quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Destralhamento total da casa - Ponto de situação #6

Finalmente vou fazer mais um ponto de situação do meu «plano para destralhar totalmente a casa». Há algum tempo que não o fazia, mas cá continuo firme em levar o meu plano avante.

Número de áreas a destralhar e organizar
Se já conheces o meu plano, sabes que distribui o destralhamento e organização por áreas muito pequenas. Assim, neste momento, de um total de 210 áreas, faltam-me 74! 

Mas como referi neste post, surgiu um imprevisto. Na altura da elaboração do plano, esqueci-me de considerar a despensa. Deste modo faltam-me efectivamente 74 áreas + 17 = 91 no total. 

Comecei a ter também as primeiras divisões totalmente destralhadas, ou seja: o quarto da minha filha, o meu quarto, o meu roupeiro (fica fora do quarto) e as duas casas-de-banho. Pensar que há uns tempos atrás isto não passava de um sonho...

Cronograma
Cada área a destralhar corresponde a 1 dia, e o objectivo a que me propus é de destralhar 4 áreas por semana. Mas como por vezes destralho mais do que o previsto, continuo com trabalho adiantado. 

Assim, é como se já tivesse destralhado até à semana de 7 a 13 de Março. Isto deixa-me mais descansada, pois há imprevistos que inadvertidamente acontecem e tenho a certeza de que ficaria desanimada se não conseguisse cumprir o cronograma.

Imprevistos
Desta vez aconteceram uma série de imprevistos que acabaram por me atrasar bastante (antigamente ia bem mais avançada no cronograma). Ambos os miúdos ficaram doentes, tive de ajudar a filhota a estudar para os testes, tive de lhe fazer o fato para o desfile de Carnaval. Aparte disto tinha tanta tarefa para fazer, que o excesso de cansaço conduziu a atrasos e até a desorganização.

Motivação
Em virtude de tantas tarefas e imprevistos, tive uma espécie de «crise de motivação». Queria fazer as coisas e não encontrava tempo e isso desanimou-me imenso. Resolvi então parar e reflectir sobre o assunto. E a verdade, é que esta reflexão permitiu-me pensar em soluções - e esse foi o impulso para trazer a minha motivação de volta (graças a Deus!). 

O destralhe e organização do roupeiro
Até agora, o roupeiro foi sem dúvida o que mais trabalho me deu a destralhar... tal era a quantidade de roupa. E isso francamente surpreendeu-me pois tinha destralhado esta área há relativamente pouco tempo.

Acho é que não destralhei, nem organizei, utilizando técnicas eficazes. Enquanto que agora, acabei o destralhe ainda em Janeiro, e até ao momento não há sinais de desorganização, de excessos, ou de algo fora do sítio (sei que foi há pouco tempo, mas estou optimista).

Antigamente tinha a área da foto toda atafulhada, mas agora já há espaço suficiente entre as peças. Com um olhar de relance consigo identificar tudo o que está disponível. Ok, não tenho os cabides mais giros, mas isso é um mero pormenor... ;)

Passarei assim a explicar as técnicas que utilizei, tanto no destralhe, como na organização.

As técnicas para destralhar
Antigamente teria distribuído a roupa por vários montinhos (para manter, para deitar fora, para doar...) e seleccionado a roupa de acordo com essa técnica. Mas apercebi-me que isso é insuficiente, pois fazia com que mantivesse ainda bastante roupa. Então o que fiz?

1.ª Fase
Tal como nos recentes destralhes, a primeira fase foi efectivamente fazer montinhos de roupa, mas por categoria, ou seja, um monte de casacos, outro de saias, outro de calças e por aí adiante. Temos é de reunir toda a roupa que se encontra em casa (eu fiz isto quando não tinha qualquer roupa suja e coloquei aqui, a roupa que estava no cesto para passar a ferro - ou seja, não ficou esquecida nenhuma peça). Isto deu-me a real dimensão da quantidade de roupa que eu tinha... (só calças de ganga tinha 20 e tal!... reduzi para 6, pois ainda tenho calças em tecido e leggings - é mais que suficiente). De notar que não fiz isto num só dia (quem me dera ter tempo...). Assim, num dia tratei das calças e saias, noutro das blusas e camisolas e por aí adiante.

