terça-feira, 2 de maio de 2017

Como manter a casa limpa e arrumada diariamente #2 - Destralhar para simplificar


Fecha os olhos. Imagina a tua casa organizada, com cheirinho a limpo. Sem coisas espalhadas. Só com os objectos que te são úteis ou que realmente adoras. Um espaço cheio de energia positiva - onde sabe bem relaxar ao fim do dia, ou passar bons momentos com quem amas. 

É este o objectivo que deves ter em mente. Foi isto que me levou a agir, a mim. 

Vamos assim à 1.ª parte desta série de posts. Esperemos que no fim, estejas motivado/a para agir e que transformes a tua casa num lugar mais agradável. Comecemos por "destralhar para simplificar".

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1) Destralha a tua casa - esta é talvez a medida mais eficaz, para reduzires o teu trabalho diário! Pode levar tempo (eu demorei 1 ano e 2 meses - só podia fazer pouco de cada vez), mas faz uma diferença incrível. A ideia é analisares cada objecto que tens em casa e só manteres o que te é útil ou que te traz alegria.

2) Encontra inspiração - para te motivares e para teres ideia de como destralhar a tua casa podes inspirar-te no meu próprio «plano para o destralhamento total da casa» e no percurso que fiz ao longo do tempo (post 1, post 2, post 3, post 4, post 5, post 6, post 7, post 8, post 9). [Nota: Para ser franca, apesar de ter alcançado o objectivo do destralhe, não conclui esta série de posts. Mas ainda tenciono fazê-lo.]

Outra fonte de inspiração, são os livros. Para além de te darem motivação para o destralhe, ainda partilham uma série de técnicas úteis. Eis os meus preferidos:

Livros inspiradores, para destralhares e organizares a tua casa.

- "Arrume a Sua Casa, Arrume a Sua Vida" da Marie Kondo (dei a minha opinião sobre este livro aqui);
- "Alegria" também da Marie Kondo - É uma espécie de complemento ao primeiro livro. Tem um resumo do método de destralhe KonMari, mas é essencialmente composto de dicas práticas - imagens incluídas - para arrumar uma multiplicidade de objectos (de modo a mantê-los sempre organizados e a ocupar pouco espaço). Claro que se só poderes optar por um dos livros, sugiro-te o primeiro.
- "Menos é Mais" da Francine Jay - Um livro para nos inspirar a levar um estilo de vida minimalista (sem radicalismos) e com ideias práticas para o destralhe e organização, das várias divisões da casa.

3) Destralha por categorias de objectos - percorre as várias divisões da casa e reúne todos os objectos da mesma categoria (por ex. canetas, maquilhagens, roupas, etc.). De seguida, coloca-os todos juntos num espaço livre da tua casa (por exemplo, num canto do escritório) e analisa-os um a um. A verdade é que só reunindo tudo, teremos noção da real quantidade de objectos que adquirimos (ui... por vezes até temos coisas repetidas). Isto ajuda-nos a identificar o que temos a mais.

Destralhar por categorias de objectos,
ajuda-nos a identificar o que temos a mais.

4) Coloca o mínimo de objectos nas bancadas - durante o destralhe, retira mesmo todos os objectos das bancadas. Depois vai colocando somente um ou poucos objectos decorativos que realmente adores e algum objecto que uses frequentemente (por ex. a máquina do café na cozinha). Superfícies desimpedidas demoram muito menos tempo a limpar e transmitem mais calma.

Bancadas com poucos objectos são muito mais fáceis de limpar.

5) Evita ter objectos no chão para além da mobília - percorre todas as divisões da casa e elimina o máximo de coisas que estão espalhadas pelo chão. Para além da mobília, as únicas excepções podem ser alguma carpete, vasos ou iluminação. Mas tudo sem exageros. Lembra-te, quanto mais coisas tiveres, mais tempo terás de lhes dedicar.

Um chão livre de tralha, permite uma limpeza bem mais rápida.

