terça-feira, 20 de novembro de 2018

O meu grande objectivo para 2019


Este ano, desde Abril, tem sido particularmente complicado. Tenho sentido alguma falta de controlo sobre a minha própria vida. Têm surgido «imprevistos» constantes, que me têm trazido grandes dificuldades na gestão de tempo. Sinto essa falta de equilíbrio - tão imprescindível ao bem-estar.

Decidi por isso, que o meu grande objectivo para 2019, será a gestão de tempo. O objectivo deste ano foi o de levar uma vida mais verde e até tem corrido bem. Planos anteriores também melhoraram a minha vida. Por isso, nada melhor do que me concentrar na maior necessidade do momento: uma gestão eficaz do tempo.

Para começar, vou ler ou reler os principais livros que tenho sobre o assunto. Mesmo que algumas ideias já aplique, é bom relembrá-las. É igualmente positivo descobrir ideias novas, testar coisas que não havia experimentado. A meta é encontrar uma «fórmula», não mágica, mas que se adapte às minhas necessidades, que me permita reencontrar algum equilíbrio.

Os meus «auxiliares» serão estes:


1 - "GTD - Fazer Bem as Coisas" de David Allen - O livro sobre o método do GTD (Getting Things Done). Só li até meio. Contudo, creio que este é o que apresenta em mais detalhe um verdadeiro sistema de gestão de tempo. Ofereceram-me a nova versão deste livro e vou lê-la primeiro, afinal traz algumas melhorias relativamente ao primeiro livro.

2 - "Gestão de Tempo para Mulheres (Muito) Ocupadas" de Maria José Núncio - É a minha leitura actual. A autora, socióloga, explica as razões da falta de tempo das mulheres nos dias de hoje e o que cada um pode fazer para ir mudando mentalidades. Traz diversas dicas para aplicação pessoal. Ok, um pouco básicas, mas úteis, se aplicadas na prática.

3 - "Tempo para Tudo - Organização e Gestão Pessoal" da DECO - Já havia falado deste livro aqui. Apresenta várias ideias para gerir o tempo e simplificar a vida, em diferentes áreas (trabalho, vida familiar, finanças pessoais, etc.).

4 - "O seu Tempo vale Ouro" de Alberto Pena - Este, não li. Mas aborda a gestão de tempo essencialmente da perspectiva da produtividade. Fala de coisas como focalização, método, organização, etc.

5 - "Vida Organizada" de Thaís Godinho - Bem... adorei este livro (falei dele aqui). Neste a autora propõe que reflictamos sobre os objectivos que queremos para a nossa própria vida. Com base nisso, sugere-nos várias técnicas para gerirmos o nosso tempo, de modo a alcançarmos esses mesmos objectivos. De notar que a autora é uma grande defensora do método GTD, pelo que este é várias vezes abordado ao longo do livro. 

6 - "Seja Dona do Seu Tempo" de Christian Barbosa - Escrito por um especialista em Gestão de Tempo e produtividade. Desenvolveu o seu próprio método, a «tríade do tempo», e adaptou-o neste livro às dificuldades sentidas pelas mulheres.

Espero que a mudança comece por aqui, pelos livros. Pelo menos já me sinto motivada!

Fotos: 1.ª StockSnap; 2.ª Mafalda S.
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segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Pensamento/Lema da semana #424


"Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor da pele,
 por sua origem, ou ainda por sua religião. 
Para odiar, as pessoas precisam aprender, 
e se podem aprender a odiar, 
podem ser ensinadas a amar." 
Nelson Mandela

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segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Pensamento/Lema da semana #423


"Aprenda a desfrutar de cada minuto da sua vida. Seja feliz agora. 
Não espere que algo transcendente a si o faça feliz no futuro. 
Pense no quão valioso realmente é o tempo 
que tem de passar ou no trabalho ou com a sua família. 
Todos os minutos deviam ser desfrutados e saboreados." 
Earl Nightingale

Foto: 12019
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terça-feira, 6 de novembro de 2018

Livros - resumos & opiniões

Eis uma lista dos livros sobre os quais dei opinião ou fiz um breve resumo, com respectivos links para os posts.

