segunda-feira, 16 de abril de 2018

Pensamento/Lema da semana #393


"A nossa maior fraqueza está em desistir.
O caminho mais certo para vencer
é tentar mais uma vez."
Thomas Edison

Foto: xusenru
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quarta-feira, 11 de abril de 2018

"Vive a tua Luz" ou um guia para te apaixonares por ti e seres a tua melhor versão

"Vive a tua Luz" da Inês Nunes Pimentel, é um daqueles livros especiais, que nos fazem acreditar que uma vida melhor é possível.

Confesso que à primeira vista, apesar do livro ser lindo por dentro e por fora, não o teria comprado. Pelo simples facto de preferir ler textos que tenham uma base científica (lá está, é apenas o meu gosto pessoal e o já típico cepticismo a vir ao de cima). No livro da Inês, há uma série de ideias realmente comprovadas pela ciência e outras que são mais uma questão de fé. Ainda assim, várias pessoas mo sugeriram. E tendo em conta que já me havia surpreendido com o livro da Rute Caldeira, pensei... porque não?

Comprei-o e de imediato fiquei rendida às imagens e design lindíssimo. Transmite uma paz incrível. Sim, mesmo só folheando.

A Inês conta-nos a sua história. Conta como um acontecimento negativo - a descoberta de uma doença auto-imune - acabou por levá-la a toda uma série de transformações positivas. Relata-nos as aprendizagens e experiências que mudaram a sua vida para melhor, dando-lhe um sentido muito mais profundo. Fala igualmente das alterações na sua alimentação, que a fizeram controlar a doença e sentir-se bem melhor. Pelo meio a Inês fez várias formações (nas áreas de nutrição, saúde holística, yoga, meditação, espiritualidade, coaching e desenvolvimento pessoal). Hoje, com o seu carismático poder de comunicação, partilha esses ensinamentos e, verdade seja dita, dá-nos uma dose extra de auto-estima. Leva-nos a valorizar quem somos e a perceber que temos um papel importante neste mundo. Dá-nos uma incrível motivação para lutarmos pelos nossos sonhos.

O livro vem repleto de imagens lindíssimas,
que transmitem sensações de paz e serenidade.

O livro está dividido em 3 partes, que depois se sub-dividem em vários capítulos. Na 1.ª parte é abordada a questão do amor-próprio. Faz-nos perceber o quão importante é termos amor por nós mesmos/as (não, não é egoísmo!) e dá-nos sugestões para enfrentarmos o medo e gostarmos mais de nós (mesmo com os nossos «defeitos»).

Na 2.ª parte dá-nos sugestões para nutrirmos o corpo, a mente e a alma. Fala de coisas como:
- curar a nossa relação com a comida;
- praticar «mindful eating»;
- nutrir o organismo de forma saudável;
- passos para uma digestão saudável;
- segredos para uma pele radiante e rejuvenescida;
- fazer um detox da mente;
- práticas diárias para a espiritualidade;
- proteger a nossa energia, para que possamos lidar com as mais diversas pessoas e situações;
- importância das técnicas respiratórias;
- importância da prática de um exercício físico que amemos;
- gratidão;
- conexão com a Natureza;
- passos para criarmos uma prática diária de meditação;
- criação de rotinas (matinal e nocturna);
- relações que nos iluminam versus relações que nos esgotam.

A 3.ª parte tem a ver com o nosso propósito de vida. A ideia é ajudar-nos a vencer crenças limitadoras e a sermos a nossa melhor versão, para assim também contribuirmos para um mundo melhor.

Um dos muitos mantras inspiradores.

A autora valoriza bastante o uso de afirmações, pelo que ao longo do livro há várias citações e mantras inspiradores. 

O livro está dividido em três partes:
ama a tua luz, nutre a tua luz e espalha a tua luz.

Outro aspecto bastante positivo, é que a Inês tem vários exercícios ao longo do livro, para aplicarmos na prática aquilo que ela ensina. Entre várias opções, tem exercícios para paramos de nos comparar com os outros, para criarmos uma lista de actividades que nos fazem felizes, para gostarmos mais de nós, etc.

