sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Sugestão da semana #39: «gestão de tempo»

São vários os livros que contribuíram para ir mudando a minha vida. Este foi um deles. Trata-se de um guia da Deco Protesto, com o título "Tempo para Tudo - Organização e Gestão Pessoal".

A verdade é que o tempo parece escapar-nos pelos dedos. Contudo, se o gerirmos de forma eficiente, temos mais probabilidade de arranjar uns minutinhos (ou umas horas) para o que mais gostamos, para o que nos faz felizes.

Por vezes é uma questão de organização e de simplificação da nossa vida. E este livro está recheado de boas ideias, para concretizar esses objectivos. É por isso a minha sugestão de leitura, para esta semana.


Aborda temas como: 
- planear e organizar o tempo;
- ideias para simplificar a vida;
- como vencer a fadiga;
- gestão de tempo no trabalho;
- gestão de tempo na vida familiar;
- gestão das finanças pessoais;
 etc.

Tenha tempo para tudo e tenha um final de semana feliz!

Foto: Deco Proteste

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Adolescentes felizes, têm probabilidades de ter mais dinheiro em adultos


A eterna questão: o dinheiro traz felicidade?
A resposta que vários estudos demonstraram: sim, até um certo nível. Acima desse nível já não lhe damos tanto valor, deixando de ser um factor relevante para a  felicidade.
Mas há ainda um outro ponto interessante: a própria felicidade pode atrair dinheiro.

Baralhado? Espero que não. O que interessa aqui é que até um certo nível, o dinheiro pode efectivamente trazer mais felicidade às pessoas.

Num estudo que envolveu 10.000 adolescentes e jovens adultos, investigadores do Reino Unido e da Alemanha, descobriram que os jovens mais felizes tendem a ter salários, pelo menos 10% mais elevados que a média. Já os jovens mais infelizes tendem a receber vencimentos 30% mais baixos que a média. Mesmo no seio da própria família, os irmãos mais felizes tendem a ser mais bem-sucedidos financeiramente, do que os mais deprimidos. Para além disso, a felicidade juvenil faz com que se tornem adultos mais optimistas, extrovertidos e menos propensos a sofrer de neuroses.

Enquanto pais, deveria ser sempre nosso objectivo promover a felicidade dos nossos filhos. E, como vê, esta também pode contribuir para um certo conforto financeiro (que hoje em dia tanto desejaríamos).

Mas não devemos ver este estudo como algo determinista. Se foi um adolescente infeliz, não significa que tenha de esperar sempre o pior. É um facto que esses anos nos influenciam e, se podermos ajudar os nossos filhos a passarem por eles da melhor forma possível, tanto melhor.

Foto: Miguel Angel

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Para onde encaminhar a sua «tralha»?

Como sabem, sou adepta de nos desfazermos daquilo que consideramos «tralha», ou seja, de tudo o que não necessitamos efectivamente.

Mas a verdade, é que o que já não necessitamos pode dar muito jeito a algumas pessoas. Falo de coisas em bom estado e não de objectos danificados, que devem ir direitinhos ao lixo.

Proponho assim, que doem aquilo que  já não precisam a uma Loja Solidária. Existem várias espalhadas pelo país e, se se informarem junto das Câmaras Municipais, da Segurança Social ou de Instituições Sociais, certamente vos indicarão uma. A instituição onde trabalho também tem parceria com uma destas lojas, e é para lá que encaminho as minhas coisas.

O que podem doar?
De tudo um pouco. Desde roupa, a brinquedos, a móveis, a utensílios para a casa, a ajudas técnicas para idosos (cadeiras de rodas, andarilhos, etc.), a produtos para bebés (carrinhos, espreguiçadeiras, etc.)...

Quem vão ajudar?
Pessoas ou famílias carenciadas (cuja situação económica e social é sempre avaliada).

Quanto custarão os produtos?
Na loja social à qual a minha Instituição está associada, são gratuitos. Existem muitos casos assim. Naquelas que cobram um valor, o mesmo é simbólico (por exemplo um par de sapatos a 1,00 €).

De que outra forma podem ajudar?
Divulgando esta iniciativa ao maior número de pessoas (por vezes quem mais precisa, tem vergonha de o assumir, mas assim, já fica a saber onde pode recorrer).

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Se todos dermos um contributo (por menor que seja), estaremos a tornar este mundo num local melhor para se viver. Colaborem!

Foto: Bethan

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Em stress? Experimente o programa S.E.L.F.

Ao longo da vida já experimentei (e continuo a experimentar) períodos de stress intenso. Contudo, existem ferramentas que nos ajudam a acalmar e a enfrentar melhor os obstáculos que enfrentamos. O programa S.E.L.F., desenvolvido pela especialista em stress, Dr.ª Kathleen Hall, poderá ajudar-vos... tal como me ajuda a mim.