😃 Felicidade (Psicologia Positiva)
"O Livro do Hygge" de Meik Wiking


🙏 Meditação
"52 meditações para crianças" de Susana Guerreiro
👪 Educação e Parentalidade Positiva

⏰ Gestão de Tempo
"Tempo para Tudo - Organização e Gestão Pessoal" da Deco Protesto

 📝 Destralhe e organização
💉Saúde
"Anti Cancro" de David Servan-Schreiber
"Costas Saudáveis" de Suzanne Martin
"Vencer a Depressão com a Psicologia Positiva" de Miriam Akhtar

🌸 Espiritualidade
"Liberta-te de Pensamentos Tóxicos" de Rute Caldeira
"Provas da Vida Depois da Morte - A ciência das experiências de quase morte" do Dr. Jeffrey Long e de Paul Perry

🌿 Outros livros (de bem-estar em geral)

🍏🍲 Livros de Receitas
"Cozinha Prática para o Dia-a-dia"
"Ingrediente Secreto" de Henrique Sá Pessoa (volumes 1, 2 e 3)
"MasterChef - Curso de Cozinha"
"Natural" de Joana Alves
"Receitas Saudáveis" de Jamie Oliver

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Pensamento/Lema da semana #422


"Ser organizado não é ser perfeito, 
nem manter a casa a brilhar o tempo todo. 
É fazer com que as coisas funcionem." 
Thais Godinho

Foto: pixabay
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segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Pensamento/Lema da semana #421


"Os teus sonhos podem tornar-se realidade,
através do poder
da persistência."
Thelma Barnes

Foto: Klimkin
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segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Pensamento/Lema da semana #420


"Todas as pessoas podem adoptar as mudanças 
que sejam exequíveis para as suas vidas. 
E qualquer mudança, por muito pequena que seja, 
na direcção de uma maior sustentabilidade 
terá um efeito positivo no nosso planeta e na nossa sociedade." 
Bea Johnson

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terça-feira, 16 de outubro de 2018

Plano para levar uma vida mais ecológica - Ponto de situação

Há quase um ano, em Novembro passado, decidi tomar medidas concretas para levar uma vida mais ecológica. Porque o planeta precisa e a sobrevivência humana dependerá das acções de cada um de nós.

Ao invés de traçar um plano com prazos, como habitualmente, desta vez resolvi criar um mind map. Neste registei os meus objectivos e várias tarefas para os concretizar (clica na imagem, para o veres em detalhe):

O meu mind map para levar uma vida mais ecológica.

Neste momento quero fazer um ponto de situação, para perceber o que correu bem e onde tenho de melhorar. Eis a minha avaliação:

Objectivo 1: Evitar o desperdício.

1 - Impor limites aos gastos semanais.
Defini um valor base para gastar em cada 4 semanas. Até ao momento, tenho em média gastos inferiores ao previsto em 40 a 50 €. No entanto, ultrapassei o meu objectivo na altura do Natal, nos aniversários das crianças e no mês de Setembro passado.

2 - Comprar só o que necessito
Fiz sempre listas de compras. Só fugi às mesmas quando encontrei algo que realmente uso, em promoção. No entanto, descobri que é preferível fazer compras sozinha. Em todas as ocasiões em que fui com os filhos e o marido, trouxe produtos não previstos na lista. Felizmente, isto foi pior no início do meu plano. Hoje em dia o número de produtos extra são bem inferiores.

No que respeita a compras que não sejam alimentos (roupas, objectos decorativos, etc.), reduzi bastante as minhas aquisições. Isto porque é preferível reduzir e reutilizar, do que reciclar (que sempre envolve um consumo extra de energia). Antigamente comprava algumas coisas porque achava mais ou menos giras e depois acabava por usar muito pouco. Agora só tenho comprado o que realmente necessito e/ou gosto. Antes de avançar para a compra, verifico se posso reparar ou dar novo uso.

Ao invés de deitarmos fora, podemos reparar.
Esta camisola estava cheia de borbotos, mas após a sua retirada, ficou como nova.

3 - Evitar comprar doses excessivas de alimentos
Quando plantamos as próprias ervas aromáticas,
só colhemos as que vamos utilizar,
prevenindo o desperdício.
Sinto dificuldades neste ponto. Prefiro produtos bio, mas infelizmente na minha zona, raramente são vendidos a granel. Acabo por trazer mais quantidade do que necessito. Fora outros desperdícios... também por não consumirmos a totalidade dos produtos.

Para ter noção concreta do nosso desperdício alimentar, fiz durante um mês um registo de desperdícios, apontando tudo o que ia parar ao lixo.

Fiquei um pouco chocada com o resultado, mas com isso pesquisei ideias para evitar continuar a desperdiçar (descritas neste post). A partir daí, entre outras medidas, decidi plantar mais ervas aromáticas e dar diferentes usos aos legumes que sobram (em sopas, saladas, grelhados, salteados, ao vapor... ou simplesmente congelando-os).

4 - Comprar em quantidade, artigos em promoção, somente se os uso habitualmente e se tiverem validade longa.
Consegui seguir à risca este ponto.

5 - Não cozinhar quantidades excessivas
Depois de ter noção dos desperdícios, foi uma das áreas onde mais melhorei. Hoje o meu caixote de lixo orgânico está mais vazio do que o restante ecoponto (o que não é para dar saltinhos de alegria, pois significa que ainda há muitas embalagens cá por casa).

