Hogwarts... Depois de ser salvo dos terríveis Dursleys por Ron Weasley, num carro voador, Harry passa o resto do verão na «Toca» (a casa dos Weasleys). A vida com esta família é tão rica em distrações mágicas que Harry logo esquece os avisos ansiosos de Dobby. Mas entretanto, num corredor escuro da escola, é encontrada uma sinistra mensagem escrita que parece confirmar as previsões de Dobby, de que coisas terríveis estão para acontecer…
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Espero que tenhas gostado desta lista. E tu, neste semestre leste algum livro que te marcou?
 
Fotos: Mafalda S.
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"A Felicidade é o Caminho" também está aqui:
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