O programa S.E.L.F. engloba 4 ferramentas para o ajudarem a superar o stress:
1) Serenity (serenidade) - poderá alcançar este estado através de técnicas de relaxamento, ouvindo sons da Natureza (em CD ou ao vivo), imaginando o melhor futuro possível ou uma paisagem deslumbrante, utilizando afirmações positivas sobre si mesmo (por ex.: "Eu sei que sou capaz. Se me esforçar, tenho todas as hipóteses de superar isto");

2) Exercise (exercício) - o exercício físico poderá aumentar a sua auto-estima, a sensação de controle do seu corpo e da sua saúde, poderá abstraí-lo das suas preocupações e estimula a produção de hormonas relaxantes. Escolha, no entanto, um exercício que vá ao encontro do seu gosto pessoal;

3) Love (amor) - partilhe as suas preocupações com alguém que se preocupa consigo, com o(a) seu(sua) companheiro(a) ou com um(a) amigo(a). Poderá igualmente envolver-se em actividades sociais como sair com os amigos, fazer teatro, fazer caminhadas em grupo, fazer voluntariado... O importante é estar rodeado de influências positivas, e ter um ombro amigo que o anime quando está em baixo;

4) Food (comida) - não se esqueça de tomar o pequeno-almoço antes de sair de casa (começará o dia de forma muito mais energética), escolha alimentos ricos em ómega 3 (combatem o stress e a depressão), vitamina B6 (aumenta os níveis de seretonina e dar-lhe-á uma sensação de calma) e reduza o açúcar (leva a estados de ansiedade e depressão).

Foto: Chris Gin

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Pensamento/Lema da semana #112

"A crítica injusta é frequentemente um cumprimento disfarçado. 
Muitas vezes quer dizer que você despertou ciúme e inveja. 
Lembre-se de que ninguém dá pontapés num cão morto".
Dale Carnegie

Foto: Jes

domingo, 25 de novembro de 2012

O senhor do eterno sorriso

Eis que chega ao fim uma semana meio atribulada. Muito, muito trabalho. Eleição de nova direcção (estou satisfeita com esta parte) e apresentação de orçamento, para além da já habitual correria. Também tive o aniversário do maridinho, que é um querido e que mereceu uma surpresa minha e da Letícia.

Aparte disto, o falecimento de um dos meus utentes deixou-me particularmente triste. Não esperava. Parecia que vendia saúde. Mas um AVC tirou-lhe a vida.

Uma das situações mais difíceis para quem trabalha em lares é ter de lidar com a morte com alguma frequência. Mas confesso, a do Sr. J. custou-me particularmente.

O Sr. J. era uma pessoa maravilhosa, acho que posso dizer que era genuinamente feliz. Não que tivesse tido uma vida fácil, isenta de problemas. Era a sua forma de ver o mundo que me encantava e, por isso, nunca o esquecerei.

Sabem porque acho que era feliz? Vejam só a sua forma de estar na vida:
- Tinha uma dedicação enorme à família (se pudesse todos os dias ia à casa da irmã, também nossa utente). Falava com carinho nos filhos. Era muito comunicativo, adorava conversar com os amigos. O que mais detestava era passar as noites sozinho, uma vez que já estava viúvo;
- Apesar das dificuldades que teve ao longo da vida, concentrava-se sempre no que tinha de bom. Até o futuro não o preocupava muito. Era sem dúvida optimista;
- Era muito activo. Adorava estar no meio da Natureza, trabalhar na sua hortinha. Não havia passeio em que não participasse. E estava sempre pronto para as aulas de ginástica na Instituição;
- Quando havia algum problema, acalmava sempre os ânimos. Parece que reagia a tudo com uma calma... (quem me dera ser assim!). Motivava também os outros, quando estavam mais desanimados. Era impressionante a sua força;
- Tinha um sentido de humor muito apurado. A última conversa que tive com ele, foi ele a contar-me uma piada;
- E havia aquele eterno sorriso, a sua educação e simpatia. Mesmo que estivéssemos tristes, não podíamos deixar de sorrir ao passar por ele. O seu espírito positivo, contagiava-nos com boas emoções.

Fui à capela, profundamente triste. Perguntava-me porquê ele, logo ele que era tão boa pessoa. Quando de repente reparámos (e isto pode soar um pouco mórbido), mesmo sem vida, o Sr. J. tinha um sorriso nos lábios. Nunca tinha visto algo parecido. Não foi impressão minha. Cada funcionária que passava na capela, me vinha dizer "Já reparou que o Sr. J. estava a sorrir?". Talvez o gesto lhe estivesse tão entranhado, que nem no fim da vida deixou de o fazer. Ficou com o seu eterno sorriso.

Passaram alguns dias e agora, mais conformada, penso que talvez tenha sido o melhor para ele. O Sr. J. iria ficar com sequelas e seria uma injustiça vê-lo a definhar aos poucos, numa cama. Para quem tem fé, quem sabe se não está algures a olhar para nós... sorridente.

Até sempre Sr. J. Jamais o esquecerei!...

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Modere o consumo televisivo...

... e quem fala da televisão, fala do computador, do telemóvel e de toda uma série de tecnologias que, por melhor que sejam, nos roubam tempo em família.

Cá em casa, quase todos os dias após o jantar, desligo-me das tecnologias para dedicar tempo à minha filha. Lemos uma história juntas, fazemos jogos, ontem cantámos as músicas de Natal da Barbie... (enquanto o marido se ria dos gestos efusivos que fazíamos).

