quinta-feira, 12 de setembro de 2013
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Os idosos precisam do carinho dos mais jovens para serem felizes. E tu, fazes isso?
Há uns tempos uma idosa do Lar onde trabalho, chorou diante de mim. Dizia-me que a filha lhe ligava diariamente, mas os filhos rapazes... não sabia nada deles há cerca de um mês. Não a visitavam, não lhe faziam sequer um telefonema para saberem se estava tudo bem. Recordo-me de outra senhora, essa solteira (mas com família), que nunca recebia visitas nem telefonemas. Nem no Natal. Nem do dia de aniversário. Se bem que no funeral dela, todos pareciam muito pesarosos.
A nossa vida é uma correria, provavelmente até mais stressante do que a vida destas pessoas alguma vez foi. Mas jamais devemos deixar de arranjar um tempinho, para demonstrar o quanto amamos os nossos familiares mais velhos. Se for difícil fazer uma visita, pelo menos telefonar. Isto porque as pessoas, independentemente da idade, precisam de se sentir amadas, precisam de ter relações sociais fortes.
Porque é que isto é importante?
- Está provado que as relações sociais positivas são um factor importantíssimo para a felicidade das pessoas;
- Ao praticares gestos de bondade para com os mais velhos, a tua própria felicidade aumentará;
- Os nossos filhos tendem a seguir mais os nossos exemplos do que as nossas palavras. Lembra-te que a forma como tratas os idosos hoje, será uma forte influência para os teus filhos. É bem possível que te tratem a ti um dia, da mesma forma como tu próprio(a) tratas os mais velhos.
Agora o reverso da medalha. Há filhos que jamais esquecem de dar pelo menos um telefonema aos pais, têm relações absolutamente fantásticas. E acreditem, os seus pais idosos são bem mais felizes!
Foto: Dan Alive
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Pensamento/Lema da semana #153
"Há custos e riscos
num programa de acção,
mas são muito inferiores
aos custos e riscos a longo prazo,
que resultam de uma inacção confortável".
John F. Kennedy
Foto: Jason
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Mind map da felicidade
Gosto imenso de mind maps. É uma forma de resumirmos imensa informação numa só página. Espreitem este, está cheio de ideias para nos tornarmos pessoas mais felizes.
Um excelente fim-de-semana! Aproveitem!
Imagem: Adam Sicinski
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
A minha luta para me livrar do empréstimo bancário
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Há pessoas que toleram bem as dívidas. Mas no meu caso - tenho de confessar - para mim são uma prisão. A dívida que tenho é a que a maioria dos portugueses têm: a da casa. Mas mesmo assim, quero livrar-me dela a todo o custo. E já fiz de tudo um pouco.
Como já expliquei neste post, renegociei a taxa de spread, quando os juros baixaram optei por pagar mais capital mensalmente e reduzir os anos do empréstimo. Houve nova baixa de juros e reduzi novamente os anos do empréstimo (faltam-me 7 e inicialmente eram 45!!!). Se inicialmente amortizava 440,00 € por ano da dívida, passei a amortizar cerca de 6.000,00 €.
Li vários livros de finanças pessoais, e aí também surgiu a ideia de "pagar a mim mesma em primeiro lugar". Por outras palavras, eu e o marido tentávamos poupar 10% dos nossos ordenados (nem sempre foi possível, mas esforçámo-nos). Mesmo o meu pai, não me oferecia "objectos" pelo meu aniversário, mas sim algum dinheiro. Tentei juntar também os reembolsos de IRS. Enfim, uma grande luta, mas com ela, consegui fazer a minha primeira amortização da dívida (apesar de ser pequena, já é alguma coisa). Até gostava de reduzir mais os anos, mas isso implicava uma revisão do contrato, com a possível alteração da taxa de spread. Decidimos não arriscar.
E o que fazer daqui por diante? Vamos continuar a poupar o mesmo e o que decrescer mensalmente da prestação, vamos tentar pôr de lado, como se a prestação não fosse descer. Para além disso, pensamos desfazer-nos de um dos carros. A sério, não precisamos de tantos.
