terça-feira, 31 de julho de 2012

9 sinais de que precisa de simplificar a sua vida

Se anda sempre numa correria, tem imensas tarefas sob a sua alçada, o stress já é habitual e mal tem tempo para si (quando mais para se preocupar em ser feliz), é altura de se questionar se necessita de levar uma vida mais simples. 

Esteja atento a estes sinais: 

1 – Passa a vida stressado por pensar que “não tem tempo” – Precisa de fazer uma pausa mental, pois o excesso de stress só quebrará o seu raciocínio e ainda fará com que não seja tão produtivo. Experimente deixar de fazer uma tarefa menos importante, e aproveite esse tempo para fazer uma actividade relaxante.

2 - Come a correr, nem que seja comida pouco saudável e sem apreciar verdadeiramente a refeição - Pelo menos uma vez por dia reúna a sua família e jantem calmamente. Aprecie a refeição. Para tal, descubra receitas rápidas, saudáveis e fáceis de preparar e planeie a sua ementa previamente. Se necessário, aproveite para preparar antecipadamente o seu almoço para levar para o trabalho (assim sabe de onde vem a comida e não terá de se preocupar em "comer qualquer coisa").

3 - A sua casa está sempre desarrumada e cheia de tralha - Estabeleça um plano: elimine a tralha e organize os espaços, divisão a divisão (num mês 1 ou 2 divisões, noutro mês outras, etc.). Recorra a organizadores, pois são fundamentais para manter os objectos no sítio.

4 - A sua desculpa mais frequente é: "não tive tempo" - Experimente algumas dicas para simplificar a sua vida em todas as áreas. Isto fá-lo-á ganhar um tempo extra.

5 - Por vezes vê tanta coisa por fazer, que não sabe por onde começar - O melhor mesmo é pôr as mãos na massa e começar a agir. Qual o melhor momento? Agora! Ponha de lado a procrastinação e passe à acção. Comece com uma tarefa menor. Ao concluí-la ir-se-á sentir mais motivado para continuar.

6 - Todos se queixam que não tem tempo para eles - Comece a delegar mais tarefas, seja produtivo no tempo de trabalho e saia a horas, não diga sempre «sim». Só assim conseguirá ter tempo para as pessoas mais importantes da sua vida.

7 - Perde muito tempo com as novas tecnologias - Agende 2 momentos por dia para consultar o seu e-mail, não dê o seu número de telemóvel a toda a gente, limite o tempo de navegação diária na Internet (e respeite esse limite), etc.

8 - Nunca faz as coisas que realmente adora - Tanto pode ser cultivar um hobby, como saborear pequenos prazeres do dia-a-dia, como concretizar um sonho que há muito acalenta. Registe essa actividade na sua agenda, e dedique um espaço do seu dia a concretizá-la. 

9 - Não faz nada para ser mais feliz - Por vezes andamos ao sabor da corrente, fazendo somente o que se espera de nós. Contudo a vida é só uma, e se quer dar-lhe um sentido, reflicta bem na altura de fazer escolhas: é importante que também escolha ser feliz e que aja nesse sentido.

Foto: Toni Blay

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Pensamento/Lema da semana #95



"Não se preocupe 
porque os seus filhos não ouvem o que diz, 
preocupe-se por estarem a observar o que faz." 
Robert Fulghum

««»»

Nota adicional:  E por cá já estamos de férias,
época de relaxar, de reorganizar e de recuperar energia!
Estava mesmo a precisar...


Foto: Jack Lyons

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Sugestão da semana #27: «a sua banda sonora optimista»

Esta semana proponho-lhe que crie um «álbum» de músicas (em Cd, mp3, etc.), com o intuito de incrementar o seu optimismo.

Mas não pode escolher qualquer música. Tem de escolher os seus temas favoritos, com algum ritmo e uma mensagem positiva. São aquelas músicas que quando as ouvimos fazem disparar a nossa energia, o nosso corpo parece movimentar-se ao seu ritmo, transportam a nossa mente para lembranças ou para a mera imaginação de eventos felizes e colocam-nos um sorriso no rosto. A investigação já demonstrou que este género de música consegue efectivamente melhorar o nosso humor.

Por oposição, não escolha músicas deprimentes e demasiado tristes. Em dadas alturas, se estamos em baixo, estas ainda nos deprimem mais. Como vê, nem todas as músicas servem para incluir na sua «banda sonora optimista».

Depois de ter criado o seu álbum de músicas, já tem a que recorrer quando se sentir mais em baixo, ou quando simplesmente quer abraçar a vida com um sorriso.

Delicie-se com a sua banda sonora e tenha um final de semana feliz!

Foto: Darren Wood

quinta-feira, 26 de julho de 2012

O meu horário de trabalho nórdico

Uma das mudanças que fiz após o nascimento da Letícia, foi no meu horário de trabalho. 

Impressionava-me a filosofia dos países nórdicos, em que as pessoas habitualmente saíam cedo do trabalho, dentro da hora prevista, e tinham tempo para dedicar à família e a actividades que lhes traziam felicidade. A ideia é que se trabalharmos bem, mas sem excessos, somos mais produtivos e temos tempo para outras áreas da nossa vida. Esta ideia agradava-me, porque era uma verdadeira workaholic, o que estava a afectar significativamente a minha qualidade de vida.