Eu gosto muito de TV e principalmente da blogosfera. No entanto, acho que não nos devemos dominar pelas novas tecnologias a tal ponto, de não dedicar tempo a conversar, a partilhar serões (bem passados)  em família.

Existem inclusive investigações que indicam que estas tecnologias, são uma das causas pelas quais as crianças hoje em dia têm dificuldades em adiar a satisfação e controlar os seus impulsos consumistas (querem tanto aquele brinquedo da tv, querem já e quando o obtêm, fartam-se depressa...).

Já pensou nisto? Um serão só com vocês... a família?

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Cantinas sociais... uma pequena ajuda

Nunca como agora (e já estou a trabalhar há uns bons anos na área social), vi tanta pobreza à minha volta. 

Custam-me fazer entrevistas para admissão de pessoal, coisa que fazia com a maior das naturalidades. É que de momento as pessoas trazem uma carga emocional às costas, um rosto de desespero, que até a mim me dói ver. O casal que perdeu a casa, marido e esposa desempregados e, pior, sem subsídios de desemprego. Filhos de meia idade, que são ajudados por pais idosos. Pessoas que nitidamente têm carências alimentares. Há muita gente a tentar manter as aparências e depois... desabam a chorar. Como eu gostava de poder ajudar toda gente, como gostava que a situação fosse diferente...

Mas não é, e temos de agir.

Gostava por isso de vos falar da existência das cantinas sociais. Esta é uma medida transitória, criada neste momento de crise. O seu objectivo é assegurar às famílias que mais necessitam, o acesso a refeições diárias, de modo a combater a fome.

As refeições serão confeccionadas em Instituições de Solidariedade Social e a família ou o beneficiário poderá, consoante a sua situação financeira, adquiri-la gratuitamente ou a um preço simbólico que vai até 1,00 €. Normalmente inclui uma sopa, pão, segundo prato e fruta.

Sei que existe muita pobreza envergonhada, mas se conhecerem algum caso, não deixem de lhes dar informação sobre esta medida. Para salvaguardar a privacidade, as refeições são para consumo no domicílio. Não necessitam de estar a comer na própria Instituição.

As pessoas que poderão beneficiar destas refeições são as seguintes:
a) Situações já sob apoio social, desde que o apoio atribuído não seja no âmbito alimentar;
b) Situações recentes de desemprego múltiplo e com despesas fixas com filhos;
c) Famílias/indivíduos, com baixos salários e encargos habitacionais fixos;
d) Famílias/indivíduos, com doença crónica, baixo rendimento e encargos habitacionais fixos;
e) Famílias/indivíduos, com reformas/pensões ou outro tipo de subsídios sociais baixos;
f) Famílias monoparentais, com salários reduzidos, encargos habitacionais fixos e despesas fixas com filhos;
g) Situações de emergência temporária, tais como incêndio, despejo ou doença, entre outras.

Mas atenção, que não podem beneficiar as seguintes pessoas:
a) Utentes da instituição que já beneficiem de alimentação e/ou refeições, por via da frequência de qualquer outra resposta social em que se encontram inscritos;
b) Pessoas que já sejam apoiadas por qualquer outra via ao nível da alimentação (como por exemplo: banco alimentar, cantina social, distribuição directa de alimentos a sem-abrigo, entre outras).

Mais uma coisa. Para pedir este auxílio, podem dirigir-se directamente às Instituições de Solidariedade Social, à Segurança Social e às Autarquias.

Agora uma palavra de ânimo. Sei o quão difícil está a ser esta crise, mas a história comprova que, mesmo que demore, todas as crises passam. Sinto-o na pele, pois a empresa do meu marido enfrenta grandes dificuldades e vejo-o todos os dias nas pessoas que chegam até mim. Mas temos de ir à luta por nós mesmos e ajudar quem mais precisa. Aproveito para lhe relembrar um post que escrevi em tempos, para o ajudar a ultrapassar os momentos difíceis. E esperança, que melhores dias virão.

Foto: ulterior epicure

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Pensamento/Lema da semana #111






"Quando somos bons para os próximos, somos melhores para nós mesmos."
Dale Carnegie






Foto: Fadzly Mubin

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Sugestão da semana #38: «decidir perdoar»

"(...) agarrarmo-nos à amargura ou ao ódio
provoca-nos mais danos a nós
do que ao objecto do nosso ódio".
Sonja Lyubomirsky

De todas as sugestões para a felicidade que aqui tenho apresentado, esta é sem dúvida das mais difíceis de implementar. E falo em meu próprio nome.

Em tempos fui muito magoada por algumas pessoas da minha própria família. Não posso mudar o que aconteceu, mas quero ultrapassar essa situação. E se passou por algo semelhante, convido-o a fazer o mesmo.

O objectivo de perdoar, ao contrário do que possa pensar, é para o beneficiar a si e não a pessoa que o feriu. Trata-se de deixar de ser controlado pela miríade de emoções negativas que advêm do acontecimento que o magoou. Trata-se de uma tentativa de reinterpretar o que aconteceu, de aceitar os erros e imperfeições humanas e de modificar os seus sentimentos face ao agressor. Trata-se de se livrar de sentimentos de vingança, de substituir a cólera pela paz mental.