6 - Reutilizar as sobras
Tenho usado muita criatividade na cozinha. Restos de legumes dão origem a sopa, adicionando ovos dão origem a uns ovos mexidos deliciosos (imagem em baixo à direita). Meloas a ficarem muito maduras, dão origem a gelados. Pão duro, permite fazer açorda, pão ralado, etc. E estes são só alguns exemplos...

Usando a criatividade,
podemos transformar as sobras em novas refeições.

Objectivo 2: Reciclar & reutilizar.

1 - Optar por comprar produtos recicláveis ou recarregáveis.
Confesso que tenho várias dificuldades neste ponto. Fiz algumas mudanças, como a que se vê na foto. Passei a usar sabonete sólido, por ser mais duradouro e não ser embalado em plástico (o da foto é um produto português, enriquecido com óleo de côco e com um agradável cheiro a limão).

Com uso de sabonete sólido de fabrico nacional,
não é necessário tanto combustível para o seu transporte,
evitamos as embalagens de plástico
e ainda ficamos com um produto mais duradouro.
No entanto, por exemplo ao nível da alimentação, opto por produtos biológicos por serem mais saudáveis. Mas estes, por norma, vêm embalados em plástico. Mesmo que o plástico seja reciclável, seria preferível nem sequer ter embalagem. Mas na minha zona, como disse, é difícil encontrar estes produtos a granel.

Com a água é a mesma coisa. Antes usava garrafas de vidro que devolvia na loja. Mas o pH era demasiado ácido e comecei a usar água com pH mais básico. Acontece que esta água, aqui, é sempre vendida em garrafas de plástico...

Neste ponto não estou a cumprir, sinceramente por falta de opção.

2 - Não deitar logo fora.
Há uns tempos, talvez pela minha aversão a tralha, teria deitado fora de imediato o que estivesse danificado. Hoje faço diferente. Na imagem, aquela jarra já foi um açucareiro cuja tampa se partiu. Dei-lhe assim um novo uso. À direita está o meu baú de costura. Com ele reparo o que posso das roupas cá de casa. A maior dificuldade que encontro neste ponto, é tempo para o fazer. Não é fácil.

Antes de deitar fora,
podemos dar novo uso ou reparar.

3 - Reciclar o máximo de produtos.
Um ponto onde melhorei significativamente! Cada vez reciclo mais produtos. Antes não reciclava tanto, por pura acomodação. Alguns produtos não têm informação, acerca do local onde podemos colocar as suas embalagens. Ficava na dúvida, e acabava por deitá-los no lixo comum. Mas para agir correctamente deveria ter buscado essa informação.

Uma coisa da qual me envergonho, é que deitava óleo alimentar pelo esgoto. Não existiam oleões nos ecopontos aqui perto, daí a minha acomodação. Até que li no livro "Minuto Verde" da Quercus que "(...) apenas um litro de óleo alimentar usado pode contaminar um milhão de litros de água." Fui de imediato, e cheia de remorsos, pesquisar qual era o oleão mais próximo. Desde aí nunca mais foi nada para o esgoto.

Objectivo 3: Usar mais produtos ecológicos.

1 - Fazer produtos em casa.
Já uso produtos ecológicos há bastante tempo. Mas devo dizer que há uns anos existiam mais produtos eco de marca branca. Certamente por falta de compradores, alguns saíram do mercado. O que é uma pena, pois chegam a ser mais baratos do que alguns convencionais.

Presentemente, passei a usar mais produtos naturais (como o vinagre) na minha limpeza. E estou super-satisfeita! Fiz aliás uma experiência no fogão. Deixei-o sujo de um dia para o outro para que a sujidade ressecasse. Numa primeira ocasião deixei a actuar durante uns minutos um produto convencional (desengordurante, não ecológico). Ficou bem limpo, mas em algumas zonas tive de esfregar bastante. Na segunda fase da experiência, usei vinagre. Aqueci uma tigela com água e vinagre entre 3 a 5 minutos no microondas. Retirei a tigela do microondas e coloquei parte desta água em cima do fogão (sem exageros, para não entrar água nas saídas do gás). Deixei actuar, enquanto aproveitava o vapor criado para limpar o microondas. Passado uns 5 minutos passei com um paninho e saiu tudo com uma facilidade incrível (mais facilmente do que com o produto convencional). O resultado da limpeza do fogão com vinagre, está na foto abaixo.

Produtos ecológicos. Eficazes e amigos do ambiente.

Não sou apologista de fazer todos os produtos de limpeza/beleza de raiz (como algumas receitas cheias de ingredientes que vejo pela Net). Quero sim testar mais receitas, mas que sejam simples (para isso, vou recorrer a este livro).