O banco ainda sugeriu que abríssemos uma outra poupança, com juros superiores aos do empréstimo. Mas as taxas eram tão pouco atrativas... E no meu caso em particular, sinto-me mais motivada ao ver o valor em dívida a decrescer.
Isto implica sacrifícios? Claro que sim. Ainda não tenho a casa toda remodelada ao meu gosto. Não gasto rios de dinheiro em roupa. Tento implementar medidas de gestão doméstica, para controlar os gastos.
Isto significa que nunca nos divertimos? Claro que não. Acho é que somos mais criativos na ocupação do tempo. Por exemplo não abdicamos das férias. Contudo, aproveitamos as ofertas Smart do Booking.com ou ficamos em casa de família e amigos (que por sua vez também ficam na nossa). E há muita coisa gira para fazer (mesmo culturalmente), que envolve menos dinheiro.
É um sacrifício, não vou mentir. Mas quero respirar de alívio. É só isso.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Organizar o roupeiro com pouco dinheiro
Comprei um apartamento com alguns anos (anos 90, mais propriamente), para conseguir um preço mais acessível e para poder renová-lo ao meu gosto.
Para além disso fiquei apaixonada pela sua vista – coisa imprescindível para mim.
Contudo, presentemente, ainda não tenho o apartamento totalmente renovado e decorado. E porquê? Porque estou a tentar amealhar tudo o que posso para me livrar da dívida ao banco o mais rápido possível. Mas isso não significa que não queira ter o espaço com um ar agradável, desde já.
Assim, no Sábado fiz uma grande limpeza no meu roupeiro. Aproveitei para me livrar da tralha e para organizar tudo o que restou recorrendo a organizadores improvisados (uma solução económica de organização). É certo que há soluções mais bonitas à venda nas lojas, mas para já fica assim. Eis como fiz:
1.ª Fase: livrar-me da tralha
Numa primeira fase retirei tudo o que tinha do roupeiro e coloquei em cima da minha cama. Dividi a roupa e outros objectos pelos seguintes montinhos:
1) Para doar – coisas que não uso, que não gosto, ou que não me ficam bem (pela cor ou por não favorecerem o meu corpo), mas que estão em bom estado e que poderão servir para outra pessoa (caramba, encontrei roupa que nem sequer utilizei um vez – que desperdício – e enchi 3 sacos grandes para doar);
2) Para deitar fora – aquilo que devido ao seu mau estado, não serve para usar nem para doar (enchi mais 3 sacos do lixo, com roupa, malas, acessórios…);
3) Para reparar – aqui incluiu-se uma bainha descosida e 3 pares de calças cujas bainhas não foram sequer feitas (Jesus!...);
4) Para manter – roupa em bom estado, que me favorece e a que efectivamente dou uso;
5) Monte das dúvidas – aqui só incluí 3 peças: 2 calças e 1 saia. Como por vezes o meu peso oscila uns 2kg, estas peças já com alguns anos mas em óptimo estado (e que eu adoro!), só me servem quando estou mais magra. Vou guardá-las no cimo do armário, pois poderei voltar a usá-las (em compensação retirei de lá umas calças que há uns tempos me estavam largas, mas que agora servem na perfeição). Caso não voltem a servir, óbvio lhes darei outro caminho.
O meu roupeiro é bem espaçoso e só para mim, mas se repararem, ao todo, retirei 6 sacos grandes com coisas que já não uso (como é possível?).
2.ª Fase: organizar
Esta foi a fase em que tive de usar a minha imaginação, recorrendo a soluções económicas de organização.
A minha ideia foi definir um lugar para cada objecto. Organizei tudo do seguinte modo:
Roupa de cama
Na parte posterior do roupeiro guardei roupa de cama da outra estação, mais propriamente os cobertores e mantinhas de Inverno. Não comprei sacos próprios, mas utilizei uns sacos grandes que tinha cá por casa. O de cima é um saco de edredom e o de baixo é um saco de plástico absolutamente normal. De qualquer modo, antes de os utilizar acabo sempre por lavá-los...