2.ª Fase
Após reunir a roupa de dada categoria, passei a analisar peça a peça e aí sim, dividi a roupa noutros montinhos menores:
1) Para doar – coisas que não uso, que não gosto, ou que não me ficam bem, mas que estão em bom estado e que poderão servir a outra pessoa;
2) Para deitar fora – aquilo que devido ao seu mau estado, não serve para usar nem para doar; 
3) Para reparar – o que realmente gosto, mas que necessita de reparação (descobri 2 calças novinhas bem giras, mas com bainhas por fazer); 
4) Para manter – roupa em bom estado, que me favorece e a que efectivamente dou uso; 
5) Para guardar no sótão – roupa em boas condições, que poderei voltar (mesmo) a usar. Por exemplo, quando algumas das calças de ganga que estão a uso se danificarem ou já não me agradarem, vou buscar outras a esta reserva (doei e deitei fora as calças que não vou usar, mas também não fazia sentido deitar fora coisas que me irão ser úteis, seria um desperdício de dinheiro). Como por vezes oscilo de peso, guardei aqui também umas peças que adoro, mas que presentemente ou me estão largas ou apertadas. Claro que é preciso ter muita atenção a este monte, para não haver exageros - o meu coube numa única caixa de arrumação. 

Ao contrário de antigamente, no final dos actuais destralhes, nunca fiquei com um «monte das dúvidas». Se necessário corro toda a roupa até ter mesmo a certeza do destino a dar-lhe. Normalmente, onde senti dúvidas, à segunda ronda acabei por me desfazer das peças. Sim, o processo pode ser demorado, mas é francamente satisfatório chegar a um ponto em que sentimos que fizemos a coisa certa, que é exactamente assim que queremos deixar o nosso roupeiro (não sei explicar muito bem isto, pois envolve muito da nossa parte emocional).

Como seleccionar as roupas a manter?
Agora vou pormenorizar como fiz a selecção para o «monte de roupa a manter». 

Antigamente este monte  incluiria a roupa em bom estado e que me assentasse bem, sem conjugar propriamente as peças. Mas desta vez utilizei algumas técnicas do tão falado método do «armário cápsula». Este método consiste basicamente em escolher uma quantidade limitada de roupa (que realmente adoremos), sem comprar nada de novo durante determinado período de tempo (normalmente durante cada estação do ano). Para tal, é importante que as peças seleccionadas combinem entre de si, de modo a ser possível fazer diferentes conjuntos com as mesmas peças.

Como as cores que mais me favorecem são outonais, seleccionei a roupa que realmente me agradava, dentro destes tons. Aqui estão algumas combinações:



Detalhe: o poncho da última foto andava perdido algures no meu roupeiro. É que nem me lembro de o ter comprado... sem comentários...

Resumindo, na construção do meu armário tive em conta: 
- peças adequadas à estação do ano;
- peças que combinem entre si;
- cores que me favoreçam;
- vestuário adequado à minha situação actual (como de momento estou a tomar conta do meu bebé, optei por roupas mais práticas, eliminei também os saltos tipo agulha - agora os únicos saltos altos são tipo cunha);
- número de peças suficientes, tendo em conta a minha rotina de lavandaria (por ex. onde moro não é nada fácil secar a roupa no Inverno).

O armário-cápsula ainda implica um número limite de peças, mas não achei utilidade em ser tão rígida. Sinceramente, até acho que para um método funcionar, o ideal é a pessoa escolher as técnicas que realmente se adequam à sua realidade.

As técnicas para organizar

Verificações e organização em cada estação do ano 
Recordo-me que no livro da Marie Kondo ela sugeria que, ao organizar as peças no roupeiro, definíssemos um lugar para cada uma delas, sem as mudarmos a cada estação. A verdade é que sempre procedi desse modo, mas isso fez com que me «esquecesse» literalmente de algumas peças e acumulasse tralha. Por isso, vou passar a verificar/organizar as peças em cada mudança de estação do ano. Assim «obrigo-me» a fazer verificações periódicas, o que é um bom princípio para manter a tralha controlada. 

Fazer esquemas de organização
Após cada destralhe, e antes de organizar fisicamente, costumo fazer um esquema de organização no papel.

Primeiro faço uma lista com todas as categorias de roupa/objectos que tenho para organizar. De seguida desenho um esquema do que estou a organizar (neste caso do roupeiro), definindo de seguida o lugar onde irei colocar cada tipo de objectos. Aqui está o esquema de organização do roupeiro:


Gosto de fazer estes esquemas (habitualmente é só um rascunho num caderno), porque me ajudam a perceber se aquela organização fará sentido. 

Neste caso, tudo faz sentido para mim! Tenho as coisas que não uso habitualmente, na parte de cima do roupeiro. As áreas com roupas a uso, estão próximas - num vislumbre consigo observá-las todas e é fácil encontrar o que desejo usar. Já as de outra estação estão mais à direita no armário. As almofadas e lençóis a uso estão mais próximas do quarto. Os acessórios estão próximos (cintos & echarpes e bijuteria)... 

Assim, o facto da localização de cada categoria de peças/objectos ter uma razão de ser, torna muito mais fácil memorizar o lugar de cada uma delas (lá está, como dizem os peritos em organização: cada objecto deve de ter o seu respectivo lugar).

