quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Planeie já o orçamento familiar para 2012

Basta abrir um jornal, ou ligar a televisão, para sabermos que o próximo ano promete um aperto de cinto às famílias portuguesas (e não só).

Havendo ou não crise financeira, é importante para a nossa felicidade deter controlo sobre o nosso dinheiro (ao invés de ser ele a controlar-nos a nós). Assim, sugiro que comece desde já a planear o seu orçamento familiar para 2012.

Ao lado está um exemplo de orçamento que adaptei de um modelo da microsoft (clique duas vezes na imagem para o conseguir ver ou clique uma vez e copie para o seu computador), no qual se pode basear para elaborar o seu próprio orçamento. Não consegui colocá-lo para download, mas se o quiser em formato Excel, para o adaptar às suas necessidades, envie-me um e-mail a solicitar-mo.

Eis algumas dicas para elaborar o seu próprio orçamento:

- analise os seus custos do ano passado (através de extractos bancários, recibos de compras, etc.) e calcule os seus gastos anuais;

- divida esses gastos anuais, por doze meses. Se por exemplo contar mensalmente com despesas periódicas como o seguro do carro e dispuser dinheiro de lado para o efeito, já não custará tanto na altura de o pagar;

- acrescente aos valores mensais o valor da inflação (sim, porque os preços vão subir) e de impostos que sabe há partida que vão ser mais elevados (como o caso da electricidade, que agora tem um IVA de 23%);

- caso este sistema lhe pareça complicado, registe todas as suas despesas diárias no mês de Janeiro e extrapole para o ano inteiro. Adicione o valor das despesas periódicas que espera vir a ter;

- inclua, se possível, gastos com alguns mimos, como as férias, idas aos ginásios, etc. (estes também pesam no orçamento);

- acrescente ou retire categorias que se adaptem às suas necessidades (pode por exemplo incluir o salário do seu parceiro se viver com alguém, pode incluir despesas com animais se os tiver, pode retirar despesas com crianças se não tiver filhos). O importante é que faça sentido para si;

- o exemplo que estou a dar é não só de um orçamento, mas de um registo das despesas mensais (antigamente eu só registava as despesas). A verdade é que assim pode controlar se os seus gastos estão ou não a ir além do previsto;

- para este controlo resultar necessita de registar os seus gastos diários e copiá-los uma vez por mês (no meu caso registo em formato de papel - se quiser posso publicá-lo também - e mensalmente copio os totais. Antigamente tinha um sistema em que registava no computador e os totais mensais eram calculados automaticamente, mas como havia dias em que não me apetecia de ligar o computador, acabava por desistir e o controle das minhas contas ia por água abaixo). Pense por isso antecipadamente, num sistema que sabe que vai conseguir manter;

- não se esqueça de calcular igualmente as suas receitas;

- no caso das receitas não cobrirem as despesas faça uma distinção entre as despesas obrigatórias (por exemplo a prestação da casa) e corte em despesas que não são tão necessárias (refeições fora de casa por exemplo) ou reduza-as (não adquirindo, por exemplo, presentes tão caros). Pode igualmente usar a sua criatividade e criar um rendimento extra;

- não incluí na imagem (e agora confesso que já não estou com paciência para alterá-la), mas pode incluir no quadro "poupanças/investimentos" uma categoria com o título "fundo de emergência", onde poderá destinar algum dinheiro para eventuais imprevistos que possam surgir na sua vida .

Apesar da crise, acredito que com o controle do nosso dinheiro e das nossas próprias vidas, conseguimos reduzir o stress negativo e a ansiedade... e sem eles, somos bem mais felizes!

Imagem: Mafalda S.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Que susto!

É assim que posso definir o que se passou neste fim-de-semana.

A Letícia já curada da virose, apanhou uma gripe (desde que foi para a escola, já começa a ser uma rotina). Mediquei-a para a febre e a situação parecia estar controlada. Mas assustei-me francamente quando cheguei do trabalho na Sexta-feira. A minha pequenina estava com imensa dificuldade em respirar e ouvia-se aquela chiadeira típica da asma. Corri com ela para o hospital.

