quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Até um dia... pai

O pai, aos 20 anos
O passado dia 2 de Setembro, foi um dos dias mais tristes da minha vida. O meu pai partiu para sempre. 

Chamaram-me para me poder despedir e todo tempo fiquei a fazer-lhe festas na cabeça, enquanto dizia palavras de amor. O quanto gostava dele, dos bons momentos que passámos juntos, dos imensos amigos/familiares que todos os dias ligaram a perguntar por ele.

Sei que ele tinha o desejo de reencontrar o amor da sua vida, a minha mãe, e também a minha irmã. Acreditava que no céu isso seria possível. E eu tento focar-me nisso, porque a tristeza é tão, mas tão grande... Mas sinto que ele estará num lugar melhor, junto de quem ama.

Nos últimos tempos andei com ele em vários médicos, fez imensos exames e análises. Mas estava  cada vez mais fraco. Acabou por apanhar uma pneumonia bilateral e foi isso que o levou. Não foi de covid, mas sinto que esse maldito vírus me impediu de estar mais perto dele nos últimos momentos, no hospital. Excepto no último dia. Aí, com o devido equipamento de proteção, pude estar com ele. Não sei sequer se me ouvia, mas fui-lhe dizendo palavras de amor...
Com alguns dos seus amigos
(é o que está sentado à direita)

O meu pai, para ser franca, teve uma vida extremamente difícil. Trazia uma tristeza nele, que por vezes me contagiava. Chegava a fazer-me mal. Mas, eu tentava compreender.

A mãe dele era uma querida, mas o pai, infelizmente, após uns negócios mal sucedidos, começou a beber. Era agressivo e parecia que só trazia raiva dentro dele. Agredia a minha avó, dava pontapés na panela do jantar. Não foram poucas as ocasiões em que tiveram de dormir em casa de vizinhos.

O meu pai, o mais novo dos irmãos, tinha o sonho de ser cientista. Mas ao contrário dos primos que puderam estudar, o meu pai não pôde. Simplesmente porque o pai desperdiçava todo o dinheiro em bebida e os filhos tiveram de trabalhar, desde cedo, para ajudar a mãe. O meu pai só fez a quarta classe e a minha querida tia N. (a mais velha e otimista dos irmãos), nem sequer foi à escola. No dia em que o meu avô faleceu, a sensação foi quase de alívio... é triste dizê-lo, mas foi assim.

O que é curioso é que os manos, dois rapazes e duas raparigas, foram sempre muito unidos e nenhum deles teve problemas com a bebida.

Na tropa, no tempo em que conduzia carros de combate
(é o 2.º a contar da esquerda)
Na companhia dos amigos, o meu pai também era mais feliz. Falava-me dos bailes, das miúdas, das cantorias (o meu pai cantava muito bem). Também guardava com saudades o tempo do serviço militar, onde fez vários amigos. Ele conduzia carros de combate e o ano passado oferecemos-lhe uma miniatura do modelo que ele conduzia. Impressionante como aquilo lhe trazia boas recordações, algumas delas bem engraçadas.

Num casamento
(é o de chapéu lá atrás, pois estava de luto
pelo seu pai e na terra, era tradição usar esse vestuário)
Entretanto ele e a minha mãe apaixonaram-se. Um amor tão lindo. Tão puro. Certo dia, era eu pequena, e encontrei um monte de cartas lá em casa. Abri a primeira e o meu pai chamava alguém de "minha querida"... não li e entreguei à minha mãe. Eram imensas cartas de amor que eles haviam trocado na juventude. Tinham tanto em comum... Ambos amavam música (a minha mãe também tinha uma voz lindíssima) e a Natureza. Ele parecia uma enciclopédia das árvores. Conhecia tantas e fazia com cada experiência (para nós ter uma árvore no quintal que fosse metade pessegueiro, metade ameixieira, era uma coisa perfeitamente normal). A minha mãe, por sua vez, adorava flores. Comprava revistas de flores e havia vasos e jarras por toda a casa.

Sempre se deram bem. Sempre foram unidos.

Entretanto casaram e tiveram uma filha, a minha irmã. Muito meiguinha e muito inteligente. Convidaram para padrinho o melhor amigo do meu pai, que por acaso era irmão da minha mãe.

Os anos passaram felizes. Até que começaram a suceder uma série de tragédias.

A minha mana estava a brincar com a sua amiguinha e prima, a filha mais nova da tia N. Entretanto ela atravessou a rua para ir buscar um lanche. Mas uma mota apanhou-a e a minha mana viu a prima morrer à sua frente. Foi uma enorme tragédia.