Um dos vários exercícios,
para aplicarmos os ensinamentos do livro na prática.

Contudo, algumas partes do livro suscitaram-me dúvidas. Não sei se acredito, se não, e isto é uma questão da fé de cada um. Tais dúvidas surgem quando a Inês fala da importância de contactarmos com o Universo, de estarmos atentos aos seus sinais, de termos guias espirituais, de que o que pensamos é o que se vai manifestar na nossa existência e que atraímos justamente quem precisamos para aprendermos e evoluirmos. Algumas partes, apesar da Inês não ter atribuído qualquer nome, soaram-me à lei da atracção, que é algo em que tenho dificuldade em acreditar. Mas, lá está, tem a ver com as minhas crenças pessoais. Para grande parte dos leitores isto pode fazer todo o sentido.

Na globalidade, considero-o um livro muito inspirador! A Inês escreve de uma forma, que nos conforta alma e nos dá uma motivação incrível para lutarmos pelos nossos sonhos. Ah! E também para gostarmos mais de nós.

Deixo por último, um excerto com as suas palavras:

"(...) na nossa vida só existem duas formas de viver e tomar decisões:
ou vivemos por amor ou vivemos por medo.
Durante muito tempo, vivi por medo,
até que encontrei uma fórmula mágica,
como que um GPS para a vida dos meus sonhos."

É essa fórmula mágica que a Inês partilha. Vale a pena conhecer!

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terça-feira, 10 de abril de 2018

O dinheiro pode fazer-me mais feliz?


Quantas vezes já ouviste ideias contraditórias sobre o dinheiro? Expressões como «o dinheiro é a raiz de todos os males» ou «o dinheiro não traz felicidade» são comuns. Só que, em simultâneo, a sociedade incentiva-nos a lutar por mais dinheiro, mais bens materiais e reconhecimento social. Somos levados a acreditar que quando alcançarmos um certo patamar, ou tivermos adquirido determinado bem material, aí sim, seremos felizes. 

A verdade? Ambas as ideias colidem com o resultado de diversos estudos. A resposta é bem mais simples: o dinheiro não é bom nem mau, é simplesmente um meio de troca. Se este te poderá fazer feliz ou não, só depende de ti! Mais concretamente, da forma como o vais usar. 

Mas o que indicam os estudos acerca da relação entre dinheiro e felicidade?
A investigação nesta área é clara. Quando comparamos os habitantes de países muito pobres, com os dos mais ricos, os segundos são em média mais felizes. Já dentro de um país desenvolvido os mais ricos são mais felizes, mas apenas ligeiramente. Isto porque nem sempre usam o dinheiro da melhor maneira. 

Ter pouco dinheiro pode causar stress, preocupações e infelicidade. Ter demasiado… por vezes, faz exactamente o mesmo! Isto porque, com alguma frequência, o dinheiro é alcançado à custa da vida familiar, da saúde e de uma série de ingredientes essenciais para a felicidade. Acresce ainda o facto de que, quando satisfeitas as necessidades básicas, o seu efeito positivo é relativamente fugaz, devido a três processos psicológicos

a habituação – os efeitos positivos de ser promovido, ganhar a lotaria ou adquirir um objecto muito desejado, desvanecem-se com o tempo e voltamos ao estado de felicidade habitual; 
as aspirações crescentes – as nossas aspirações materiais tendem a aumentar a par do aumento da riqueza. Quanto maior for a diferença entre o que temos e os nossos desejos, maior a probabilidade de nos sentirmos infelizes; 
a comparação social – as pessoas tendem a comparar-se com os outros e para se manterem felizes precisam de sentir que ganham valores semelhantes ou superiores. Por exemplo em países como o nosso, onde existe desigualdade na distribuição da riqueza, o nível médio de felicidade tende a ser menor do que em países mais igualitários - como os do norte europeu. 