6) Reduz o número de têxteis decorativos - uma casa com poucos têxteis, não tem de ser menos bonita. Cá em casa, os têxteis limitam-se a cortinados, almofadas (poucas) e 2 mantas. Retirei todos os tapetes e carpetes. Na realidade, fiz isto por causa das alergias, mas a verdade é que agora tenho bem menos trabalho a aspirar.

Menos têxteis, significa menos trabalho e menos alergias.

7) Define um lugar para cada objecto - a ideia é categorizar cada objecto e guardá-lo num sítio específico, por norma junto de objectos semelhantes e próximo do lugar onde irá ser utilizado. Tem de fazer sentido o objecto estar naquele lugar, para ser funcional e para te lembrares de que é ali que deve de ser guardado.

Vou exemplificar. A tua maquilhagem pode estar guardada num cesto na casa-de-banho, se é lá que te maquilhas. Podes colocar divisórias nesse cesto para criar áreas menores para os batons, as sombras, os pincéis... Será funcional, porque quando o quiseres utilizar, basta tirares o cesto, onde tens tudo o que necessitas. Facilita também a arrumação. Como todos os objectos da mesma categoria estão aqui reunidos, evita que hajam coisas semelhantes espalhadas pela casa, pelo que também encontras mais facilmente o que queres.

Sugiro-te ainda que definas uma categoria para todos os objectos, que não consideres nada como tralha (se não encontrares objectos semelhantes, podes criar uma categoria nova, mas categoriza-o!). Isto evita a ter espaços entupidos de objectos que não sabemos muito bem onde os colocar. Cá em casa deixámos inclusive de ter uma «gaveta da tralha».

Cada objecto deve de ter um lugar próprio.

8) Depois de usares, devolve ao lugar a que pertence - esta é uma regra básica para prevenir trabalho extra. Arrumar na hora, é super-rápido. Quando não o fazemos, as coisas vão acumulando e acabamos por perder bem mais tempo a arrumar.

Uma coisa que pode ajudar, é adquirires o hábito mental de avaliares o espaço por onde passas. Este deve ser deixado, como foi encontrado antes de haver desarrumação.

Mas não sejas paranóico/a. A casa é para ser vivida e é normal que haja desarrumação, quando nos envolvemos em alguma actividade. Os objectos devem de ser devolvidos, mas só quando nos fartamos e vamos fazer outra coisa.

9) Arruma enquanto percorres a casa - alguns chamam-lhe «a dança dos cómodos» e consiste em aproveitarmos para levarmos objectos que estão fora do sítio, quando vamos de uma divisão para outra.

Depois de conhecer esta estratégia, comecei a praticá-la. A verdade é que se transformou num hábito de tal forma entranhado, que chega a ser estranho... Não sei como, mas arrumo automaticamente, quase sem me aperceber. Por vezes ouço o meu marido "Já arrumaste aquele copo? É que eu ainda o ia utilizar.". Quando dou por mim, já o coloquei na máquina de lavar louça e nem me lembro de o ter feito. Ah! Depois, pensando bem... "Sim, arrumei." Sem comentários...

10) Antes de comprares, verifica se é mesmo necessário ou se te traz alegria - aqui é um pouco o oposto do ponto anterior. Em vez de comprares por hábito, mesmo que seja uma excelente promoção (aproveita, só mesmo se utilizares), avalia o objecto antes de o trazeres. Precisas mesmo disso? Adoras realmente? Pensa duas vezes, porque será algo que irá ocupar mais espaço lá em casa. (Isto vale também para assinaturas de revistas). Ah! E quanto mais gastares em coisas, menos terás para experiências positivas como viagens, jantares, etc.

Outra coisa que deves de ter em mente, é que um objecto bonito, fica em destaque se não estiver rodeado rodeado de mil e uma coisas. Se entupires a casa com bibelôs, aquele objecto que tanto adoras, que provavelmente trouxeste de uma viagem especial com o teu marido... será só mais um. Fica mais difícil, para aquele objecto, evocar emoções positivas em ti.

Um objecto decorativo, como uma jarra, parece muito mais bonito se estiver em destaque.

11) Impõe limites à quantidade de objectos - não me refiro a um «número mágico», isso varia de pessoa para pessoa. Claro que podes definir para ti que só terás x peças de roupa, mas pessoalmente, prefiro limitar de outra forma.