Esta é a organização que faz sentido para mim, é algo muito pessoal. Para outra pessoa pode não resultar. Eu tenho a sorte de ter um roupeiro de boas dimensões e do meu marido ter um exactamente igual. Se ambos partilhássemos um único roupeiro, provavelmente já dividiria um lado do roupeiro para ele e outro para mim. Aproveitaria também melhor os espaços. Em suma, o que importa é que cada um deve organizar da forma que fizer mais sentido para si.

Claro que quando a estação mudar vou alterar ligeiramente as coisas. Por exemplo onde agora se encontram as camisolas de lã, poderei colocar os tops. Os vestidos de Verão, serão colocados na área onde se encontram agora os vestidos de Inverno. Mas a filosofia será a mesma. As roupas a uso ficarão concentradas à esquerda do armário, as de Inverno ficarão guardadas onde estão agora as de Verão.

Organizar na vertical e na horizontal

No cabide coloquei todas as roupas grossas ou passíveis de criarem vincos. Nas gavetas coloquei camisolas de lã mais básicas e camisolas que considero interiores (aquelas camisolas justas que normalmente usamos por baixo das camisolas de lã). Para além disso, é nas gavetas que concentro o vestuário da outra estação.

Nas gavetas, dobrei a roupa do seguinte modo:
- na vertical - as peças desta estação - assim posso ver rapidamente todas as peças que tenho, prevenindo o esquecimento de algumas;
- na horizontal - as peças de outras estações - porque de momento não uso essa roupa, logo não há necessidade de vê-las em simultâneo. Para além disso, algumas das peças se estivessem dobradas na vertical ganhariam vincos desnecessários (é aquela roupa que quando estiver a uso terá de ser pendurada no cabide).

Recorrer a organizadores

Tal como noutros tempos, recorro a organizadores. Estes são óptimos para delimitar objectos. 

Contudo, resolvi colocar esta foto antiga, para veres como no actual destralhe fui mais longe. Esta imagem mostra que deixei 2 cintos por organizador...
E este é o destralhe actual, em que reduzi o número de cintos para metade, passando a ter 1 por organizador. 

Reuni ainda aqui as echarpes, porque fazia sentido deixar o que é acessório no mesmo local.
Usar tampas de caixas de sapatos... como organizadores de sapatos


Esqueci-me de tirar foto, mas como usei o mesmo sistema de organização, coloquei uma foto antiga. 

É assim que organizo os sapatos, colocando-os na única área do meu roupeiro que tem prateleiras. 

Como organizadores recorro a tampas de caixas de sapatos. Assim, os espaços ficam delimitados, tendo cada par de sapatos o seu respectivo lugar.



Bolsa para manter as malas destralhadas
Guardo as minhas malas dentro do roupeiro, em cima de uma caixa de organização (pode vislumbrar-se o lugar, na foto da direita). Mas desta vez lembrei-me também de destralhar o conteúdo das malas. 

Em vez de trazer mil e uma coisas à solta, resolvi seleccionar o que necessito mesmo (maquilhagem, um mini-caderno e uma caneta, um blister de comprimidos, uma amostra de perfume e um pacote de lenços). Procurei uma bolsa antiga e coloquei esses objectos lá dentro. Agora quando quero sair, em vez de andar sempre a mudar alguns objectos de mala, ou de ter objectos repetidos pelas várias malas, pego na bolsa e levo-a na mala, tal como levo a minha carteira. O único senão é que a bolsa que encontrei, não condiz nadinha com as minhas malas... 


Cada peça/objecto tem o seu respectivo lugar
Não é fácil tirar fotos giras do interior do meu roupeiro. Está ao lado do quarto e um corredor atravessa-o, ficando de um lado o meu roupeiro e de frente o do meu marido. Conclusão: não apanhei todo o cabide na foto, mas já dá para perceber que organizo da seguinte forma:
- cada «categoria de roupa» é colocada no respectivo lugar, conforme o «esquema de organização» de que falei anteriormente;
- dentro de cada «categoria», organizo por cores, das mais escuras até às mais coloridas (entretanto, coloquei os azuis próximos do lilás, pareceu-me que fazia mais sentido a seguinte ordem: preto, cinzento, castanho, azul, lilás, bordeaux). 

Organizadores para a bijutaria
A área da bijutaria, por acaso não tinha tralha. :) Mantive assim o anterior sistema de organização.

Trata-se de uma caixinha com separadores, que me permite ter cada fio ou colar na respectiva divisória. Como na altura não encontrei a caixa que queria, optei por esta, que na realidade é uma caixa daquelas que se costumam levar para a pesca. O que importa é que serviu para o efeito.

Esta foto também é antiga. A única diferença é que agora também organizei a bijutaria por cores (do mais escuro para o mais claro). 