Passado pouco tempo, em Abril de 1978, o meu pai perdeu o melhor amigo, devido a um aneurisma. No funeral, uma vidente chegou-se junto deles e disse-lhes que poderiam estar tristes, mas que uma tristeza ainda maior aconteceria nesse ano. Que mensagem arrepiante! O ano passou triste com todas aquelas perdas. Mas no dia de Natal, aconteceu a pior das dores que um pai pode sentir. A minha irmã  estava com o primito de 3 anos (filho do padrinho que havia falecido) e com a sua outra melhor amiga. Veio entretanto um carro, com uma jovem condutora que tinha bebido, em direção a eles. A minha irmã empurrou o primo salvando-o. A amiga partiu um braço e a minha irmã morreu num helicóptero a caminho de Lisboa. Foi uma dor tão grande, mas tão grande, que os meus pais andaram numa tristeza inimaginável.
Com outro amigo e a sua adorada bicicleta, pois ele adorava pedalar
(é o mais alto, à direita)

Entretanto, com o meu pai quase a fazer 41 anos, nasci eu. Sei que toda a gravidez foi uma grande alegria. Então quando perceberam que era uma menina mais felizes ficaram. Eu não era para ter nascido, mas sei que vim trazer uma luz à escuridão em que se encontravam.

Tivemos momento felizes juntos. Com o meu pai a contar-me histórias para adormecer, a jogar badminton na rua, a empurrar-me num baloiço (feito por ele mesmo), a ver o MacGyver comigo, ou a passear no pinhal de Leiria quando íamos passar férias em Monte Real.

Mas, novamente, nem tudo foi fácil. A verdade é que fui uma criança bastante doente. Estive ou 7 ou 9 vezes (não lembro ao certo) internada no hospital, com problemas pulmonares. Por vezes, quando estava mal, nem conseguia dormir com dores no peito e aquela falta de ar. Então ele deitava-se ao meu lado e fazia-me festinhas na cabeça (como eu fiz da última vez que estive com ele) e eu adormecia.

Com o passar do tempo eu melhorei. Mas justo nessa altura ficou mal a minha mãe. Acabou por falecer de cancro. Eu tinha acabado de fazer 13 anos. No último dia que estive com ela, recordo-me de ela me dizer "É muito triste! Não pude ver os filhos da tua irmã, porque ela morreu. E agora não poderei ver os teus, porque morro eu." E partiu... O meu pai andou numa tristeza profunda.

E eu também. Era tudo muito pesado. Tudo muito triste. Na altura caí numa depressão. Provavelmente ele também, mas só eu recebi tratamento.

Depois disto, com todo o meu apoio, ele voltou a casar. Os primeiros anos foram alegres, com passeios e momentos de confraternização com a família da minha madrasta. Mas mesmo assim, a tristeza não o deixou. Eles não eram tão parecidos e o meu pai estava muito marcado pela dor.

Quando a neta nasceu, aquilo foi uma grande alegria para ele. E posso dizer que até ela ir para o Jardim-Escola ele foi o grande amigo da minha filha. Adoravam-se um ao outro.

Mas a tristeza na minha família e ansiedade é uma coisa tão forte, que talvez (ou melhor, de certeza) foi por isso que me dediquei a estudar a "felicidade". Queria deixar outro legado aos meus filhos. Queria mais alegria nas nossas vidas.

Ultimamente, o meu pai não era capaz sequer de disfarçar a tristeza. E a recusa em tratar a depressão há mais tempo também não ajudou. Escrevia poemas tristes, em que falava do desejo de reencontrar a minha mãe (o grande amor da sua vida, como ele dizia) e a minha irmã no céu. Mas também registava fados que tinha tudo a ver com o seu estado de espírito. O primeiro que registou no seu caderno, foi o "Saudades trago comigo" do Camané. Tem tudo a ver com o que ele sentia.

"Saudades trago comigo
Do teu corpo e nada mais
Pois a lei por que me sigo
Não tem pecados mortais

Talvez tu queiras saber
Porque em vida já estou morto
São apenas, podes crer,
As saudades do teu corpo

E tu que sentes por mim
Desde essa noite perdida
Sentes esse frio em ti, 
Que eu sinto na minha vida?

Eu sei que o teu corpo
 Há-de sentir a falta do meu
Por isso eu tenho a saudade
Que o meu corpo tem do teu."

Sinto tanto por tudo ter sido assim. Sinto por tudo o que ele passou. Sinto a saudade que deixou. Mas também sinto que hoje, certamente está mais feliz, sem dor de corpo e de alma, junto dos seus entes queridos.

Pai, até um dia... que agora finalmente estejas em paz.