Tenho de trabalhar 7h por dia, pelo que fazia um horário das 9h às 17h. A este tempo teríamos de adicionar os 35 a 40 min de viagem até ao trabalho e, outro tanto, no regresso. Para além disso, sair às 17h era quase uma miragem, havia sempre algo importante para terminar e raramente o fazia. Conclusão: isto estava a afectar a minha saúde, a minha família e o trabalho parecia não render tanto.

Actualmente, levanto-me às 6h e pouco da manhã para estar no trabalho por volta das 8h. Passei a ter só 30min de almoço (ou menos) e saio às 15h30. Com isto chego a casa às 16h e pouco. (Outras colegas fazem um horário em que saem mais tarde, outras mais cedo, de modo a dar resposta às necessidades pessoais e, simultaneamente, às do local de trabalho).

Quanto às horas extra, faço-as quando sinto que são necessárias. Deixei foi de as fazer por rotina. E sabem que mais, a minha produtividade aumentou e sinto-me menos stressada. Ganhei eu e o local de trabalho.

No entanto, quando estou no trabalho não estou a brincar. Faço o trabalho render. Não me perco em grandes conversas (só as necessárias ao próprio trabalho), nem no café (como um lanchinho enquanto trabalho), nem em navegações na Internet ou coisas do género. E irrita-me quem o faz, honestamente.

Enquanto estive em estágio, num outro local, era o descalabro total. Algumas pessoas «subornavam» outras para lhes picarem o cartão de ponto e só chegavam quase ao meio dia. Tiveram inclusive de retirar as cadeiras do bar e substituir por mesas altas, para os funcionários não abusarem com o tempo enquanto bebiam café. Sinceramente, aquilo enervava-me. E garanto que tinham salários bem maiores que a média nacional.

É isto que defendo: um horário que nos permita ter tempo para a vida familiar e, em troca, teremos de ser realmente produtivos no local de trabalho. Acho que dessa forma, como já foi provado noutros países, poderíamos melhorar substancialmente a nossa situação.

Foto: Jes

quarta-feira, 25 de julho de 2012

As lições que aprendi nos meus 32 anos de vida


Como o post de ontem já ia longo (dos mais longo de sempre, parece-me), só hoje vou partilhar convosco as lições/atitudes que aprendi nos meus 32 anos de vida. Espero que também sejam úteis, para as vossas próprias vivências.

1) Aprendi a não ficar a remoer nos momentos tristes do passado. É preferível recordar os momentos felizes.
2) Leio muito, procuro informação credível e formação que me inspire a agir.
3) Procuro implementar o que aprendo na prática. Tenho a sensação que finalmente assumi o controlo da minha vida e que sou responsável pelas minhas escolhas.
4) Não sonho somente com objectivos futuros, traço planos para os alcançar. Para além disso, todos os dias faço um pouquinho para seguir em frente e viver o que considero ser o meu «propósito de vida».
5) Aprendi a dizer não, quando é necessário. Passei a concentrar-me em vários áreas da minha vida e não somente no trabalho (ok, mas as últimas semanas não foram um bom exemplo).
6) Invisto nas actividades que me fazem feliz, incluindo-as na minha agenda.
7) Agradeço diariamente a Deus pelas coisas boas que tenho na minha vida.
8) Aprendi que as experiências positivas são muito mais valiosas do que os objectos. 
9) O excesso de objectos também nos faz perder tempo precioso, pelo que comecei a investir na simplicidade.
10) Dedico mais tempo a pequenos gestos, que nutrem as minhas relações.
11) Comecei a prestar mais atenção ao meu corpo e à minha mente. O equilíbrio de ambos é necessário para o bem-estar e para a própria auto-estima.
12) Reconheci que todos nós podemos contribuir para um mundo melhor: através da solidariedade, da defesa do ambiente, do voluntariado, do contágio com emoções positivas…
13) Tomei consciência de que tenho de ser um bom exemplo para a minha filha. Os filhos seguem mais o nosso exemplo, do que as nossas palavras, e acredito que o destino das sociedades depende muito da qualidade da educação que damos às crianças (falo também do sentido de ética, honestidade, positivismo, resiliência, etc.).
14) Se as coisas estiverem a correr mal, tenho em mente que tudo passa. Não é possível ter maus momentos todo o tempo.
15) É importante nunca desistir de ser feliz. É a felicidade (e o amor) que faz com que a vida valha a pena.

Ainda tenho muito para aprender. Mas para já, penso que estou no bom caminho! 


Foto: Bethan

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Pensamento/Lema da semana #94




"A nossa melhor oportunidade de felicidade é a educação"
Mark van Doren

««»»

Mais uma vez peço desculpa pelo meu atraso na resposta a e-mails. Estive a ler com atenção todos deles, mas ainda tenho 23 para responder. Como o tempo não estica, vou fazê-lo aos pouquinhos.

Abraço a todos.


Foto: Zitona
Related Posts with Thumbnails