terça-feira, 26 de abril de 2011

Férias

Passei por aqui somente para vos deixar um abraço. Esta semana estou de férias, pelo que não terei tempo para escrever no blog, nem para passar pelos vossos cantinhos.

Vou sentir a vossa falta, mas é por uma boa causa. Vou mimar muito a minha filhota e o maridinho.

Ah! Já agora, sigam o conselho do Raúl Solnado: "Façam o favor de serem felizes!".

Foto: Google images - Autor não identificado.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Pensamento/Lema da semana #29









"O futuro dependerá daquilo que fazemos no presente".
Mahatma Gandhi







Imagem: Google images – Autor não identificado

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Páscoa Feliz!

O meu tempo esta semana escasseou. Andei numa correria, mas por uma boa causa: para a semana estou de férias (yupii!).

Quase não tive oportunidade para me dedicar à blogosfera. Mas recebi um selinho da Páscoa da Roberta do Blog Luz, que com muito carinho aqui coloco. Com este, aproveito para vos desejar a todos uma Santa e Feliz Páscoa, na companhia dos que mais amam. Tudo de bom para vocês!
(Fiquem à vontade para pegar o selinho para o vosso blog).

terça-feira, 19 de abril de 2011

Use a neuroplasticidade do cérebro a seu favor

Todos nós já ouvimos expressões como “burro velho não aprende”, ou então “pau que nasce torto, jamais se endireita”. Durante muito tempo pensou-se que o cérebro só se podia desenvolver durante a infância e juventude. Os adultos tinham de conformar-se com ideia de que daí por diante as suas capacidades mentais teriam um percurso descendente.

A boa notícia? Na realidade, o cérebro de um adulto continua a transformar-se, pelo que podemos continuar a moldar o nosso cérebro de modo a obter melhores prestações (é a chamada neuroplasticidade). Como? Através da repetição de determinados padrões de actividade.

Por exemplo, se uma pessoa é habitualmente optimista, mais alegre, etc., as conexões cerebrais próprias para a alegria estão mais desenvolvidas. Pelo facto destas áreas cerebrais serem mais utilizadas, estão mais fortalecidas. Assim, são mais felizes as pessoas que tentam ver o lado positivo de cada situação. Mesmo que actualmente não aja assim, modificando a sua atitude poderá desenvolver estas áreas do cérebro. Como refere um artigo de Paula Maria Simões, na revista FOCUS 596/2011 “(…) os pensamentos e os sentimentos que ele [o cérebro] produz (…) podem alterar fisicamente a estrutura cerebral”.

Eis algumas técnicas para conseguir utilizar a neuroplasticidade do cérebro a seu favor:
1) Da próxima vez que ocorrer um acontecimento adverso na sua vida, ao invés de se focar no problema, concentre-se nas soluções e nas lições que pode retirar daí (se necessário, registe-o por escrito);
2) Pratique visualização criativa, imaginando-se a alcançar os seus objectivos com o máximo de detalhes possíveis;
3) Delimite o essencial do acessório, dando prioridade às tarefas/informação necessárias para o alcance dos seus objectivos;
4) Aprenda todos os dias um pouco mais, sobre assuntos ligados ao seu propósito de vida (isso irá obrigar o cérebro a criar novos circuitos cerebrais, que permitirão uma maior criatividade e capacidade de resolução de problemas);
5) Pratique actividade física, pois esta também melhora o rendimento intelectual;
6) Pratique meditação, de modo a desenvolver a sua capacidade de concentração e relaxamento;
7) Recorra a uma alimentação promotora de felicidade;
8) Rodeie-se de pessoas/influências positivas, que o estimulem a acreditar e a desenvolver as suas capacidades.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Pensamento/Lema da semana #28


"Frequentemente subestimamos
o poder de um toque, um sorriso,
uma palavra gentil, um ouvido à disposição,
um elogio sincero, ou o menor acto de atenção, tudo aquilo que tem potencial para mudar
a vida ao nosso redor."
Leo Buscaglia



Foto: Google images - Autor não identificado

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Cultivar ervas aromáticas

Este ano dediquei-me a cultivar algumas ervas aromáticas. A minha ideia surgiu por três razões:
1.ª) passar a utilizar mais ervas aromáticas, reduzindo o sal na confecção de alimentos;
2.ª) ter sempre à mão ervas de origem biológica (eu cá não adiciono químicos);
3.º) ter um espaço encantador na minha varanda (ficam tão lindas, que até lhe dão um ar ajardinado).

Há uns tempos, comprei-as já num pequeno recipiente de plástico e transferi-as para os vasos que tinha lá por casa. Plantei coentros, salsa, cebolinho, hortelã e também tenho malaguetas (já sei… esta última é uma fruta e não uma erva). Algumas já vão na segunda geração, mas continuam a combinar muito bem com os meus cozinhados.

Em resumo, adoro os meus vasinhos! Fotos: Mafalda S.

terça-feira, 12 de abril de 2011

TESTE: Coloca sempre os outros em primeiro lugar?