Objectivo 4: Poupar água.

1 - Reparar torneira do WC.
Sim, o canalizador já veio cá a casa.

2 - Mais duches e menos banhos de imersão.
No Verão consigo. Mas no Inverno, como a casa não tem aquecimento central e eu sou super-friorenta, ainda tenho recorrido a banhos de imersão (ou ocasionalmente, quando quero relaxar).

3 - Usar água de lavar legumes para regar as plantas.
A água da chuva pode ser armazenada
e usada para regar.
Tenho usado desta água para regar.

Mas na altura da chuva, coloquei uns alguidares numa varanda e enchi uma quantidade enorme de garrafões (jamais imaginei que encheria tantos). Reguei plantas e também usei a usei na limpeza dos exteriores.








Objectivo 5: Poupar electricidade.

1 - Desligar luzes e aparelhos eléctricos que não estejam a ser usados.
Sinceramente, este ponto poderia ter corrido bem melhor. Acho que não lhe dei a devida atenção...

2 - Lavar roupa/loiça na máquina, nas horas de vazio ou quando os painéis têm o máximo desempenho.
Tento sempre fazer isto, mas também posso melhorar... É que por vezes a quantidade de loiça e de roupa é tanta, que tenho de lavar fora destes horários. Talvez a solução passasse por sujar menos.

Objectivo 6: Educar ambientalmente.

1 - Dar o exemplo.
É um facto, as crianças estão a aprender com o nosso exemplo. Até o pequenino já sabe o que colocar em cada caixote de reciclagem.

Para além disso, ao invés de comprar ou deitar fora, temos feito trabalhos manuais em conjunto, recorrendo a materiais que já temos em casa. Na foto, à esquerda, estão 2 dos nossos presentes de Natal. Embrulhámos com papel de um catálogo de roupa (da de౭igual). Os lacinhos foram de presentes que havíamos recebido anteriormente. Já na caixa para guardar os legos usámos uma caixa do trabalho do meu marido e forrámos com mais folhas do catálogo.

Com criatividade, podemos dar nova vida aos materiais que já temos em casa.

2 - Ensinar as crianças.
Sinceramente eles aprendem mais com o exemplo. Ainda assim, explico sempre o porquê das coisas e, sobretudo, porque é importante cuidar do ambiente.

Temos um livro, que li com a minha filha, para ensinar as crianças a terem um comportamento mais ecológico. Cheio de abas para levantar, fala dos desafios que o planeta enfrenta e do que podemos fazer para o preservar. O livro chama-se Espreita o Planeta Terra de Katie Daynes e Peter Allen.

««»»

Resumindo, estou feliz com a minha evolução, principalmente ao nível da reciclagem. 

Mas quero melhorar ainda mais. Idealmente queria substituir os AC's dos quartos (gastam energia excessiva, comparativamente com o da sala) e melhorar o isolamento da casa de modo a torná-la mais confortável térmicamente e mais eficiente, sob o ponto de vista energético (o facto de ter substituído vidros simples por duplos ou triplos, já fez muita diferença!). Mas por enquanto, essas mudanças vão ter de aguardar.

Quero também concluir a leitura de todos os livros e artigos de ecologia que andam cá por casa. A maioria das boas ideias que pus em prática, vieram daí. Eis os meus livros de ecologia:

Livros inspiradores, para uma vida mais ecológica.

✓ Eco Inteligência de Daniel Goleman (psicólogo, autor do best-seller "Inteligência Emocional)" - Este ainda não li, mas pelo sumário, Goleman, fala dos impactos ocultos daquilo que consumimos, pois até na produção de alguns produtos ecológicos há riscos para a saúde de quem os produz. A ideia é tomarmos cada vez decisões mais inteligentes, ao conhecermos os factos ecológicos por detrás dos produtos que consumimos.

✓ Desperdício Zero de Bea Johnson (conferencista sobre estilo de vida sem desperdícios) - A ideia deste livro passa por nos ajudar a erradicar o lixo da nossa vida.
Esta filosofia de vida baseia-se nos 5 "erres": refuse (recusar), reduce (reduzir), reuse (reutilizar), recicle(reciclar) e rot (decompor). Traz uma série de dicas práticas para implementar esta filosofia em várias áreas (ex. compras, lida da casa, presentes, artigos de higiene e bem-estar, etc.) e inclui uma série de receitas (de comida, de maquilhagem, de produtos de limpeza, etc.).