Valha-me o facto de ter tido um atendimento excelente! De qualquer modo, fiquei com o coração pequenino quando o médico me disse que havia probabilidades de ela ter bronquite (muita gente na minha família teve essa doença, inclusive eu). Peço a Deus que não tenha passado de um susto...

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Pensamento/Lema da semana #62



"Faça a única coisa
que pensava não poder fazer. Erre.
Tente novamente.
Faça melhor na segunda tentativa.
As únicas pessoas que nunca caem
são aquelas que nunca sobem ao trapézio.
Este é o seu momento.
Agarre-o
".
Oprah Winfrey




Foto: H. Powers

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Decoração a evocar lembranças felizes


Um dia a praia estava assim... sob a brisa quente e com o vai e vem das ondas, surgiram mil e uma pedrinhas no areal... Lindas! Em tom creme, meio gastas pelo embate das águas, a recordar pedra-pomes ao toque.



Noutro dia a minha casa ficou assim...decorada com pedras do mar, que me recordam aquele dia na praia. Toco-lhes e quase sinto o bater das ondas, o sol a iluminar a água e os risinhos da Letícia a correr pelo areal.

Estes são alguns dos objectos que evocam as minhas lembranças felizes.

É algo que todos podem experimentar: espalhar pela casa alguns objectos que vos trazem boas recordações. Podem ser fotografias, ramos de flores que se transformam em flores secas, o bordado da vossa avó... Não precisam de ser caros (neste caso até foram gratuitos) e, como que por artes mágicas, podem contribuir para melhorar o vosso humor e acalmar o stress.

Que acham da ideia?





Fotos: Mafalda S.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Notícias positivas se faz favor!

Digo constantemente que devemos fazer o que está ao nosso alcance para sermos felizes. Longe de mim dizer que vejo tudo cor-de-rosa. Considero-me sim uma «optimista realista». Mas também não tenho paciência para tanta má notícia com que somos bombardeados diariamente.

Basta folhear um jornal, pesquisar na internet ou ligar a televisão para sabermos que isto «vai de mal a pior». Estamos super-endividados, os combustíveis vão ficar mais caros, há confrontos diários em países árabes, etc., etc...

Longe de mim ser contra a divulgação do actual estado de coisas. Só conhecendo os problemas, poderemos procurar soluções. Da insatisfação nasce por vezes uma vontade de arregaçar as mangas e melhorar a situação. Mas o excesso de más notícias também pode ser paralizante e muita gente acaba a atribuir culpas a este ou aquele, completamente irritadas, mas sem saber como agir. As emoções são contagiosas... logo, o negativismo também(agora imagine uma onda de negativismo a espalhar-se por um país inteiro).

Sou por isso apologista que se deveria dar mais tempo de antena às boas notícias. As pessoas precisam de ânimo, precisam de acreditar que o sucesso é possível, precisam de ouvir histórias inspiradoras, precisam de conhecer as acções que resultaram perante determinados problemas... especialmente em momentos de crise como este.

Vou sugerir-lhe que hoje (ou daqui por diante) dê uma espreitadela a sites de boas notícias. Eis alguns exemplos:
- Boas Notícias - http://www.boasnoticias.pt/
- Agência da Boa Notícia - http://www.boanoticia.org.br/
- Somente Boas Notícias - http://somenteboasnoticias.wordpress.com/
- Happy News - http://www.happynews.com/
- Good News Network - http://www.goodnewsnetwork.org/

E você, conhece outros sites? Se conhecer, não deixe de divulgar!

Foto: Google images - Autor não identificado.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Como lidar com as críticas

A crítica faz parte do Ser Humano (para mal dos nossos pecados). Temos o hábito de julgar e também somos julgados.

Contudo, algumas pessoas estão emocionalmente mais preparadas para lidar com as críticas e até com os «críticos profissionais» (aqueles chatos que não fazem mais nada senão julgar os outros).