Pode parecer estranho o que vou escrever, mas perdoar não significa necessariamente que tem de esquecer o que aconteceu, que tenha de aceitar tal comportamento, que tenha de desculpar essa acção ou absolver a pessoa, ou que tenha de passar a conviver com o agressor. Perdoar tem mais a ver com aceitar que não pode mudar o que aconteceu, mas que pode superar e ter uma vida mais plena e feliz.

Para já, gostaria que fosse buscar um caderno e que respondesse por escrito, e com toda a sinceridade, às seguintes questões:
- O que aconteceu que o magoou tanto?
- Quem o magoou?
- Como se sentiu?
- Como exprimiu os seus sentimentos (ou será que os guardou para si)?
- Pensa com muita frequência naquilo que se passou?
- A sua raiva afectou a sua vida de alguma forma (na saúde, na produtividade no trabalho, nas relações com a família...)?
- Costuma comparar a sua situação com a da pessoa que o magoou?
- Este acontecimento mudou a sua vida de forma permanente?
- Este acontecimento mudou a forma como vê o mundo e as outras pessoas?
- Sente desejos de vingança?
- Bem lá no íntimo, deseja que essa pessoa sofra e seja infeliz?
- Sente-se descontrolado (mesmo que não o demonstre), quando se cruza com essa pessoa?
- Mantém a maior distância possível dessa pessoa?

A ideia é perceber como este assunto ainda o afecta. E, acredite, pode estar a afectá-lo mais a si, do que a quem o ofendeu.

Para além disso, se se sente mal, este exercício pretende demonstrar-lhe o seguinte:
- o que fez até agora não está a resultar, por isso tem de mudar de estratégia;
- que para seguir em frente, deverá, por sua iniciativa, iniciar um processo de perdão. Estará disposto a isso?

E para já, o objectivo era mesmo incentivá-lo a optar pelo caminho do perdão. Os exercícios para consegui-lo serão descritos noutros posts, pois como disse inicialmente, este não é um tema fácil e leva o seu tempo a alcançar resultados. Mas vale a pena!

Pondere nesta decisão e tenha um final de semana feliz!

Foto: Mafalda S.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Organizando o quarto da minha filha

Os brinquedos da minha filha andavam numa confusão que só visto. Muito culpa minha, diga-se. Comprei umas caixas de organização, mas não tinham qualquer identificação e a Letícia colocava os brinquedos na primeira que encontrava. Conclusão: umas caixas já nem fechavam, e depois não conseguia encontrar o brinquedo que tanto queria.

No Sábado, a Letícia teve a "importante tarefa" (que ela gosta que eu lhe diga estas coisas), de separar todos os brinquedos dela por categorias. Reuniu num montinho as barbies e os seus acessórios, noutro os legos e jogos e daí por diante. Ela ia categorizando, eu ia dando uma ajudinha, tudo no meio de muita brincadeira. Bem... houve um grupo de brinquedos que não sabíamos muito bem onde os guardar e acabamos por colocá-los numa caixa com o simples título de "outros brinquedos".

Depois disto criei umas etiquetas no computador, com as imagens escolhidas pela Letícia. Ao lado está uma foto, com mais detalhe.

Aproveitámos o espaço debaixo da cama para as guardar. Sempre que precisar de um brinquedo destes, basta puxar uma caixinha (que vem munida de rodinhas e tudo).

Quanto aos brinquedos mais infantis (de bebés, como ela lhes chama), foram guardados no sótão (para o caso de um dia voltar a ser mamã...). Já os brinquedos danificados, foram direitinhos ao lixo.

Como já devem ter reparado, não gosto mesmo do excesso de objectos (apesar de por vezes, abundarem cá por casa). Adoro por isso móveis que dão para aproveitar todos os espacinhos para organização. 

Reparem só na secretária da Letícia. Este é o seu aspecto habitual:







Mas se abrirmos a parte central... lá está o espaço onde guardámos as suas canetas, lápis, réguas...

E foi assim o Sábado. Muito divertimento, mas com o intuito de explicar à minha filha que cada objecto deve ter um sítio especial para ser guardado

Se quiser conhecer outras dicas para ensinar os miúdos a organizarem os seus brinquedos, espreite este post.

Fotos: Mafalda S.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

20 Coisas sobre mim

Eu, com o meu mais que tudo,
há uns anitos atrás
Seguindo o exemplo da “Inspiração Inesperada” (um blog de decoração com ideias fantásticas para a casa, ou simplesmente para nos deixar a sonhar), resolvi partilhar convosco 20 coisas sobre mim e a minha vida:

1. Tenho 32 anos… para quem não sabe. 

2. Há uns anos era uma espécie de Workaholic sempre em stress, pessimista e sem tempo para ser feliz. Foi preciso ficar grávida para querer mudar de vida. 

3. A família é a minha maior fonte de felicidade. 

4. Adoro viajar e ando sempre de máquina fotográfica na mão (e raramente a empresto para alguém tirar fotos... ah, feitiozinho!).