✓ Consumo Ecológico. Poupar o ambiente e a carteira da DECO - Inicialmente fala do efeito estufa e dos principais gases poluentes. Depois vai dizendo tudo o que podemos fazer em prol do ambiente (e da carteira). Aborda as compras (os produtos mais amigos do ambiente, o resistir à tentação...), a alimentação (evitar o desperdício, aproveitar as sobras...), as férias, o que se pode fazer com os resíduos (com ideias para reduzir, reciclar e reutilizar), poupança na água, energia e deslocações. Está super-completo e fala bastante da realidade portuguesa.

✓ Seja Ecológico, Escolha Biológico de Sheherazade Goldsmith - A autora fala de tudo e mais alguma coisa para tornarmos a nossa vida mais ecológica, dando dicas tanto para pessoas que tenham apenas uma varanda, como para aquelas que desejam criar animais e ter uma horta.  Ensina-nos a cultivar os nossos próprios legumes; a poupar energia; a reduzir, reutilizar e reciclar; a criar os nossos próprios produtos de beleza e de limpeza; a criar presentes ecológicos; etc. A sério são muitas dicas...

✓ Minuto Verde da Quercus (ONG portuguesa de Ambiente) - Um livro pequeno, mas super, super útil! Daqueles que acho que todos deveríamos de ler. Ao longo do livro são feitas 200 recomendações simples e práticas, que permitem reduzir o impacte ambiental das nossas actividades quotidianas. Aborda temas como: consumo eficiente de água e energia, o que fazer com os resíduos, como construir de forma sustentável, como poluir menos, uso de produtos biológicos, etc. tudo isto adaptado à realidade portuguesa. (Fiz um review mais detalhado neste post).

Fotos: Mafalda S.
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segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Pensamento/Lema da semana #419


"Dizer Sim à felicidade 
significa aprender a dizer Não 
às coisas e pessoas que te stressam." 
Thema Davis

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terça-feira, 9 de outubro de 2018

Homenagem à minha mãe

O dia de ontem traz-me sempre à memória, a passagem da minha mãe para outra dimensão. Dei-me conta que passaram 25 anos. Tanto tempo, meu Deus!...

Quando ela adoeceu e partiu, eu era ainda muito nova. Precisava  tanto dela... Dos seus mimos, da sua orientação, da sua voz reconfortante.  Talvez por ter sentido tanto a sua falta e por ter acompanhado tudo de perto, às vezes sinto que fiquei com uma espécie de trauma. Sei lá... sinto um medo imenso de perder as pessoas que amo. É a minha fragilidade.

Mas não quero focar-me nos dias negros. Devo isso à minha mãe! Ela merece que recorde o melhor dela, porque foi uma mulher verdadeiramente inspiradora. O melhor exemplo que poderia ter tido. E é essa memória que quero guardar.

E agora, falando directamente para ti, que estás algures numa dimensão superior:

Obrigada mãe!...

... por nunca teres vergonha de demonstrares o teu amor por mim, com mil beijinhos e palavras ternurentas - não ligando a mínima quando diziam que me mimavas demais. O amor que dou aos meus filhos, aprendi-o contigo.

... por estares ao meu lado, sempre que precisava. Naquelas difíceis crises de asma ou quando ficava triste por alguma outra coisa. As tuas palavras de conforto e os teus mimos, tornavam tudo mais fácil.

... pelo teu entusiasmo sempre que era bem-sucedida. Não elogiavas sempre, mas sim quando merecia. E isso motivava-me a continuar. Com a tua ausência, deixei de receber esse estímulo e, sim, fez-me falta. Hoje, com os meus filhos, percebo que é positivo elogiá-los quando se esforçam. Não em demasia, na medida certa. Sabes que mais? Também resulta com eles.

... pela tua coragem como mãe. Estou a lembrar-me quando aquela cobra estava a observar-me no quintal. Fechaste-me discretamente em casa e... bem, foste tratar do assunto. Foi contigo que observei pela primeira vez, como as mães ganham uma coragem/força sobre-humana quando sentem que os seus filhos correm perigo.

... por nunca me teres batido quando fazia disparates (sinceramente também não me lembro de castigos). Chamavas-me sempre à atenção e ensinavas-me a fazer o certo. Contigo aprendi que se pode ensinar sem agressão e com amor... vá, e também com mmmuuuiiitta paciência.

... por transformares as tarefas domésticas em momentos divertidos. Digamos que aprendi, brincando. Ensinavas-me a limpar, enquanto cantávamos (e que voz que tu tinhas!). Ensinavas-me a fazer a cama, enquanto me contavas histórias do dia-a-dia, ou de algum antepassado (essa coisa das histórias de encantar, eram mais para o pai). Aprendi a passar a ferro, observando-te. Brincavas comigo «às vizinhas» enquanto passavas a roupa com o ferro a sério e eu com o meu de brincar. Íamos às compras tu com o saco grande e eu com um exactamente igual, mas pequenino.