Quando organizei os objectos em áreas menores, arrumei de forma a que com um olhar rápido consiga perceber imediatamente tudo o que está em dada área. Não há objectos em monte ou empilhados (excepto em coisas iguais, como os pratos da cozinha). Assim, o meu limite são essas áreas. Não comprarei mais maquilhagens, do que as que cabem no seu cesto. Não irei ter mais decorações de natal, do que as que cabem na sua caixa, etc. Quanto muito poderei comprar para substituir algo velho ou que ocupe uma área que tem realmente pouca coisa.

Por vezes, é certo que tenho de reajustar alguns limites. Na despensa, felizmente reduzi a área dedicada aos doces, enquanto que aumentei a área para produtos saudáveis (chia, quinoa, etc.). Mas nesse caso, houve uma boa justificação. E para esticar um limite, encolhi outro.

12) Opta por artigos práticos e versáteis - isto também vem na linha de fazer compras de forma consciente. Tentar comprar roupa, móveis, electrodomésticos, fáceis de manter e limpar. E, de preferência, que desempenhem mais do que uma função. Por exemplo, se necessitas de uma secadora de roupa, porque não compras uma máquina que lave e simultaneamente seque? Assim, terás só 1 electrodoméstico em vez de dois.

13) Faz destralhes periódicos - depois de destralhar, temos de fazer uma manutenção, para não perdermos o controle da situação. Há a desarrumação diária, decorrente das actividades em que nos envolvemos, mas há também coisas que se vão acumulando com o tempo (por ex. caixas de medicamentos, novos manuais escolares, prendas que recebemos, etc.).

Eu costumo destralhar com a seguinte frequência (claro que no teu caso, deves destralhar como for mais prático para ti):
- destralhe diário - uns 15 minutos antes de jantar percorro toda a casa. Arrumo o que está fora do sítio e deito fora o que é tralha. Antes de deitar, basta arrumar os objectos das actividades em que nos envolvemos ao serão;
- destralhes semanais - no meu caso, sempre que faço compras, aproveito para retirar o que está a mais no frigorífico;
- destralhes mensais - em cada mês, aproveito para destralhar uma área específica: cestos com medicamentos, arca congeladora, etc.;
- destralhes bi-anuais, quando muda das estações quentes para as frias e vice-versa - em vez de ter tudo misturado, passei a ter mais acessível no roupeiro, a roupa da estação em questão. Assim, quando muda a estação, é uma desculpa para verificar a roupa que tenho e se necessito de desfazer-me de alguma coisa;
- destralhes anuais, durante a «limpeza geral de Verão» - sim, eu faço as limpezas maiores no Verão e não na Primavera. Gostos!... Mas é nessa ocasião que aproveito para verificar o interior de todos os armários e retirar o que já não faz sentido;
- destralhes ocasionais - estes são feitos quando sinto que tenho de o fazer, devido a alguma alteração no estilo de vida (por exemplo, quando reduzi o espaço para doces na despensa) ou simplesmente por que me apetece.

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Este é o primeiro passo para manter uma casa limpa e arrumada diariamente. É talvez o mais difícil e demorado, mas vale muito a pena. Até porque depois do «grande destralhe», os destralhes seguintes são quase mínimos (pelo menos no meu caso) e a manutenção fica radicalmente mais fácil. 

Se tudo isto te parecer complicado, lembra-te que estás a criar boas energias para a tua casa. Como será bom chegares ao fim do dia, e teres tempo para te sentares no teu recanto favorito a ler um bom livro. De preferência com imagens bonitas ao teu redor, num espaço que convida ao relaxamento.