Se não for este o seu caso, e sente-se frequentemente triste e magoado com as críticas que recebe, está na altura de aumentar a sua tolerância às críticas. Eis 25 dicas para lidar com as críticas, que certamente o ajudarão:

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1) Se você tiver «importância», é normal receber críticas - Como dizia Torres Pastorino “(…) só a árvore que produz frutos é que se vê apedrejada, para deixá-los cair. À árvore estéril ninguém dá importância”. Assim, considere a crítica como um sinal de que você é relevante para alguém.

Para além disso, é impossível você agradar a toda gente, pelo que as críticas são inevitáveis.

2) Não deixe de viver, por receio das críticas - Algumas pessoas sentem-se tão mal com as críticas que deixam de realizar determinadas actividades com receios das críticas. Não obstante, na generalidade dos casos é preferível encontrar soluções para lidar com a situação. Esconder-se só fará aumentar os seus medos.

3) Cultive a sua auto-estima – Quando existem áreas da sua vida em que se sente inseguro (provavelmente por críticas que recebeu desde a infância), as críticas dos outros serão um verdadeiro pesadelo. Assim, nada melhor do que cultivar a sua auto-estima, para diminuir a sua insegurança e conseguir lidar com os problemas de frente. Aumente a sua auto-estima, seguindo as dicas deste post.

4) Esteja consciente, de que as pessoas são resistentes à mudança – No caso de liderar uma equipa de trabalho, e se as críticas tiverem surgido em virtude de uma mudança que tenha feito, tenha em mente que as pessoas são resistentes às mudanças.

É normal ser criticado. Mas com o tempo, a mudança acaba por entrar na rotina habitual e as pessoas deixarão de falar no assunto.

5) Esteja aberto à aprendizagem – Você não tem de saber tudo, por isso é normal que desconheça certas áreas ou que cometa erros. O importante é estar aberto à aprendizagem que o capacitará a agir melhor.

6) Controle a sua linguagem corporal – Se alguém se dirige para o criticar, controle a sua linguagem corporal para demonstrar mais autoconfiança. Endireite os ombros, oriente o corpo na direcção de quem está a falar e sorria. Não cerre os dentes ou cruze os braços enquanto ouve.

7) Não fique na defensiva – Perante uma opinião negativa, talvez a sua reacção imediata seja criticar de volta ou culpar alguém. Mas não o faça. Aliás, se os ânimos se exaltarem, para além de não resolver a situação, só agravará o relacionamento entra o crítico e o criticado.

Tente antes concentrar-se na crítica em si, perceber se esta tem fundamento e, se possível, resolvê-la.

8) Ganhe tempo, não responda de imediato – Se reagir de imediato, a sua resposta será muito mais emocional do que racional e acaba por reduzir a possibilidade de resolver a situação.

Atrase a sua reacção o tempo que puder, consoante a situação. Conte mentalmente até dez e respire fundo, deixe passar umas duas horas ou aguarde até ao dia seguinte para dar uma resposta àquele e-mail…

9) Seja empático, coloque-se no lugar do outro – Coloque-se no lugar do outro e tente perceber o seu ponto de vista. É possível que um dos dois não tenha percebido a situação por completo e que uma das partes necessite de conhecer a outra perspectiva.

10) Concentre-se no problema – Em muitas situações, juntamente com uma crítica válida, vêm uma série de ofensas que não ajudam à resolução do problema. Identifique e responda somente à crítica.

Para não haver equívocos, coloque as seguintes questões: “Pelo que percebi o problema é este (descrição do problema) e você gostaria que eu fizesse (descrição da solução proposta). É isso que me está a tentar dizer?”.

11) Faça as perguntas necessárias para esclarecer o problema – É muito fácil criticar, mas nem sempre o que parece, o é realmente. Por vezes os críticos desconhecem todos os aspectos do problema, pelo que importa levantar todas as questões: Como aconteceu? Quem estava presente? Estiveram presentes até ao fim? Que melhorias sugere?