... por me teres inspirado a amar os livros. Ensinaste-me tu a ler, quando tinha 3 anos (e não fiquei com nenhum trauma, mas sim com uma paixão louca por livros). Nas viagens a Lisboa que fazíamos  juntas, à vinda trazíamos sempre um livro extra na bagagem. Deve de ser por isso que quando o pai me perguntava o que eu queria se um dia lhe saísse o totoloto, eu respondia "Pode ser a colecção completa dos livros da 'Anita'." 

... por me teres ensinado a amar a natureza. Quando íamos para o campo chamavas-me sempre a atenção para o cheiro de alguma flor, o sabor de alguma fruta, a beleza de algum riacho. Ainda hoje recordo a tua colecção... selos? moedas? postais? Não! Tu gostavas era de flores. Sabias o nome de uma infinidade de plantas, guardavas livros sobre flores e tinhas flores propriamente ditas por todo lado. Tenho quase a certeza, que foi contigo que aprendi a apreciar a beleza das pequenas coisas.

... pela comida de conforto que surgia lá por casa. Por exemplo os Domingos combinavam com frango frito e todos em redor da TV a ver o MacGyver. Broas combinavam com o Dia de Todos os Santos. E por vezes fazias-me umas «migas doces», coisa que na aldeia costumavam fazer para as crianças. Não tiveste tempo para me ensinar a cozinhar, mas pelo menos bolos fazíamos... e que alegria por me deixares rapar a taça! 

... por me proporcionares momentos de «hygge» à portuguesa (mesmo que não conhecêssemos o termo). Quantas vezes não ficávamos ao quentinho da lareira, com uma luz suave, a ouvir o som da chuva que caía lá fora? E nas primeiras chuvas, tão bom o cheirinho a terra molhada!

... por me teres deixado ser criança e fazer de tudo um brinquedo. As panelas, as plantas do jardim, as tuas malas... Obrigada por me teres deixado brincar, mesmo quando parti o salto do teu sapato.

... por me ensinares a manter vivos os momentos felizes. Que saudades quando me contavas a história por detrás de cada fotografia, me mostravas os cadernos da mana e me dizias como ela era, ou me levavas ao sótão a ver as minhas roupinhas de bebé.

... por teres trazido um sentido de espiritualidade à minha vida. Não eras pessoa de andar na igreja, mas todas as noites falávamos com Deus. E isso deu-me fé não para acreditar em religiões, tantas vezes desunidas, mas sim num Ser Superior, cuja principal linguagem é o amor. E essa fé, permite-me acreditar que te encontras algures, numa outra dimensão. Um lugar onde o sofrimento, deu lugar ao amor.

Deixaste, sem dúvida, uma marca inspiradora na minha vida. Mesmo distantes, o nosso amor, unir-nos-á para sempre. Hoje guardo o teu sorriso, a tua paixão pelas flores e o teu exemplo como mãe.

Obrigada por isso! Amo-te muito.

Foto: James Wheeler
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segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Pensamento/Lema da semana #418


"Não são só as emissões do transporte individual que contribuem para o efeito estufa. 
Quando compramos algo novo
geralmente viaja muitos quilómetros para nos chegar a casa. 
(…) reparei numa tendência crescente na Suécia: cada vez mais suecos estão 
a comprar em segunda mão, 
a participar em esquemas de empréstimos 
e a reparar o que já existe." 
Niki Brantmark

Foto: Kissu

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segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Pensamento/Lema da semana #417


"Acho importante fazermos com que o que nos rodeia 
e também nós mesmos estejamos num estado positivo 
- ou seja, rodeie-se de pessoas positivas 
e não do tipo de pessoas negativas 
e que têm inveja de tudo o que fazemos."
Heidi Klum

Foto: Stock Snap
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segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Pensamento/Lema da semana #416


"Ler bons livros
faz bem à saúde!"
Na capa do livro
de Pedro Anjos

Foto: Stocksnap
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quinta-feira, 20 de setembro de 2018

A vida é realmente um breve instante...


Ainda há pouco parecia tudo bem com ele. Mas desde há uns dias começou a ter dores aflitivas. Nada que comia ficava lá dentro e emagreceu, emagreceu muito. 

Ainda há pouco parecia saudável, mas aquela malvada doença, cujo nome detesto pronunciar - por me ter levado tanta gente querida - entranhou-se nele. E agora, levou-o para sempre. Apenas em alguns dias, sem tempo sequer para cirurgia.

Gostava que não tivesse sofrido. Ou que os sinais tivessem surgido mais cedo, para que tivesse sido feito algo em tempo útil.