O que efectivamente conta é a forma como o gastamos! As pessoas materialistas são, em média, menos felizes do que aquelas que se concentram noutras prioridades. Assim, nos gastos que vão além das nossas necessidades, é preferível investir:

a) mais em experiências positivas do que em objectos - viagens, um curso que te apaixone, um livro sobre um tema que adores, receber uma massagem num SPA, etc. - depende do teu gosto pessoal; 
b) em coisas que permitem economizar tempo, para que este possa ser ocupado com algo que proporcione bem-estar - por ex. quando recorres a serviços externos para limpeza da casa e assim, consegues ter mais disponibilidade para quem amas ou para te dedicares a actividades que te fazem feliz;
c) em acções solidárias - ser generoso com os outros, aumenta a felicidade pessoal. Podes ajudar alguém que necessita ou contribuir para uma causa social, que faça sentido para ti. 

Há ainda que realçar, que há actividades gratuitas ou muito baratas que também nos podem fazer felizes (fazer uma caminhada ao ar livre, tomar o pequeno-almoço numa esplanada solarenga, ver o pôr-do-sol, meditar, fazer exercício físico...). Por isso o dinheiro ajuda, mas mesmo quem tem menos dinheiro tem possibilidade de ser muito feliz.

Em conclusão, sim o dinheiro pode fazer-te mais feliz! Desde que o uses sabiamente.



Fotos: 1.ª nattanan23; 2.ª aliceabc0; 3.ª Kristine Lejniece.  
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segunda-feira, 9 de abril de 2018

Pensamento/Lema da semana #392


"Ao cuidar de mim e ao fazer de mim uma prioridade,
tudo à minha volta começou a mudar.
O mundo em nosso redor não é mais
do que um reflexo do nosso mundo interior."
Inês Nunes Pimentel

Foto: StockSnap
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sexta-feira, 6 de abril de 2018

Metáfora: o que realmente te faz feliz?


Por vezes andamos numa luta desenfreada, sem sabermos muito bem onde queremos chegar. Alcançamos um patamar e pensamos que aí sim, seremos felizes. Só que o pico de alegria desvanece-se rápido e logo queremos algo maior... muitas vezes à custa do que realmente nos poderia fazer felizes.

E tu, já reflectiste sobre a tua felicidade? No dia-a-dia, o que te faz realmente feliz? Ou terás um sonho que acalentas, mas ainda não traçaste um plano para o alcançar? Estarás a dar prioridade ao que realmente importa? Tens tempo para apreciar as coisas simples da vida (ler um bom livro, brincar com os teus filhos, cuidar de ti...)? Tudo questões para reflexão...

Partilho agora contigo, uma metáfora sobre felicidade, para ajudar nesta reflexão.

"Um dia, um empresário rico contratou um barco de pesca para levá-lo ao mar, num dia de lazer. O sol brilhava, e o homem rico simpatizou com o jovem pescador, feliz, que guiava o barco pelas águas do porto. 

'Jovem', disse o empresário rico, 'posso ensinar-lhe os segredos do sucesso, se prestar atenção'. 

'Está bem', disse o jovem pescador, sorrindo ao limpar o peixe acabado de pescar. 

Apesar de ter ficado um pouco surpreendido pelo à vontade do jovem, o empresário iniciou a sua lição. 'Primeiro, duplique os seus preços. Tem um barco óptimo, limpo e sabe onde há abundância de peixe.'

'Porque havia de fazer isso?' respondeu o jovem pescador, olhando distraído para um pequeno caranguejo que brincava nas ondas na margem.

O empresário sentiu a irritação crescer e preparou-se para responder. 'Porque então poderá comprar um segundo barco, e um terceiro, e poderá aceitar mais turistas e pescar mais peixe. Se trabalhar duramente, ganhará o suficiente para comprar toda uma frota de barcos.' 

'Mas porque havia de querer fazer isso?', perguntou o jovem pescador, reclinando-se para trás para apanhar os últimos raios de sol da tarde. 

Nesta altura, o empresário estava fulo. 'Porque então ficará rico, e poderá contratar pessoas para trabalhar para si, enquanto passa os dias a pescar e apanhar sol!'