A ideia é obter detalhes concretos da situação (se necessário falar com outros intervenientes), para depois analisá-los.

12) Não aceite cegamente todas as críticas – Nem sempre as críticas são feitas com boas intensões, com o intuito de melhorar a situação. Às vezes as pessoas estão unicamente a querer ser superiores no momento em que criticam.

Por outro lado, nem todas as sugestões apresentadas têm cabimento. A decisão final sobre o que há a mudar, caber-lhe-á a si.

13) Avalie o objectivo da crítica – Para avaliar o objectivo da crítica, tente perceber o seguinte:
a) Trata-se realmente de uma crítica ou de uma mera opinião?
b) Se é realmente uma crítica (e após ter colocado as perguntas do ponto 11) esta tem razões para existir?
c) Trata-se de uma crítica construtiva, cujo objectivo é melhorar a situação?
Após ter avaliado o objectivo da crítica, saberá se ela merece a sua atenção ou se deve descartá-la. Se a crítica for construtiva, pense com cuidado e determine as sugestões que você pode adoptar para a resolver.

14) Analise a fonte por detrás da crítica – Este também é um aspecto importante. Imagine que alguém criticou a forma como se veste. Agora pense bem: a pessoa é algum especialista em moda? Ela percebe alguma coisa do assunto?

Na verdade, nem sempre as pessoas têm conhecimentos acerca dos assuntos de que falam. Muitos criticam os outros somente para os fazerem sentir mal. Despreze por isso as dicas de quem não entende nada do assunto.

15) Quantas pessoas criticam o comportamento? – Quando o criticam poder-lhe-ão dizer “Toda a gente diz isso”. É importante perceber quem é essa «toda a gente». Na maioria dos casos, se investigar melhor, acaba por descobrir que são uma ou duas pessoas. Muitas vezes as críticas acabam por ser isoladas e nem sequer são bem fundamentadas.

Aparte disso, além dessa «toda a gente», poderá haver a restante gente que pensa justamente o contrário.

E mesmo que muitas pessoas o critiquem, não é por isso que a crítica será uma verdade absoluta e irrefutável. É a crítica em si que precisa de ser avaliada, pelo que deverá analisar se esta é justa e se vai melhorar a situação.

16) Não seja o seu pior crítico – Não aceite tudo o que o seu crítico interno lhe diz. Por vezes, para além de considerar verdadeiras todas as críticas externas ainda acrescenta as suas próprias críticas.

Questione-se! Imagine que não sai com outras pessoas, porque se acha terrivelmente desinteressante. Mas quem é você para dizer isso? Algum perito em psicologia humana? Porque pensa que não tem nada de interessante para falar? Porque se acha feio? É algum especialista em beleza?

Se se sente mais fragilizado em determinada área, ao invés de estar constantemente a criticar-se, faça o seguinte:
a) enumere o que tem de bom e os pequenos (ou grandes) sucessos que teve na vida;
b) procure informação credível sobre a área a aperfeiçoar;
c) adopte as sugestões possíveis que o permitam melhorar (ficar de braços cruzados não vale);
d) registe os progressos que for alcançando.

17) Peça uma segunda opinião de alguém de confiança – Pergunte a pessoas da sua confiança opinião sobre o assunto em questão. Mas peça-lhes uma opinião sincera. O objectivo não é dizerem-lhe tudo o que deseja ouvir, mas sim darem-lhe a conhecer a seu próprio juízo sobre o assunto.

Isto pode ajudá-lo a ver outras perspectivas, das quais nem se tinha apercebido. Uma pessoa amiga poderá ainda dar-lhe o apoio que tanto necessita, para resolver o assunto.

18) Se a crítica for injusta, explique o seu ponto de vista calmamente - Sem ficar irado, mas com muita calma, responda com educação à outra pessoa. Explique-lhe as razões que fundamentam as suas acções/opiniões.

Se pelo contrário, responder de forma agressiva, será muito mais difícil para a outra pessoa aceitar a sua explicação e os seus motivos.