Estou triste! Mais um ente querido que se foi para sempre. Restam as lembranças. Não sei porquê, o que mais me vem à cabeça é quando há uns anos jogávamos à bola na praia e, sem querer, ele acertou numa rapariga... duas vezes! Oh sorte... pobrezinha, mas o que nos rimos... e pusemos a bola de lado.

A lição disto? Prestar mais atenção ao que está à nossa volta, e saborear cada momento. Deixarmos de perder tempo a chatear os outros, ou a influenciarmo-nos por quem não nos quer bem. Passar tempo com quem amamos. Ocuparmo-nos da nossa própria evolução e, sobretudo, fazer o bem.

Até sempre, A.

Foto: Randall Billings

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Pensamento/Lema da semana #415


"Uma criança amada tem mais hipóteses de ter um cérebro mais desenvolvido. 
Alguns estudos da Universidade de Harvard 
revelam como o amor ou a falta dele 
consegue afectar o desenvolvimento cerebral, 
inclusivamente temos «ligações» que podem nunca funcionar 
em consequência da falta de amor e de uma relação de vinculação estável.
Ana Manta

Foto: Jill 111
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segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Pensamento/Lema da semana #414


"Uma atitude positiva origina uma reacção em cadeia
de pensamentos, acontecimentos e resultados positivos.
É um catalisador e desencadeia resultados extraordinários."
Wade Boggs

Foto: Klimkin
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segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Pensamento/Lema da semana #413


"Descobri que o mais alto grau de paz interior 
decorre da prática do amor e da compaixão
Quanto mais nos importamos com a felicidade de nossos semelhantes, 
maior o nosso próprio bem-estar. 
Ao cultivarmos um sentimento profundo e carinhoso pelos outros, 
passamos automaticamente para um estado de serenidade. 
Esta é a principal fonte da felicidade." 
Dalai Lama

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quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Porque precisas de auto-compaixão na tua vida #1


O relacionamento mais importante da tua vida 
é o que tens contigo mesmo.” 
Diane von Furstenberg

Há anos que estudo artigos e livros de Psicologia Positiva. Mas só recentemente me deparei (ou prestei a atenção) à temática da auto-compaixão. Ter compaixão pelos outros foi algo que sempre considerei importante, mas... compaixão por mim mesma? Não, não me passava pela cabeça.

Na verdade, sempre fui demasiado crítica comigo. Sempre tive tendência para encontrar um ou outro defeito, talvez pela minha tendência para o perfeccionismo. E, acredita, nada disto contribui para a felicidade.

E tu, já pensaste nisso? Será que és demasiado duro/a contigo? Já pensaste em sentir a mesma compaixão que tens pelos outros, contigo mesmo/a?

O porquê de tanta auto-crítica negativa?


As raízes desta auto-crítica encontram-se na infância.

Quantas vezes a balança entre as críticas e o incentivo pesou mais para o lado das críticas? Muitos de nós fomos ensinados, mesmo que sem intenção, que o auto-julgamento e a auto-crítica irá tornar-nos melhores e levar-nos a cometer menos erros. Que o facto de sermos muito exigentes connosco e, de ambicionarmos chegar próximo da perfeição, é a melhor forma de alcançarmos o sucesso.

Existem ainda outros mitos em torno da auto-compaixão. Com alguma frequência, é confundida com uma atitude egoísta ou arrogante, com auto-indulgência, ou simplesmente com uma desculpa para os nossos erros.

O resultado disto é que quando não gostamos de algo em nós ou cometemos algum erro, somos demasiado duros/as. Acabamos sempre focados/as no que está errado e desvalorizamos o que temos ou fazemos de bom.

E isto é um autêntico disparate! Vários estudos têm vindo a demonstrar que a auto-crítica excessiva tende a deixar-nos desmotivados e mal preparados para lidar com desafios. Quando não nos sentimos bons/boas o suficiente, podemos ser conduzidos/as a uma baixa-autoestima, à ansiedade e até à depressão. 

Logo, é mais que claro que este não é o caminho ideal para o sucesso. Mas... e se tentasses ser mais amável contigo? Se optasses pelo caminho da auto-compaixão?

Mas o que é isto da auto-compaixão?


A auto-compaixão é a capacidade de sermos compreensivos/as e gentis com nós mesmos/as, sem nos julgarmos ou criticarmos excessivamente. Isto significa que devemos tratar-nos do mesmo modo que trataríamos alguém querido, se este se confrontasse com momentos difíceis, desafios, falhas ou inadequações.