Acreditam que fiquei com o resto da parte superior do roupeiro absolutamente livre? Antigamente também aqui guardava malas de viagem, mas agora opto por deixá-las no sótão.
Para além disso fiquei apaixonada pela sua vista – coisa imprescindível para mim.
Contudo, presentemente, ainda não tenho o apartamento totalmente renovado e decorado. E porquê? Porque estou a tentar amealhar tudo o que posso para me livrar da dívida ao banco o mais rápido possível. Mas isso não significa que não queira ter o espaço com um ar agradável, desde já.
Assim, no Sábado fiz uma grande limpeza no meu roupeiro. Aproveitei para me livrar da tralha e para organizar tudo o que restou recorrendo a organizadores improvisados (uma solução económica de organização). É certo que há soluções mais bonitas à venda nas lojas, mas para já fica assim. Eis como fiz:
1.ª Fase: livrar-me da tralha
Numa primeira fase retirei tudo o que tinha do roupeiro e coloquei em cima da minha cama. Dividi a roupa e outros objectos pelos seguintes montinhos:
1) Para doar – coisas que não uso, que não gosto, ou que não me ficam bem (pela cor ou por não favorecerem o meu corpo), mas que estão em bom estado e que poderão servir para outra pessoa (caramba, encontrei roupa que nem sequer utilizei um vez – que desperdício – e enchi 3 sacos grandes para doar);
2) Para deitar fora – aquilo que devido ao seu mau estado, não serve para usar nem para doar (enchi mais 3 sacos do lixo, com roupa, malas, acessórios…);
3) Para reparar – aqui incluiu-se uma bainha descosida e 3 pares de calças cujas bainhas não foram sequer feitas (Jesus!...);
4) Para manter – roupa em bom estado, que me favorece e a que efectivamente dou uso;
5) Monte das dúvidas – aqui só incluí 3 peças: 2 calças e 1 saia. Como por vezes o meu peso oscila uns 2kg, estas peças já com alguns anos mas em óptimo estado (e que eu adoro!), só me servem quando estou mais magra. Vou guardá-las no cimo do armário, pois poderei voltar a usá-las (em compensação retirei de lá umas calças que há uns tempos me estavam largas, mas que agora servem na perfeição). Caso não voltem a servir, óbvio lhes darei outro caminho.
O meu roupeiro é bem espaçoso e só para mim, mas se repararem, ao todo, retirei 6 sacos grandes com coisas que já não uso (como é possível?).
2.ª Fase: organizar
Esta foi a fase em que tive de usar a minha imaginação, recorrendo a soluções económicas de organização.
A minha ideia foi definir um lugar para cada objecto. Organizei tudo do seguinte modo:
Roupa de cama
Na parte posterior do roupeiro guardei roupa de cama da outra estação, mais propriamente os cobertores e mantinhas de Inverno. Não comprei sacos próprios, mas utilizei uns sacos grandes que tinha cá por casa. O de cima é um saco de edredom e o de baixo é um saco de plástico absolutamente normal. De qualquer modo, antes de os utilizar acabo sempre por lavá-los...
Acreditam que fiquei com o resto da parte superior do roupeiro absolutamente livre? Antigamente também aqui guardava malas de viagem, mas agora opto por deixá-las no sótão.
Roupa que pendurei
Dividi o varão do roupeiro por áreas, consoante o tipo de roupa (e estas últimas por cores e por estação):
1.º Casacos compridos de Inverno;
2.º Casacos compridos de malha;
3.º Blazers;
4.º Casacos curtos de malha;
5.º Blusas;
6.º Camisolas e tops (daqueles que se ficarem em prateleiras ou gavetas acabam todos enrolados);
7.º Vestidos.
Roupa que coloquei em prateleiras
Um dia penso colocar mais prateleiras no meu armário, pois penso que o espaço está muito mal aproveitado. De qualquer modo, como o roupeiro é grande não tenho de alternar a roupa de Inverno com a de Verão. Ficam todo o ano no mesmo espaço, o que me poupa tempo.
Dividi as prateleiras em espaços distintos. Uma área para camisolas de Inverno (divididas por cores), a área das calças (dividindo as calças de tecido das calças de ganga) e a roupa de desporto (basicamente leggings e calções).