Desde pequenos que nos são incutidas ideias como as de que «temos que realizar primeiramente o desejo dos outros antes dos nossos», ou então de que «é egoísmo pensar em nós mesmos em primeiro lugar». Ouvem-se igualmente mil e uma opiniões sobre a forma como devemos viver, pelo que muitas pessoas acabam por fazer as escolhas dos outros e não as que desejavam lá no íntimo. Mas será que isso os irá fazer felizes? Será, que por oposição, deveremos unicamente pensar nas nossas necessidades, mesmo que isso implique passar por cima dos outros?

O segredo está no equilíbrio e, sim, para sermos felizes é importante que procuremos realizar o nosso propósito de vida e tentemos concretizar os nossos sonhos. Pessoalmente, acredito que todos nascemos com uma missão e a sua realização tornará este um mundo melhor.

Efectivamente, diversos estudos comprovam que as pessoas felizes e que vivem o seu propósito têm mais tendência para ajudar os que o rodeiam e a fazê-lo com verdadeiro prazer. No reverso da medalha, ignorar a sua própria felicidade origina muitas vezes sentimentos de ressentimento, falta de confiança na capacidade dos outros para fazerem as coisas sem a nossa ajuda, culpabilização e amargura.

Nunca desista de ser feliz se quer ver os que o rodeiam também felizes. Mas por agora deixo-lhe um teste que adaptado do livro “Gente Tóxica” do Teólogo e Psicólogo Bernardo Stamateas. Descubra se coloca sempre os outros em primeiro lugar:

««»»

Para cada questão, responda Verdadeiro ou Falso.

1 –
Se os seus amigos tivessem de o descrever, preferia que dissessem que é uma pessoa atenta aos outros, do que uma pessoa feliz?

2 –
Sente-se melhor a cuidar dos outros do que a permitir que os outros tratem de si?

3 –
Surpreende-se com o facto de perceber que as pessoas que o circundam são incompetentes (tem de ser você a fazer tudo)?

4 –
Considera que os outros não dão importância à maioria dos seus conselhos?

5 –
Sente que, por vezes, tem de morder a língua na presença dos seus filhos, cônjuges ou outros familiares?

6 –
Em termos genéricos, considera mais fácil fazer as coisas por si?

7 –
Se alguém o trata mal, continua habitualmente tratando essa pessoa como sempre o fez?

8 –
Por vezes os seus familiares ou amigos tomam por certo que podem contar consigo?

9 –
Por vezes aceita atitudes de familiares e de amigos que nunca aceitaria de um desconhecido?

10 –
Sente mais alegria de coisas boas quando há um ser que lhe é querido com quem as pode partilhar?

11 –
Por vezes desejaria largar tudo, descansar um pouco e não ter que se preocupar com os outros?

12 –
Em certas ocasiões respondeu a coisas que foram afirmadas na televisão, com comentários sarcásticos de correcção ao vocabulário ou à gramática?

13 –
Cumpre as promessas que faz, mesmo que isso signifique sacrificar as suas próprias necessidades?

14 –
Detestaria ser recordado como uma pessoa egoísta?

RESULTADOS:
Entre 1 a 2 “Verdadeiros” – A palavra “culpa” não entra no seu vocabulário. Na realidade, por norma coloca-se a si próprio em primeiro lugar. No seu caso, deverá analisar de não está a colocar as suas necessidades sempre acima das dos outros.

Entre 3 a 4 “Verdadeiros” –
É uma pessoa equilibrada e responsável, sabe satisfazer as suas necessidades mais profundas sem ser um escravo dos seus caprichos. Possui capacidade para encontrar prazer em muitas coisas.

Entre 5 a 7 “Verdadeiros” –
É uma pessoa abnegada de nível 1, um ser que adia as suas necessidades um pouco mais adiante, para quando for chegado o melhor momento para agir. O seu lema é “agora não posso, mas poderei mais para a frente”.

Entre 8 a 13 “Verdadeiros” –
A sua abnegação chega ao nível 2, uma pessoa que ignora as suas próprias necessidades, até as mais básicas como comer, dormir, receber afecto, estudos, etc. Obtém maior gratificação por cuidar dos outros do que de si próprio, maior tendência para fazer os outros felizes do que lutar pela própria felicidade. As pessoas descrevem-no como uma «boa pessoa»; servir constitui o auge da sua vida. Se lhe acontecem coisas maravilhosas, tende a partilhá-las com os outros, ama-os a todos, cuida deles e investe em todos eles. No entanto esquece-se de investir em si próprio.

Igual ou mais de 14 “Verdadeiros” –
Não reconhece as suas próprias capacidades; por esta altura já se converteu numa máquina de trabalhar, deixando de sentir, de pensar e de decidir o que é melhor para si. Neste ponto da sua vida, esta já não faz sentido, tem falta de sonhos e de expectativas; no seu íntimo apenas lhe resta espaço para a raiva e para frustrações extremas.

««»»

Por último, subscrevo a ideia de Bernardo Stamateas Só a si compete fazer a diferença. Haverá um determinado momento na sua vida em que terá necessidade de se dar conta do facto de que, se não satisfizer as suas necessidades, ninguém o fará por si. O que quer que seja que deseja que lhe aconteça, apague-o da sua mente e comece a desenhá-lo, a pormenorizar as metas a atingir e os passos a seguir, e avance de imediato até ao fim.

Foto: spicecomments.com
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