5. Delicio-me com um bom capuccino. Reconforta-me a alma, principalmente em dias frios.

6. Se é para experimentar comida de outros países… lá estou eu (só não gosto de comida muito picante). Se tivesse de eleger, colocaria a portuguesa e a asiática como as melhores do mundo. 

7. Na televisão gosto de documentários e… sou uma perdida por programas de culinária e de viagens. Ah! Também gosto de séries como o CSI. 

8. Já cantei em casas de fado. 

9.  Já escrevi um livro, uma Biografia de um senhor ligado à área da solidariedade social.

10. Sou directora numa Santa Casa da Misericórdia, o meu trabalho é junto de idosos. 

11. Depois da minha mãe ter falecido de cancro, passei por uma depressão. Consegui lutar, reaprender a viver e hoje sou outra. 

12. Estou farta desta crise económica, e creio que se o governo quisesse fazer um pacote mais perfeito anti-felicidade, não conseguiria. Já se esmerou nesse trabalho. 

13. Mesmo assim, sou optimista. O meu objectivo é agir e incentivar quem está à minha volta a realizar acções concretas, em prol de um mundo melhor. 

14. Sou fã da simplicidade, mas não gosto de me categorizar como minimalista. Na decoração adoro elementos naturais (pedra, madeira, plantas), étnicos, e alguns detalhes que reflictam a minha personalidade e evoquem as minhas memórias felizes. Tudo sem excessos.

15. Sou uma friorenta do caraças (desculpem lá a expressão). O Verão é, sem sombra de dúvida, a minha estação favorita.

16. Não consigo adormecer se não ler antes. E costumo ler vários livros em simultâneo. A escolha da leitura para determinado dia, depende do meu estado de espírito. 

17. Escrevo diários para aí desde os meus 8 anos (comecei com o livro “A minha agenda” – quem não se lembra?). 

18. A cada dia que passa, tempo implementar algo na minha vida, que penso que a vai melhorar. Sou uma viciada no meu próprio desenvolvimento pessoal. 

19. De vez em quando também desanimo, irrito-me com as coisas, fico triste e erro. Mas não me chateio por isso. Faz parte da vida, o importante é melhorar e isso eu bem que tento. 

20. Vivo no interior do país, numa cidade bem arranjada e sou abençoada com uma vista maravilhosa. Contudo, amo Sintra de paixão (acho-a tão romântica) e adoro o mar Algarvio (a temperatura da água e do ar é extremamente agradável)… ai, ai… saudades destes lugares! 

E assim sou eu…

P.S. Tal como a "Inspiração Inesperada" também gostava de saber 20 coisas sobre vocês. Quem quiser participar, agradeço que me avise, que eu estou curiosa com as vossas respostas.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Pensamento/Lema da semana #110




"Ensina a uma criança 
o caminho que deve seguir
e, quando for grande, 
não se há-de afastar dele
Bíblia, Provérbios 22:6








sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Sugestão da semana #37: «educar para a felicidade»

Quando nos perguntam o que mais desejamos para os nossos filhos, invariavelmente, a resposta é "quero que seja feliz!". O facto é que uma coisa é um desejo nosso, outra é a prática. Na verdade existem algumas técnicas que podemos aplicar no dia-a-dia, para ensinarmos os nossos filhos a serem mais felizes. Há pois que aprendê-las e praticá-las.

Esta semana proponho-vos um livro, que pessoalmente me ajuda bastante, e que aborda estes temas. Tem o sugestivo título de "Educar para a Felicidade" e a sua autora, a Dr.ª Christine Carter, é justamente uma investigadora da felicidade, na Universidade de Berkeley.

Cheio de estratégias práticas, o livro aborda temas como:
- transformar os maus hábitos dos filhos em hábitos positivos;
- motivá-los a desempenharem tarefas chatas mas necessárias;
- ensiná-los a evitar as armadilhas do perfeccionismo;
- levá-los a desenvolver sentimentos como a gratidão e a compaixão;
- ensiná-los a serem optimistas;
- incentivar a sua inteligência emocional;
- ajudá-los a criar hábitos de felicidade;
- ensiná-los a serem auto-disciplinados;
- ensiná-los a desfrutarem do momento presente;
- criar um ambiente feliz.

Inspire-se neste livro e tenha um final de semana feliz!

Foto: Wook

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

A minha rotina matinal

Acredito piamente que se começar o dia com o pé direito, o resto do dia corre-me bem. Tentei por isso criar uma rotina matinal. Eis como começam os meus dias:

- Levanto-me mais ou menos às 6h00m. Pode parecer cedo, mas parece que começo logo o dia com tempo extra para algumas tarefas;

- Verifico na minha "to do list" semanal, o que poderei fazer neste dia;

- Aproveito para ler um pensamento inspirador, para me sentir motivada;

- Tiro a loiça da máquina e estendo roupa, se houver (as minhas máquinas praticamente só funcionam durante a noite, pois tenho a tarifa bi-horária);

- Verifico a ementa do jantar (o meu local de trabalho oferece o almoço) e organizo alguns ingredientes para aquela refeição;