Fotos: Acervo pessoal do meu pai
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segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Pensamento/Lema da semana #517


"Se há um algum conforto na morte de alguém que amamos, 
é o de saber que a pessoa está indo para um lugar 
onde não há tristeza, maldade e dor."
Autor desconhecido

Foto: jplenio
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segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Pensamento/Lema da semana #516


"Nunca irá mudar a sua vida
até que mude algo que faça diariamente.
O segredo para o seu sucesso
reside na sua rotina diária."
John C. Maxwell

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quinta-feira, 27 de agosto de 2020

Estudo - o tipo de alimentação que mais contribui para um peso saudável

Presentemente, ando a ler um livro fascinante: o "Mude de Alimentação, Salve o Planeta" de Suzy Amis Cameron. A ideia é que pelo menos uma das nossas refeições diárias seja de origem vegetal. Com isso estaremos a ajudar o planeta e a melhorar a nossa saúde.

O livro está repleto de estudos e houve um que me chamou a atenção. Foi um estudo levado a cabo por N.S. Rizzo, K. Jaceldo-Siegl e J. Sabaté e publicado no Journal of the Academy of Nutrition and Dietetics, que envolveu o acompanhamento de mais de 70 mil pessoas, que ingeriam aproximadamente 2000 calorias por dia. A ideia era perceber qual o padrão alimentar que tem mais probabilidade de ajudar a perder peso e a manter um peso saudável (claro que o exercício físico também ajuda, mas aqui, a ideia foi isolar e perceber o efeito da alimentação).

Apesar de todos os participantes ingerirem o mesmo número aproximado de calorias, a proveniência das mesmas divergia. Assim, foram analisados 5 padrões alimentares diferentes:
  1. o dos consumidores de carne;
  2. o dos consumidores ocasionais de carne (o meu padrão atual);
  3. o dos que fazem refeições vegetarianas, mas que também consomem peixe;
  4. os ovolactovegetarianos;
  5. os veganos.
A conclusão é que os veganos tinham o menos IMC (índice de massa corporal) médio e os consumidores de carne, por sua vez, tinham o maior.

Quanto à taxa de obesidade, esta prevalecia em: 
- 33% dos consumidores de carne;
- 24% dos consumidores ocasionais de carne;
- 17,9% dos que fazem refeições vegetarianas, mas também consomem peixe;
- 16, 7% dos ovolactovegetarianos; 
- 9,4% dos veganos.

É um grande contraste, para quem consome as mesmas calorias... de 33% para 9,4%.

Mas há uma explicação para isto. Esta tem que ver com a forma como o organismo reage após o consumo de uma refeição (e basta uma única refeição para se detetarem estes efeitos). Depois de ingerirmos refeições de origem animal, o nosso corpo tende a armazenar as calorias sob a forma de gordura. Já com refeições de origem vegetal, o organismo tende a queimar essas calorias, imediatamente após termos comido. Mistérios do corpo humano...

Pessoalmente, eu tenho um peso normal. Ainda assim, estou cada vez mais voltada para refeições de origem vegetal. Pelo bem-estar animal, pelo planeta e porque quero sentir-me mais saudável (sim, porque são muitos os benefícios para a saúde deste tipo de alimentação).

Para já ando a testar e até a inventar receitas (a da foto, foi uma invenção: schnitzel de curgete com salada). Isto porque quero fazer uma alimentação mais saudável, mas com sabor (as receitas sem graça desanimam-me). Posso substituir queijo normal, por vegano. Em vez de fritar, posso levar ao forno. Posso usar ervas aromáticas, para dar sabor... e posso testar receitas dos meus livros de culinária. Assim já saberei o que me agrada, e aos poucos vou mudando. Ainda ontem, com a ajuda do pequenino cá de casa, fizemos uma pizza vegana. Ficou uma delícia!...

NOTA ADICIONAL: Por sugestão de uma nutricionista, e concordo totalmente com ela, faço a ressalva que, se enveredarem por um padrão alimentar diferente do habitual, como por exemplo uma dieta vegana, esta deve ser bem estruturada para evitar carências de nutrientes.  Assim, nada como se aconselharem previamente com um profissional, para que essa mudança alimentar vos traga efetivamente benefícios e não o contrário. 

Foto: Mafalda S.
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segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Pensamento/Lema da semana #515


"O truque mais importante para ser feliz,
reside em constatar que a felicidade é uma escolha que se faz 
e uma habilidade que se desenvolve.
Escolhemos ser felizes
e depois trabalhamos nesse objetivo."
Naval Ravikant

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segunda-feira, 17 de agosto de 2020

Pensamento/Lema da semana #514

 
"O otimismo é um íman para a felicidade.
Se permaneceres positivo/a,
coisas boas e pessoas boas
serão atraídas para ti."
Mary Lou Retton

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domingo, 16 de agosto de 2020

Livros - resumos & opiniões

Eis uma lista dos livros sobre os quais dei opinião ou fiz um breve resumo, com respectivos links para os posts (em constante actualização):