'Ah', disse o pescador acenando com a cabeça.'Isso parece ser  óptimo.' "

Jamais devemos deixar de lutar pelos nossos sonhos. Uma ambição saudável pode melhorar a nossa vida.  Por outro lado, por vezes temos de fazer coisas chatas, porque a vida é feita de coisas boas e outras não tão agradáveis. No entanto, temos de reflectir se estamos a dar espaço para o que realmente nos faz felizes. Será que encontramos felicidade e sentido na nossa vida actual ou as nossas metas estão a ser alcançadas à custa do nosso bem-estar ou do bem-estar de quem amamos? 

Reflecte sobre a tua vida. Nem tudo é um mar de rosas, mas é importante haver espaço para cultivares o teu «jardim». Sonha! Aprecia as pequenas coisas! Se necessário reajusta a tua agenda e encontra espaço para aquilo que te ilumina. Luta para seres feliz!

É essa a reflexão que sugiro que faças.

Fonte da Metáfora: McKenna, Paul; "Mude a Sua Vida em Sete Dias"; Lua de Papel, 3.ª Edição; Alfragide, Fevereiro de 2009. 
Foto: Lekies
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terça-feira, 3 de abril de 2018

Como a espiritualidade te pode fazer mais feliz


Nos últimos dias, ovos de chocolate e coelhinhos anunciaram a Páscoa em muitas lojas do país. Vá, e em mensagens que nos chegam, às dezenas, pelo facebook. Fico a pensar... será que a maioria de nós, ainda pensa no verdadeiro significado da Páscoa?

Para os judeus simboliza a saída do Egipto após anos de opressão. Já os cristãos comemoram a ressurreição de Jesus. No meio disto surgiram os coelhos fofinhos e os tais ovos. 

Cá em casa tento conciliar as coisas. Apesar de não acreditar em religiões, tenho fé em Deus e em Jesus. Agradeço o sacrifício de Jesus e tento aprofundar a minha espiritualidade... a par de uma caça aos ovos que organizo para as criança. E, acredita, todos os anos estão ansiosas por fazê-la.

Mas voltando ao tema. Quantas vezes, na tua correria diária, te esqueceste do teu lado mais espiritual? Independentemente da tua religião ou crença, podes aproveitar esta época para (re)descobrires a tua espiritualidade. Ela é de facto acessível a qualquer um de nós e pode mudar a tua vida para sempre, tornando-te mais feliz. 

Espiritualidade e Felicidade

Nos últimos anos a ciência tem-se debruçado sobre este tema e a verdade é que diversos estudos comprovam que as pessoas com uma vida espiritual activa são mais felizes. 

No entanto, espiritualidade não é o mesmo que religião. A primeira é uma busca interior pelo sagrado, uma tentativa de dar sentido à vida através de algo maior que nós: um Ser divino ou uma verdade suprema. Já a religião tende a ser mais concreta e ligada a uma instituição. Neste caso, a pessoa pode também fazer uma busca espiritual, mas num contexto formal, aceitando um sistema de crenças e rituais oficiais. 

Tanto a espiritualidade, como a religião, podem melhorar significativamente a tua vida. Mas há que estar atento! Uma coisa é um sistema de crenças salutar, compassivo, em que se procura o melhor de si mesmo e do outro. Outra coisa é seguir uma religião por obrigação, sem a sentir verdadeiramente. Pior ainda é sujeitar-se a uma religiosidade nociva - pouco tolerante, hostil com os não crentes, mais concentrada na justiça divina do que no amor, com padrões rígidos para a conduta moral e familiar. Nestes dois últimos casos é bem mais difícil os crentes se sentirem felizes. 

A verdadeira felicidade advém de uma espiritualidade assente no crescimento pessoal, no altruísmo e humanismo, na união constante com o Divino e no forte comprometimento com aquilo em que se acredita - que acaba por influenciar todas as dimensões da vida (trabalho, formação, relações…). 