- Tomo o pequeno-almoço nas calmas, enquanto observo o nascer do sol, leio algo interessante ou espreito a blogosfera;

- Agradeço a Deus o que tenho de bom na minha vida, enquanto mentalmente vou visualizando essas coisas. Também imagino e peço a concretização de alguns sonhos;

- Lavo a cara com um gel próprio para o meu tipo de pele e aplico um pouco de creme hidratante;

- Escovo os dentes;

- Às 6h50min levanto a Letícia. Trocamos alguns miminhos entre família e depois o meu marido leva-a para casa do avô (como se levanta cedo, ainda vai meio dorminhoca, pelo que só toma o pequeno-almoço ao chegar lá);

- Visto-me, penteio-me e, só raramente, coloco maquilhagem (até gostava de usar mais, mas ainda não adquiri o hábito... com pena minha);

- Faço as camas;

- Passo pela casa toda, a verificar se há algo fora do sítio. Arrumo um pouquinho;

- Bebo um copo de água;

- Saio de casa por volta das 7h20.

Para já esta é a minha rotina (de vez em quando mudo). O importante é que de momento responde às minhas necessidade e permite-me começar bem o dia.

Pode parecer que estão a faltar aqui umas coisitas. Por exemplo não tomo duche de manhã (sou friorenta de mais para isso), prefiro fazê-lo ao fim de um dia de trabalho. Também já não faço exercícios matinais, prefiro à tardinha.

E vocês? Têm alguma rotina matinal? Fazem alguma coisa de diferente, que considerem útil?

Foto: Altus Wilder

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Como aumentar as suas experiências positivas #2

Como prometido, e na sequência do post de ontem, deixo aqui as restantes estratégias para aumentar as suas experiências positivas.

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15 - Viva o seu propósito de vida
Sabe aquele trabalho que até pagava para fazer? Aquele hobby no qual fica tão compenetrado que se esquece do tempo a passar? Aquele sonho que acalenta alcançar? Essas actividades estão relacionadas com o seu propósito de vida. (Se não souber qual o seu propósito faça este teste).

Uma forma de ter experiências positivas, é envolver-se diariamente em alguma actividade (por menor que seja) relacionada com o seu propósito de vida. Isso dará sentido à sua vida, uma sensação de que é esta a marca que quer deixar no mundo.

16 - Comprometa-se com os seus objectivos 
Vá mudando a sua vida para melhor, aos pouquinhos. Para tal defina objectivos claros a atingir. Se fizer todos os dias uma pequena tarefa para os alcançar, à medida que vai obtendo sucesso, transformar esses resultados em experiências positivas.

17 - Expresse a sua gratidão
Diariamente, faça uma análise da sua vida e vá revendo o que esta tem de bom. Isto fará com que se sinta grato e com que dê mais valor aos aspectos positivos da sua vida.

Poderá escrever um diário de gratidão (comigo não resulta tanto) ou fazer este exercício mentalmente, meditando no que tem de bom. Eu costumo dedicar uns momentos do meu dia, a agradecer a Deus as coisas boas que acontecem na minha vida (ok… e aproveito para pedir umas tantas outras).

18 - Opte por gastar o seu dinheiro em experiências positivas, em vez de em bens materiais
Para além do que é mesmo imprescindível, a satisfação com objectos tende a durar pouco (excepto se estiver relacionada com algum hobby). Já a vivência de experiências positivas, tende a deixar-nos memórias felizes para a vida. 

Ao invés de comprar o último modelo de iPad, que tal fazer umas mini-férias em família? De que acha que se vai recordar daqui a uns anos? Não creio que seja do bem material. Em vez de se transformar num workaholic, para ter mais e mais dinheiro para gastar com a sua família, o que acha que trará mais felicidade? Um pai presente ou mil e um brinquedos e um pai ausente?

19 - Participe em actividades culturais
Quando participamos neste género de actividades (quer através de um hobby como a pintura, quer pela visita a locais de interesse cultural, como o teatro), tendemos a abstrair-nos dos problemas, ficamos mais leves, mais positivos.

20 - Dedique algum tempo a relaxar 
Abrande o ritmo, faça algumas actividades que lhe permitam relaxar. As mesmas poderão tornar-se numa excelente experiência positiva. Faça medicação, receba uma massagem relaxante, tome um banho morno cheio de espuma… (encontra 40 sugestões para relaxar neste post).

21 - Cuide da sua saúde 
Um corpo são é essencial para se sentir mais positivo. Se por um lado, quando estamos bem, quase nem nos lembramos do nosso corpo, a doença pode minar a capacidade para apreciarmos bons momentos.

Pratique exercício físico que vá ao encontro do seu gosto pessoal (uma das actividades mais eficazes para incrementar a felicidade), aumente a sua energia (consulte este post e mais este), controle o stress (recorrendo, por exemplo, às técnicas sugeridas no número anterior) e opte por um regime alimentar promotor de felicidade

22 - Melhore a sua aparência
Comprar uma roupa que lhe assenta bem, fazer um novo corte de cabelo, melhorar o seu aspecto com maquilhagem… tudo isto a(o) fará sentir bem, na medida em que aumentará a sua auto-estima, sentir-se-á bem consigo mesma(o).