😃 Felicidade (Psicologia Positiva)
"O Livro do Hygge" de Meik Wiking


🙏 Meditação
"52 meditações para crianças" de Susana Guerreiro
👪 Educação e Parentalidade Positiva

⏰ Gestão de Tempo

"O Método Bullet Journal" de Ryder Carroll
"Tempo para Tudo - Organização e Gestão Pessoal" da Deco Proteste
"O Poder do Menos" de Leo Babauta

 📝 Destralhe/minimalismo e organização
💉Saúde
"Anti Cancro" de David Servan-Schreiber
"Costas Saudáveis" de Suzanne Martin
"Uma casa mais saudável, uma família mais feliz" de Marcelina Guimarães e Miguel Fernandes
"Vencer a Depressão com a Psicologia Positiva" de Miriam Akhtar

🍀 Ecologia

🌸 Espiritualidade
"Liberta-te de Pensamentos Tóxicos" de Rute Caldeira
"Provas da Vida Depois da Morte - A ciência das experiências de quase morte" do Dr. Jeffrey Long e de Paul Perry

🌿 Outros livros (de bem-estar em geral)

🍏🍲 Livros de Receitas
"Cozinha Prática para o Dia-a-dia"
"Ingrediente Secreto" de Henrique Sá Pessoa (volumes 1, 2 e 3)
"MasterChef - Curso de Cozinha"
"Natural" de Joana Alves
"Receitas Saudáveis" de Jamie Oliver

BOOK HAUL's e outros:
♦ Livros que melhoraram a minha vida (ponto de situação a 18/12/2013)
[livros abordados: "Aprender a Ser Feliz" de Tal Ben-Shahar; "Como Ser Feliz" de Sonja Lyubomirsky (deixou de ser publicado em português), "Vencer a Depressão com a Psicologia Positiva" de Miriam Akhtar, "Tranquila-mente" de Vítor Rodrigues, "Como Deixar de Se Preocupar e Começar a Viver" de Dale Carnegie, "Como Simplificar a Sua Vida  - Viver de Modo Mais Simples e Feliz" de Werner Tiki Küstenmacher, "Tempo para Tudo - Organização e Gestão Pessoal" - guia Deco Proteste; "O Poder do Menos" de Leo Babauta, "Educar para a Felicidade" de Christine Carter, "A Família em Primeiro Lugar - o Plano Passo a Passo para Criar uma Família Feliz" de Dr. Phil McGraw, "Educar para o Optimismo" de Helena Águeda Marujo, Luís Miguel Neto e Maria de Fátima Perloiro, "Para Viver Mais e Melhor" de Sally Brown, "A Economia lá de Casa" de João Martins]

♦ Livros que melhoraram a minha vida #2 (ponto de situação a 10/07/2019)
[livros abordados: "Como Ser Feliz" de Sonja Lyubomirsky (deixou de ser publicado em português), "O Livro do Hygge" de Meik Wiking, "Thrive" de Dan Buettner, "Shinrin Yoku" de Yoshifumi Miyazaki, "O Livro das Pequenas Revoluções" de Elsa Punset; "A Sabedoria da Oprah" de Lisa Ashton, "Rainha D.ª Amélia - Uma Biografia" de José Alberto Ribeiro, "D. Fernando II" de Maria Antónia Lopes, "Becoming. A Minha História" de Michelle Obama, "A Família em Primeiro Lugar - o Plano Passo a Passo para Criar uma Família Feliz" de Dr. Phil McGraw, "1333 Perguntas para Fazer ao Seu Pediatra" de Mário Cordeiro, "O Grande Livro dos Medos e das Birras" de Mário Cordeiro, "Educar com Amor" de Mário Cordeiro, "Educar para a Felicidade" de Christine Carter, "Pais à Maneira Dinamarquesa" de Jessica Alexander e Iben Sandahl, "O Método Bullet Journal" de Ryder Carroll, "Arrume a Sua Casa, Arrume a Sua Vida" de Marie Kondo, "Anti-Cancro" de David Servan-Schreiber, "Uma Casa Mais Saudável, Uma Família Mais Feliz" de Marcelina Guimarães e Miguel Fernandes, "A Economia lá de Casa" de João Martins, "O Minuto Verde" da Quercus, "A Sexta Extinção" de Elizabeth Kolbert, a Bíblia de Frederico Lourenço (tenho o volume I e o volume III), "Provas da Vida Depois da Morte" de Jeffrey Long e de Paul Perry, "Natural - O Grande Livro da Cozinha Vegetariana" de Joana Alves.

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∎ Livros do Verão de 2017
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∎ Livros do 1.º semestre de 2018
∎ Livros do 2.º semestre de 2018
∎ Livros do 1.º semestre de 2019

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