Segundo a Dr.ª Kristin Neff, professora da Universidade do Texas e criadora da Escala da Auto-Compaixão, esta implica 3 aspectos:
1) Seres gentil contigo mesmo/a – significa que deves reconhecer que tu, tal como as outras pessoas, não és perfeito/a e que todos nós passamos por dificuldades. Aceita que isto é inevitável! Não ignores a tua a dor, nem te julgues severamente. Opta por seres gentil e compreensivo/a.
2) Seres humano/a – implica que reconheças que o sofrimento, a inadequação, as perdas, os obstáculos, o fracasso e as imperfeições, fazem parte da condição humana! Logo, não acontecem só contigo.
3) Observares com atenção plena (mindfulness) – olha os teus problemas como se fosses uma pessoa externa. Não os exageres, nem os ignores. Simplesmente aceita-os tal como são, sem julgamentos. Desta forma, terás mais capacidade para te ajudares a ti próprio/a.

Quais as consequências da falta de auto-compaixão?


Estudos recentes têm demonstrado vários malefícios da falta de auto-compaixão, nomeadamente:
- tendência para níveis de stress mais elevados;
- maior risco para de ansiedade e depressão;
- menor capacidade para implementar estratégias de coping;
- mais probabilidade de nos sentirmos desmotivados;
- mais dificuldade em lidar com os desafios da vida;
- mais probabilidade de ter uma baixa auto-estima.

Quais os benefícios da auto-compaixão?


Estudos têm comprovado também os benefícios da auto-compaixão, quando esta se torna um hábito na nossa vida: 

- maior aceitação de si mesmo/a – isto significa que a pessoa tem menos tendência para fazer críticas destrutivas a si mesma, incluindo generalizações negativas (como “Só faço asneiras, só podia dar este resultado.”). Tende a não dramatizar, pois encara os problemas e erros como parte da condição humana. 

- uma auto-estima saudável – tem uma imagem mais positiva de si, incluindo da sua capacidade para alcançar objectivos. Sente-se mais seguro/a e menos ameaçado/a pelas próprias falhas. Num estudo, mulheres com mais auto-compaixão, aceitavam melhor as suas imperfeições físicas e tinham uma imagem mais positiva do seu corpo (independentemente do seu IMC).

- maior bem-estar emocional – a auto-compaixão ajuda a pessoa a ser mais resiliente. Em consequência, sente menos stress e emoções negativas. Sofre menos! Isto leva a uma maior estabilidade emocional e a mais saúde mental (tem menos probabilidades de sofrer sintomas de ansiedade ou depressão).

- melhor saúde em geral – ser pouco auto-compassivo gera stress e este faz com que o organismo liberte hormonas imunossupressoras (que diminuem a actividade imunológica). Daí a importância da auto-compaixão, que tem o efeito contrário: menos stress = sistema imunitário mais forte, e, em consequência, mais saúde para o organismo.

- melhores relacionamentos – a pessoa com mais auto-compaixão, tende a reunir características que favorecem os relacionamentos, tais como: ser atencioso/a, solidário/a, disposto/a a comprometer-se, com mais capacidade para perdoar e para pedir perdão. Verificou-se que apesar de tudo, quando a relação não resulta, se houver divórcio, a pessoa recupera-se mais facilmente e num espaço mais curto do que alguém menos auto-compassivo. 

- mais capacidade para responder adequadamente aos desafios da vida – isto significa que consegue dar respostas mais saudáveis e adaptativas (olhando os problemas exactamente como são, sem os ampliar ou ignorar, mas concentrando-se na sua resolução).

- mais capacidade e motivação para atingir objectivos – a ideia de que a auto-compaixão leva à auto-indulgência, à preguiça ou à falta de motivação é um mito. Estudos provam justamente o contrário! A auto-compaixão favorece a motivação. A pessoa sente-se responsável pelas suas atitudes e tem mais tendência para ir à luta e tentar uma e outra vez. Por outro lado, quando não atinge os objectivos, não faz disso um drama (simplesmente porque se valoriza com base nas suas características pessoais e não pelo grau de sucesso que consegue atingir).

- mais capacidade para o crescimento pessoal e auto-aperfeiçoamento – a auto-compaixão permite ver as coisas com mais clareza e assumir responsabilidade face ao próprio comportamento. A pessoa por aceitar as suas falhas como humana que é, é mais propensa a agir para melhorar e a auto-aperfeiçoar-se.

- mais felicidade – a auto-compaixão leva a uma maior sensação de bem-estar geral, pelo que é um importante indicador da satisfação com a vida. Estudos confirmaram que as pessoas mais auto-compassivas são igualmente mais felizes, gratas e optimistas.

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No próximo post sobre a «auto-compaixão» irás descobrir o seguinte:
- quais os sinais que indicam que precisas de mais auto-compaixão na tua vida;
- sugestões para desenvolveres a auto-compaixão.

Até lá!...

Fotos: 1.ª brenkee; 2.ª Foundry; 3.ª e 5.ª Free-Photos; 4.ª Ultra Nancy.
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"A Felicidade é o Caminho" também está aqui:
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