Sapatos
Coloquei os sapatos que uso actualmente, nas prateleiras de baixo do armário. Para os delimitar e não acabarem numa confusão, utilizei tampas de caixas de sapatos viradas ao contrário.
Ao lado destas prateleiras tenho uma única caixa (grande) de organização para guardar os sapatos de cerimónia, bem como os da outra estação. Por cima da mesma tenho malas que só uso ocasionalmente (quando saio com roupa desportiva ou de cerimónia).
Gavetas

Nem acredito, mas consegui esvaziar completamente algumas gavetas… Aqui está a minha gaveta dos cintos. Para os separar utilizei alguns tupperwares velhos que tinha cá por casa.
As restantes gavetas estão divididas por:
- Tops de Verão;
- Camisolas de Verão;
- Camisolas de Inverno (não de lã, mas daquelas mais fininhas que se usam por baixo);
- Echarpes e cachecóis;
- Roupa de fazer limpeza (roupas mais velhas, que uso para o efeito. Reduzi-as unicamente a 2 conjuntos, um de Inverno e um de Verão).
Dentro das próprias gavetas, os montinhos de roupa estão organizados por cores.
Malas de uso corrente
Reduzi-as a 3 (à parte das que uso em ocasiões especiais), se bem que uma precisa de ser substituída.
Neste momento coloquei-as em fila na base do roupeiro. Não sei se é a solução ideal, mas é a que tenho de momento.
Bijuteria
Utilizo uma caixa transparente com separadores (ok, os senhores costumam utilizar estas caixas quando vão à pesca, mas também a acho útil para este efeito). Deste modo, a bijuteria nunca se mistura.
E as pulseiras que não consigo guardar aqui, guardo num bloco de mini-gavetas (feinho, mas prático).
Outras roupas
Este roupeiro está de frente a um igual, que pertence ao meu marido. Mas ambos estão fora do quarto.
Assim, roupa interior, pijamas e roupa de cama de uso corrente estão guardadas na cómoda do quarto. É mais prático ter as coisas perto dos seus locais de utilização.
Por exemplo as toalhas da casa de banho, estão no armário da casa de banho (este sim, já totalmente organizado como eu gosto).
Mas resumindo, no fim de contas, o meu roupeiro atafulhado parece agora ter imenso espaço. Claro que na nova estação devo comprar algumas peças. Mas não me preocupo muito. Ultimamente se uma entra, outra sai.
Quanto aos organizadores, podem não ser os mais bonitos, mas nos dias que correm, há que improvisar. (Mais dicas sobre como organizar o seu roupeiro, aqui).
Fotos: Mafalda S.
Utilizo uma caixa transparente com separadores (ok, os senhores costumam utilizar estas caixas quando vão à pesca, mas também a acho útil para este efeito). Deste modo, a bijuteria nunca se mistura.
E as pulseiras que não consigo guardar aqui, guardo num bloco de mini-gavetas (feinho, mas prático).
Outras roupas
Este roupeiro está de frente a um igual, que pertence ao meu marido. Mas ambos estão fora do quarto.
Assim, roupa interior, pijamas e roupa de cama de uso corrente estão guardadas na cómoda do quarto. É mais prático ter as coisas perto dos seus locais de utilização.
Por exemplo as toalhas da casa de banho, estão no armário da casa de banho (este sim, já totalmente organizado como eu gosto).
Mas resumindo, no fim de contas, o meu roupeiro atafulhado parece agora ter imenso espaço. Claro que na nova estação devo comprar algumas peças. Mas não me preocupo muito. Ultimamente se uma entra, outra sai.
Quanto aos organizadores, podem não ser os mais bonitos, mas nos dias que correm, há que improvisar. (Mais dicas sobre como organizar o seu roupeiro, aqui).
Fotos: Mafalda S.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Pensamento/Lema da semana #152
"Conviver com pessoas felizes
torna-nos também mais felizes.
A felicidade,
tal como outras emoções,
é contagiosa".
Tal Ben-Shahar
Foto: Donna Cymec
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