23 - Cultive a sua espiritualidade 
São cada vez mais os estudos que indicam que praticar actividades espirituais (que não têm necessariamente de estar relacionadas com uma igreja organizada) faz as pessoas mais felizes.

Acreditar que há algo maior que nós, fazer algo para sermos melhores pessoas e sentir-mo-nos apoiados nos momentos mais difíceis, incrementa as nossas emoções positivas.

24 - Pratique visualização positiva 
Num lugar sossegado e confortável, dedique alguns minutos a imaginar-se a alcançar os seus objectivos. Mas imagine que os alcança hoje. Crie uma imagem mental com todos os detalhes (as sensações, as cores, os cheiros, as reacções das outras pessoas…).

Para além de fazê-lo sentir-se mais optimista, normalmente, as pessoas que praticam esta técnica, têm mais probabilidade de alcançar efectivamente os seus sonhos.

25 - Prove a sua comida favorita
De vez em quando (se o fizesse com demasiada frequência, provavelmente deixaria de apreciar tanto), saboreie a sua comida favorita. Aprecie as cores, o cheiro e sobretudo o sabor. Poderá inclusive colocar uma música ambiente, para tornar a refeição mais agradável. Ah! E de preferência, faça-o em boa companhia.

26 - Ouça as suas músicas preferidas 
Faça uma selecção das suas músicas favoritas. Mas não pode ser uma selecção qualquer. Escolha músicas optimistas, que melhorem o seu estado de espírito. Como que por magia, poderá aliviar a sua mente e melhorar o seu humor.

27 - Entre em contacto com a Natureza 
O arvoredo, as flores, o oceano… as paisagens de cortar a respiração têm o poder de melhorar o nosso estado de espírito. Pode passear nos parques da sua própria cidade ou organizar um passeio a um destino mais longínquo (eu, por exemplo, sou fã incondicional da floresta de Sintra).

28 - Faça pequenas alterações à decoração da sua casa 
Não é necessário envolver-se num projecto muito dispendioso. Por vezes basta alterar alguns pormenores: reciclar um móvel, mudar os objectos de sítio, comprar umas almofadas novas, decorar uma jarra com flores…

29 - Reviva as suas lembranças felizes
Por último, pegue no velho álbum de fotos, assista aos filmes dos seus filhos em bebés, releia momentos felizes no seu diário… Parecerá que está a recuar no tempo e a reviver aqueles momentos bons. Diga lá se não fica com um sorriso no rosto ao ver a primeira roupinha que o seu filho vestiu quando nasceu? E é só um exemplo…

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As sugestões estão dadas. Agora vem a parte que dá trabalho, que é tentar incluir estas actividades no seu dia-a-dia.

Uma forma de começar, é registar algumas actividades na sua agenda. Se conseguir introduzi-las na sua rotina, com o tempo tornar-se-ão um hábito. E se viver mais experiências positivas, acredite que será mais feliz do que é hoje.

Foto: Kicki

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Como aumentar as suas experiências positivas #1

A vida está cheia de experiências positivas. Infelizmente, com o stress do dia-a-dia, por vezes esquecemo-nos de valorizá-las e, pior, colocamo-las em último lugar da nossa lista de prioridades. 

Agora imagine como mudaria a sua vida, se intencionalmente procurasse mais experiências positivas. Mesmo nos tempos difíceis que vivemos, não adie a sua felicidade, pois a vida passa a correr. 

Abaixo proponho-lhe 29 estratégias que poderão aumentar as suas experiências positivas. Vá incluindo algumas, aos poucos, na sua rotina diária até se tornarem um hábito (quando se tratam de actividades, planeie-as na sua agenda, repartindo-as ao longo da semana). 

Viva a vida em todo o seu potencial, seja a versão mais positiva de você mesmo. Está disposto a tentar?

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1 – Leia o seu mantra pessoal ou um pensamento inspirador 
O objectivo é inspirar-se em algo que o motive a agir de forma positiva. Se não tiver nada em mente, poderá inspirar-se no pensamento/lema da semana, que semanalmente publico no blog.

2 – Espero o melhor: acorde todos os dias com a ideia de que algo de maravilhoso pode acontecer 
Esperar o melhor dá exactamente o mesmo trabalho do que esperar o pior, mas com consequências muito mais benéficas para si. Se começar o dia com esta expectativa, tem mais probabilidade de estar aberto às experiências positivas da vida.

3 – Finja que é uma pessoa feliz
Imite as posturas físicas (sorriso no rosto, postura confiante, voz animada...) e os comportamentos das pessoas felizes. Mesmo que tenha de fingir um pouquinho, o seu corpo irá emitir sinais ao cérebro de que está a experimentar dada emoção e isso faz com que seja mais provável de experimentá-la na vida real.

4 - Pense positivo
As pessoas que pensam positivo tendem a ter mais capacidade para apreciar as experiências positivas e têm mais esperança no futuro.