Fotos:1.ª karlssonuddare; 2.ª Wook; 3.ª Pexels;   4.ª Skeppsholmen; 5.ª Esny; 6.ª e 8.ª Interior Design and Decoration7.ª El Mueble; 9.ª svenskfast.
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segunda-feira, 1 de maio de 2017

Pensamento/Lema da semana #343


" Hygge é muito mais ser do que fazer." 
Anna Skyggebjerg

Foto: Steph684
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sexta-feira, 28 de abril de 2017

Como manter a casa limpa e arrumada diariamente #1


O ambiente onde vivemos influencia o nosso estado de espírito. Tanto nos pode trazer boas energias e convidar ao relaxamento, como pode ser pesado, deixando-nos ainda mais tensos e nervosos. Por vezes reflecte algo maior, como o estado geral da nossa vida: calma e feliz ou stressada e sufocante.

Por isso é tão importante que a nossa casa esteja limpa e organizada. Quem não gosta de chegar a casa, após um dia cansativo e vê-la limpinha e perfumada, sem tralha espalhada por todo o lado? Quem não gosta de sentir que ali pode relaxar, ao invés de pensar que a casa representa unicamente mais uma jornada de trabalho?

Claro que nos dias de hoje não é fácil. Temos vidas muito agitadas, e é difícil encontrar tempo e energia para manter tudo em ordem. Contudo, se deixarmos a casa de lado, ela vai-se tornando num lugar muito triste - oposto ao refúgio relaxante, onde desejamos chegar ao fim do dia.

Pessoalmente, acho que não devemos tornar-nos escravos da casa. Devemos sim adquirir alguns hábitos que nos facilitem a vida. Que nos permitam viver num lugar acolhedor, e, simultaneamente, ter um espaço na agenda para nós e para a nossa família.

Na verdade, tento ver o cuidar da casa não como uma obrigação, mas antes como uma forma de criar energia positiva, de transformá-la num lugar agradável e acolhedor. Isto sem stresses, sem ambicionar a perfeição - pois a prioridade é mesmo o bem-estar da família (e isso implica ter tempo para eles).

Resolvi por isso fazer uma série de posts, com sugestões para manter a casa limpa e arrumada todos os dias. Partilharei dicas que experimentei e que melhoraram a minha vida. Algumas já estão de tal forma entranhadas, que se transformaram em verdadeiros hábitos. Outras, ainda estão em fase de implementação. Em suma, são muitos truques. Mas tudo somado, permite-nos alcançar o tal objectivo de organização e limpeza, poupando o máximo de tempo possível.

Para facilitar, organizei as diversas sugestões em 10 partes principais (cada uma delas corresponderá a um post):
4.ª Parte – A rotina diária;
5.ª Parte – As compras semanais;
6.ª Parte – O tratamento de roupas;
7.ª Parte – Prevenir a sujidade;
8.ª Parte – A faxina/limpeza da casa;
10.ª Parte – Envolver a família.

Aguarda assim pelos próximos posts. Espero sinceramente, que facilitem a tua vida, como têm facilitado a minha. Ah! Se tiveres sugestões adicionais não hesites e partilhar.

Um abraço e até para a semana!

Foto: Alvhem.
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quarta-feira, 26 de abril de 2017

Férias em modo slow

As férias da Páscoa chegaram. Aproveitámos mais a nossa cidade e estivemos uns dias (poucos) no Algarve. 

Na imagem, a praia de Santa Eulália em Albufeira. Jantávamos mais cedo e íamos lá antes do anoitecer. Só para olhar o mar, sentir aquele cheiro, aquela brisa... enquanto os miúdos brincavam na areia. Há coisa mais relaxante que ouvir o som das ondas? Maravilhoso!


Na nossa cidade olhámos a beleza das pequenas coisas. É uma cidade do centro do país, onde os ritmos são mais lentos. Ainda assim, está repleta de história e de lugares bonitos. Chama-se Abrantes. Já ouviste falar?

À direita, uma das vistas da cidade. No aglomerado de casas, avista-se a igreja de São Vicente, mandada construir aquando da conquista de Abrantes por D. Afonso Henriques. Foi entretanto destruída pelos mouros e novamente reconstruída por empregados do Convento de Cristo de Tomar.

Não, não te vou falar de história. Só estou a mostrar-te o quanto de histórias interessantes podemos descobrir nos lugares onde moramos.