Mas podes estar a perguntar-te: “Como pode afinal a espiritualidade fazer-me mais feliz?”. A verdade é que a espiritualidade pode trazer-te uma série de benefícios que, comprovadamente, podem aumentar a tua felicidade. Vários estudos concluíram que as pessoas espirituais lidam melhor com o stress e recuperam mais facilmente dos traumas da vida. Há por isso menos casos de ansiedade, depressão e suicídios. Sentem-se menos sós, tendo relações sociais e familiares mais satisfatórias. São mais solidárias e pensam além dos seus próprios interesses, contribuindo para um mundo melhor. Têm menos risco de cometer crimes. Consomem menos drogas, álcool ou tabaco. Tendem a ser mais saudáveis e a viver mais anos. O facto de orarem ou meditarem regularmente, estimula a actividade do hemisfério esquerdo do seu cérebro (associada à felicidade e emoções positivas). Encontram mais facilmente um sentido para a vida, o que reforça a sua auto-estima. Vivenciam com mais frequência emoções positivas, também elas potenciadoras de felicidade (amor, optimismo, gratidão, alegria e até êxtase, paz interior, esperança, sensação de que se é respeitado e útil). 

E quem não acredita?

Podes ainda perguntar-te: “E aquelas pessoas que não acreditam em Deus ou noutra entidade superior? Como é possível serem felizes através da espiritualidade?” Por incrível que pareça, constatou-se que mesmo pessoas sem fé no sagrado, conseguem ser felizes com uma vida mais espiritual. Isto porque santificam coisas aparentemente comuns. Podem considerar o trabalho uma vocação, a educação dos filhos uma missão, tratar do seu corpo como se fosse sagrado, sentir admiração pelo belo, pela natureza, pela humanidade. 

Como podes (re)descobrir a tua espiritualidade

Talvez este seja o momento certo, para (re)descobrires a tua espiritualidade. Eis 14 acções concretas que poderão ajudar. Escolhe aquelas com que mais te identificas, ou experimenta algo novo - surpreende-te.

1. Dedica uns minutos por dia a ler sobre temas espirituais ou religiosos; 
2. Lê sobre a vida de pessoas espirituais inspiradoras, que possam servir de modelo à tua própria vida (Jesus, Buda, Madre Teresa…); 
3. Informa-te sobre outras religiões. O teu caminho espiritual pode (re)começar experimentando algo novo; 
4. Escuta programas de rádio ou TV, ou assiste a vídeos no youtube, com conteúdo espiritual ou religioso; 
5. Convive com pessoas que também buscam a espiritualidade. Podes fazê-lo pessoalmente, em fóruns da Internet ou numa comunidade religiosa organizada; 
6. Cria um espaço sagrado na tua casa. Acolhedor e silencioso, onde possas orar ou meditar, ler ou simplesmente estar em comunhão com o Divino; 
7. Visita lugares sagrados. Descobre a sua história, observa a arte envolvente, a cultura, o misticismo;
8. Aumenta a frequência com que assistes a cerimónias religiosas; 
9. Participa em actividades organizadas por uma igreja ou grupo espiritual (cursos bíblicos, retiros espirituais, etc.); 
10. Ora e/ou medita diariamente; 
11. Transforma a oração numa «conversa mental» com Deus, agradecendo-lhe pelo que tens de bom, pedindo-lhe orientação para resolver problemas e ajuda para concretizar sonhos; 
12. Pratica gestos de bondade: cede o lugar a alguém que precise, doa roupas que não usas, visita um idoso que vive só, pratica voluntariado…; 
13. Perdoa alguém que te magoou; 
14. Sente a divindade na tua vida quotidiana, encontrando beleza e admiração no que te rodeia (num pôr-do-sol, numa refeição reconfortante, no riso do teu filho…). 

Agora é só dares o primeiro passo. Experimenta uma ou mais destas sugestões e sê feliz!

(Texto adaptado a partir de um artigo que publiquei na revista Progredir, em Dezembro de 2016).
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segunda-feira, 2 de abril de 2018

Pensamento/Lema da semana #391


"Acho que também há algo de muito divertido 
no desafio de transformar o banal em divertido." 
Jim Gaffigan

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