Para pensar positivo, experimente fazer o seguinte:
a) concentre a sua energia naquilo que consegue controlar;
b) pense que as coisas más não duram para sempre;
c) não permita que a adversidade numa área da sua vida influa as outras;
d) experimente analisar os acontecimentos, substituindo pensamentos negativos, por outros equivalentes mas positivos. Por exemplo, em vez de pensar “Tanta dieta para só perder 2 kg”, substitua por “Ao menos já perdi 2kg, se for persistente conseguirei perder pelo menos outros 2”.

Conheça outras sugestões para ser mais optimista lendo este post.

5 - Leia notícias positivas 
É importante manter-se informado sobre o que passa no mundo. Contudo, o excesso de más notícias pode influenciá-lo negativamente. Estará tão revoltado, pessimista e desiludido com o mundo, que a sua capacidade de atenção para o que acontece de bom, é reduzida.

Por isso, informe-se também sobre o que acontece de positivo no mundo. Estas notícias poderão levantar-lhe o ânimo, levá-lo a acreditar que o sucesso é possível e inclusive ensiná-lo, com o exemplo de outras pessoas, como superar dificuldades. Para tal, consulte sites como:
- Boas Notícias - http://www.boasnoticias.pt/
- Agência da Boa Notícia - http://www.boanoticia.org.br/
- Somente Boas Notícias - http://somenteboasnoticias.wordpress.com/
- Happy News - http://www.happynews.com/
- Good News Network - http://www.goodnewsnetwork.org/

6 - Saboreie as alegrias da vida 
Existem momentos perfeitos nas nossas vidas. Concentre a sua atenção nos mesmos, observe-os, valorize-os. Aprecie o nascer do sol, comova-se com o sorriso do seu filho, saboreie aquela refeição de que tanto gosta, relaxe com um bom livro... Todas estas pequenas coisas (e outras referidas neste post) podem transformar-se em experiências positivas, se o souber apreciar. 

7 - Aja diariamente para o seu desenvolvimento pessoal 
A cada novo dia tem oportunidade de melhorar alguma área da sua vida. Busque conhecimento (em livros, sites da Internet, revistas, formações) e aprenda algo de novo e tente pôr em prática.  Com o tempo, o seu desenvolvimento tornar-se-á num vício e uma fonte de experiências agradáveis. 

8 - Sorria e ria mais vezes 
Ao sorrir, o seu organismo irá produzir uma série de drogas naturais que induzem emoções positivas. Se der uma boa gargalhada, ainda aumentará esse efeito. Assista a um filme cómico, esteja com gente bem humorada, leia anedotas, assista a vídeos cómicos no youtube. 

9 - Ajude as pessoas à sua volta a sorrir 
Experimente sorrir genuinamente para alguém, ser simpático, elogiá-lo, dizer-lhe uma palavra gentil, usar do seu sentido de humor. Existem muitas formas de fazer os outros sorrir, e com estes gestos simples pode não só desencadear uma série de emoções positivas nas outras pessoas, como também se sentirá mais feliz. 

10 - Partilhe momentos de afecto com a sua família 
Comece o dia com abraços e beijinhos à(o) sua(seu) companheira(o) e aos seus filhos. Demonstre diariamente quanto os ama e inclua na sua agenda actividades exclusivas com a sua família.  

11 - Dedique tempo às suas relações sociais 
Uma forma de obter experiências positivas é relacionar-se com amigos, familiares e envolver-se na sua comunidade (com os vizinhos, com as pessoas que partilham a mesma fé, com os colegas mais íntimos de trabalho, etc.). Quando as pessoas se sentem ligadas a um grupo e quando têm consciência da importância seu próprio contributo, tendem a sentir-se mais apoiadas e felizes.

12 - Relacione-se com pessoas positivas 
Não perca tempo com quem não o trata bem, mesmo que sejam familiares. Procure desenvolver relações com pessoas que o fazem sorrir e que o apoiam quando está em baixo. As pessoas positivas têm uma energia, que podem influenciar a forma como vê o mundo e como desfruta do seu dia-a-dia.

13 - Pratique actos de bondade
Ajudar alguém é uma forma poderosa de o fazer sentir bem. Alguns estudos indicam inclusive que a felicidade de quem ajuda, consegue ser superior à das pessoas apoiadas.

14 - Envolva-se em actividades que o fazem feliz
Existem uma série de actividades que comprovadamente nos podem fazer mais felizes. Contudo, se umas estratégias funcionam melhor com umas pessoas, outras nem por isso. Se não sabe o que o poderá fazer mais feliz, faça este teste e descubra o que poderá resultar consigo.

Para além disso, não faça sempre a mesma coisa, varie (pode gostar muito de comer lasanha, mas imagine que o fazia a todas as refeições… ao fim de algum tempo, já nem a poderia ver à frente).

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Amanhã deixar-lhe-ei aqui as restantes estratégias. Votos de um dia feliz!

Foto: Mandolin Davis

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Pensamento/Lema da semana #109





"O que faz a vida valer a pena?" 
Mihaly Csikszentmihalyi

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E após a questão que aqui deixo para meditar esta semana, quero dizer que estou de volta à blogosfera. Ainda me sinto um pouco cansada, mas aos poucos, vou melhorando.

Uma semana excelente para todos!


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