19) Se a crítica for válida, resolva-a – Existem situações em que a crítica é válida e tem razões para existir. Ao invés de agir com uma atitude defensiva, diga à pessoa que compreende e que vai fazer de tudo para resolver a situação. Depois disso, resolva o problema e pronto.

Após ter resolvido o assunto, a pessoa ficará bem mais contente consigo. Esta terá noção de que mesmo que hajam problemas, você se importa e tem interesse em resolvê-los.

20) Se você estiver errado, dê feedback ao crítico – Ao invés de inventar desculpas ou até de passar responsabilidades para outros, se verificar que está errado, assuma a culpa e garanta que resolve a situação.

Demonstre o seu agradecimento pelo feedback da outra pessoa e, posteriormente, dê-lhe a conhecer o facto de ter agido para corrigir o problema. Isto é extremamente eficaz para tranquilizar os críticos e apaziguar os ânimos.

21) Aprenda com as críticas – Existem críticas sinceras e construtivas que são feitas para o seu bem. Retire uma lição dessas críticas valiosas, corrigindo os seus erros e aperfeiçoe as suas acções.

Sinta-se grato por estas terem sido feitas, pois com elas pode efectivamente aprender e melhorar.

22) Reconheça os «críticos aproveitadores» - Não ceda perante «críticos» aproveitadores. Estes aproveitam-se da sua sensibilidade para conseguirem o que querem.

Um bom exemplo disso é quando o seu filho adolescente o acusa de ser um péssimo pai, por não lhe comprar aquela roupa de marca que todos os colegas têm. Esta crítica tem por objectivo fazê-lo sentir-se mal e com base nisso levá-lo a fazer o que o crítico (neste caso o seu filho) quer. Arranje maneira de dar a volta à questão, mas não ceda perante acusações do género.

23) Evite os «críticos profissionais» - Infelizmente eles existem… são aquelas pessoas que parece que nasceram para criticar tudo e todos, a todo o momento. Estão sempre insatisfeitas e sentem-se mais poderosas justamente quando tecem críticas severas dos outros.

Evite estas pessoas, afaste-se delas. No caso de não ser possível tente redireccioná-los para outras conversas (perguntando-lhes dos seus próprios objectivos de vida, da sua própria família, etc.).

Se as críticas em relação a si são infundadas, não dê azo a grandes conversas, ignore-o e vá fazer outra coisa.

Se, por outro lado, as críticas são dirigidas a outra pessoa, sugira delicadamente ao crítico para falar com a pessoa correcta (caso contrário irá ouvir um discurso interminável de má língua).

24) Tenha em mente, que grande parte das vezes os «críticos profissionais» agem normalmente por inveja – Pois é, muitas vezes os «críticos profissionais» criticam justamente quem invejam. Na maioria dos casos, as suas críticas viciosas reflectem problemas e inseguranças delas mesmas. Ao criticar, sentem prazer pelo poder que essa atitude lhes dá.

Volto a repetir, afaste-se destas pessoas (se hoje criticam outros à sua frente, amanhã poderão criticá-lo a si à frente de outros).

25) Não seja você próprio um «crítico profissional» - Isto implica não ceder a conversas de má-língua e analisar se as suas próprias críticas têm fundamento (antes de as pôr cá para fora).

Para além disso, não seja um «crítico profissional» perante os seus filhos, tendo em atenção o seguinte:
a) critique o comportamento não a criança;
b) faça críticas construtivas que o ajudem a melhorar, mas equilibre com elogios perante o que o seu filho já faz bem;
c) não compare o seu filho com outras crianças, para além de ser um pontapé na sua auto-estima, poderá torná-lo muito sensível a qualquer crítica (inclusive às construtivas).

««»»

E você, tem outras sugestões?

Foto: Google images - Autor não identificado.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Pensamento/Lema da semana #61

"Esperar o melhor não requer mais esforço
do que temer o pior.
E é mais saudável, mais produtivo
e muito mais divertido
."
Phillip E. Humbert

Foto: Google images - Autor não identificado
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