««»»

Estou a pensar que após escrever tudo isto, deves de achar que destralhei e organizei de forma complexa, dando atenção excessiva aos pormenores. Talvez seja por isso que demorei tanto tempo só no roupeiro (o tempo previsto no meu plano, de acordo com as áreas que o compõem era de 24 dias). O tempo que demorei foram só uns dias a menos, mas não andou longe (vá, também não faço muito em cada dia - não tenho tempo para isso).

Mas eu procurava um sistema que funcionasse, que tornasse o roupeiro funcional e sem tralha. E acredita, nunca tive um roupeiro assim, em que soubesse exactamente onde cada coisa se localiza, onde tudo faz sentido.

Por isso, neste caso, os pormenores fizeram a diferença! Tão bom ver o roupeiro assim...

Fotos: Mafalda S.
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Sabe mais sobre o meu dia-a-dia:

9 comentários:

  1. De uma Mafalda para outra ;)
    Muito bom este post!
    Quando fiz o meu grande destralhamento, em 2012/2013, também me debati muito com a minha roupa: como é que era possível que eu, que até nem sou grande fã de moda, tivesse tanta roupa e tanta traquitana? Malas (a minha perdição desde o fim da adolescência) então nem se fala!
    Com perseverança, lá consegui o meu objetivo: reduzir a roupa de forma a que tudo coubesse na mobília que já tinha em casa e não tivesse de andar a trocar a roupa permanentemente entre o que tinha em casa e o que ia para a arrecadação com a mudança das estações. E já não quero outra coisa!
    O stress do "por Deus, o que é que vou vestir hoje?" acabou. Hoje em dia, até consigo vestir-me às escuras (convém dizer que isso acontece cedo na manhã, quando o bebé ainda dorme :)) e sabe tão bem não ter de me preocupar com este tema.
    Parabéns por este "hercúleo" destralhamento e força para os que tens pela frente.
    Mafalda - www.itsnotsosimple.com

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  2. Mais um post fantástico e na hora certa, esta semana é a minha de destralhar 1 roupeiro... eu também prefiro fazer por estações do ano, obriga-me a rever mais vezes.

    Ontem andei a ver uma mala de viagem CHEIA de roupa que até serve mas já não fica bem... encontrei uma saia que é do tempo de namoro... hehehe já a tenho guardada há 19 anos... não acho normal!!!! Uma pessoa nem tem noção !!!!

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  3. Bem esta questão da roupa para mim não é problema porque tenho pouquíssima, quando já não uso dou ou deito fora. Alias até acho que tenho pouca, o meu guarda roupa é uma vergonha para qualquer mulher :)
    Adorei foi a ideia do armário cápsula, já vi vários post sobre o assunto mas ainda não consegui encontrar tempo para o organizar. O meu objectivo seria o de facilitar no dia a dia na escolha da roupa e evitar ser repetitiva, tenho muitas vezes a sensação de andar sempre com a mesma roupa.

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  4. Ai que inspiração! Só tenho pena do meu roupeiro ser do tamanho do teu... para duas pessoas! Logo, tenho de andar entre o que é da estação e o que está guardado no outro quarto. Quero ver se entretanto mudo o roupeiro - este já deve ter uns 20 anos e não prima pelo aproveitamento do espaço - e já tenho ideias mais ou menos definidas do que fazer e de como organizar. Destralhar a minha roupa é fácil, o pior é o marido que nunca quer destralhar nada. Resultado: a roupa dele vai crescendo e a minha diminuindo lol
    Adorei a forma como te organizaste. Ficou fantástico!

    Posso pedir uma coisa, posso? Quero reorganizar - outra vez - o roupeiro do meu filho de 5 anos - e não sei como. Podes fazer um posto de como organizaste o quarto dos teus filhotes? Obrigada
    Sara

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    1. Ao olhar novamente para o teu esquema surgiu.me uma duvida: como è que guardas as calças? Estao a ocupar pouco espaço e isso pareceu_me interessante. obrigada
      Sara

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  5. De facto temos muitas coisas a mais, parabéns pelo post, pelas dicas e pela inspiração :)

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  6. Adorei Mafalda és realmente uma inspiração! Beijinhi, Ana

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  7. Uau que espetáculo, que me dera ter coragem para fazer algo parecido. Sim coragem, porque tenhop coisas que não uso, mas tenhoa a esprança (vã) há anos que me irão servir novamente....
    Eu ando sempre com a mala muito carregada, mas encontrei na primark um daqueles organizadores de malas, o meu é cinzento claro e dá com tudo, além disso tem divisórias e fechos por isso vou começando a destralhar, nem que seja na mala.
    bjs

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  8. Brilhantes dicas, Mafalda. Muito obrigado!
    Bjs

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