A minha cidade é também chamada de «cidade florida», dada a quantidade de flores um pouco por todo o lado. Hoje em dia, com pena minha, as pessoas não têm flores nas varandas como antigamente. Ainda assim, os espaços públicos continuam encantadores.
E agora, novamente o mar, desta vez pela manhã, quando a praia ainda se encontrava deserta. Haverá melhor hora para sentir paz interior, o tão falado hygge (ou felicidade pura), do que ao nascer e pôr-do-sol?



Ainda em casa, testei novos sabores. Aqui as papas de aveia proteicas do Jamie Oliver. A acompanhar, um chá de frutos silvestres.

Andava a ler vários livros em simultâneo. Conclui alguns e concentrei-me neste: o "Menos é Mais" da Francine Jay. Um livro sobre minimalismo, sem radicalismos, apenas focado na melhoria de qualidade de vida. Uma leitura agradável!










Pela cidade, mais um recanto a fazer juz à Primavera. E isto junto a umas casas-de-banho públicas...


Uma janela rústica e um emaranhado de plantas.



Mais uma receita, deliciosa por sinal, baseada na dieta paleo. É uma salada de frango crocante com amêndoa, receita do livro "Chegar Novo a Velho - Receitas".












E agora uma vista do Algarve. Outra vez o mar.



Nessas paragens, experimentámos sabores mais tradicionais. Aqui um arroz de marisco. Um pouco de mar à mesa.














A hora mágica do entardecer, na minha cidade. Em pano de fundo a Igreja de São João Baptista, fundada pela rainha Santa Isabel para celebrar a paz entre o marido, o rei D. Dinis e o filho D. Afonso.


Na verdade não saímos muito. Queríamos ir a uma série de locais e desistimos de quase todos. A ideia era relaxar, não andar a correr de um lado para o outro. 

As férias envolveram prazeres simples como a leitura, escrita e caminhadas por lugares bonitos. Somente isso.

A princesa andou de patins, neste lugar encantador de Abrantes. O castelo ao fundo, o parque radical mesmo ali. História e desporto, num só lugar. Nós apreciávamos simplesmente a vista.



No Algarve, optámos por fazer umas partidas de ténis. Foi super-divertido! Mas também tive consciência de que não consigo correr como dantes. Queria tanto, mas tanto, ter tempo para praticar desporto...

Também relaxámos na piscina aquecida e, à noite, depois de deitar o Luquinhas, assistíamos a um filme (há que tempos não me sentava, para ver algo na TV - a sério, soube-me mesmo bem).
Não resisti e comprei este livro do pediatra Mário Cordeiro, o "Educar com Amor". Aborda temas tão interessantes, como um capítulo inteirinho a explicar «como ensinar uma criança a ser alegre». Maravilhoso! Quando terminar de ler, certamente falarei dele no blog. A verdade é que estou a ficar absolutamente fã deste autor!

Pena que no Algarve foram, na prática, só 3 dias. Os outros 2 foram passados a viajar. Para descansar verdadeiramente, precisávamos de mais um tempo longe da correria diária. Ainda assim, o facto de não termos andado de um lado para o outro, ajudou bastante. O mar, um bom livro e tempo em família, são o melhor das férias. Fazer tudo em modo mais brando, dedicar tempo unicamente a ser feliz.

A última foto é novamente do mar. Lindo como só ele. Ali, um pouco antes do anoitecer.


Fotos: Mafalda S.
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segunda-feira, 24 de abril de 2017

Pensamento/Lema da semana #342


"(…) a maneira de estar na vida de cada um
 tem consequências
e, para lá das que recaem sobre si mesmo, 
tê-las-á sobre aqueles de quem depende a educação, o ensino e a aprendizagem, 
não apenas o do português, da matemática ou do estudo do meio, 
mas, principalmente, o da vida (...)." 
Mário Cordeiro

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segunda-feira, 17 de abril de 2017

Pensamento/Lema da semana #341

"Para mim, ler é hygge (…)." 
Anna Skyggebjerg

Foto: Unsplash
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domingo, 16 de abril de 2017

Uma Páscoa Feliz!


Aproveita cada minutinho desta Páscoa
para criares memórias felizes!
Desejo-te tudo de bom!

Imagem: fabQuote
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