segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Pensamento/Lema da semana #254


"Saber gerir as emoções pode abrir muitas portas, nomeadamente a da felicidade. 
Para garantir um futuro risonho aos seus filhos,
 há por isso que apostar na educação com inteligência emocional". 
Carla Santos Vieira

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sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Como ser uma pessoa feliz, segundo Tal Ben-Shahar (o especialista de Harvard)


Uma das primeiras obras que li sobre «felicidade» foi o "Aprenda a Ser Feliz" de Tal Ben-Shahar, o responsável pelo curso de Psicologia Positiva de Harvard (aliás, um dos cursos mais concorridos de sempre daquela Universidade). Tal como outros especialistas na área, Tal Ben-Shahar considera que podemos agir para sermos pessoas mais felizes - e aqui fala de felicidade duradoura, não de uma felicidade efémera. Em suma, a felicidade está realmente ao nosso alcance! 

Os seus ensinamentos melhoraram a minha vida, e quero implementá-los cada vez mais. Eis o que eles sugere para nos tornarmos pessoas felizes:

1 - Aceita que é impossível viver sem emoções negativas - Aceitar a vida como ela é, liberta-nos do medo do fracasso (que é absolutamente normal e até nos conduz a novas aprendizagens) e das expectativas perfeccionistas (não há vidas perfeitas, portanto é um erro desejar a perfeição). É igualmente importante reconhecer e aceitar os sentimentos negativos para os conseguirmos ultrapassar (esta é até uma das bases da inteligência emocional, segundo Daniel Goleman). Por último, as emoções negativas são importantes, para conseguirmos reconhecer/valorizar as emoções positivas.

2 - A felicidade surge da combinação entre "prazer" e "significado" - Sempre que possível, devemos realizar actividades que nos dêem prazer, mas que também tenham «significado», ou seja, que estejam de acordo com os nossos valores, as nossas paixões, o nosso propósito de vida. A felicidade surge desta combinação, porque o prazer por si só (sem significado), ou o significado por si só não (sem prazer), não são suficientes para atingir a felicidade.

3 - Utiliza «happiness boosters» - Obviamente, que não conseguimos realizar actividades que reúnam «prazer» e «significado» todo o tempo, principalmente quando o emprego não está de acordo com o nosso propósito de vida. É por isso importante utilizarmos «happiness boosters» ao longo da semana. Dedica assim algum tempo do teu dia, a realizar actividades que reúnam «prazer» e «significado» (por ex. ler sobre temas relacionados com o teu propósito de vida). Estudos comprovaram que 1h ou 2h deste tipo de actividades pode afectar positivamente a qualidade de um dia inteiro ou até de uma semana.

4 - Pratica actividades para a felicidade na "quantidade certa" - Mesmo que uma actividade nos proporcione «significado» e «prazer», se a realizássemos incessantemente, deixaria de nos fazer feliz. Tal Ben-Shahar, dá o exemplo da lasanha: podemos gostar muito de lasanha, mas isso não significa que seria bom comer lasanha a toda a hora, todos os dias. Eu acrescentaria, o que aprendi entretanto: o segredo de uma felicidade duradoura está na variedade, ou seja, mesmo dentro das actividades que nos fazem felizes, devemos variar as que escolhemos fazer (por ex. hoje escolho saborear as pequenas coisas, mas amanhã, ou mais logo decido praticar exercício físico - explico isto com mais detalhe, neste post).

5 - Estabelece metas para a tua vida - Para sermos felizes é importante identificarmos e perseguirmos as chamadas «metas autoconcordantes», ou seja, que nos proporcionem um jornada agradável para as alcançar, mas que também sejam significativas. São aqueles objectivos que melhoram a nossa vida, que nos fazem crescer enquanto seres humanos, e que contribuem para alguma coisa. São importantes a nível pessoal e jamais impostas pelos outros. O que será crucial para aumentar a felicidade é justamente o "processo" de nos empenharmos nas metas e não alcançá-las por si só.

Eu própria já aqui falei de metas pessoais, por ex.: livrar-me da tralha para ter um ambiente mais agradável e tempo para o mais importante, ou acabar de pagar o empréstimo bancário para me livrar das dívidas e ter mais dinheiro disponível ou ainda tentar incluir actividades para a felicidade no meu dia-a-dia. Divirto-me na jornada para alcançar as metas e, no fundo as metas não são um fim, são antes um meio para um objectivo maior: ser feliz!

6 - Não olhes para as coisas boas como garantidas - Aprende a valorizar e a ser grato/a pelo que tens de bom na tua vida. Como refere Tal Ben-Shahar "Essa mania que temos de achar que as coisas são garantidas e sempre estarão aqui têm pouco de realista". Assim, não tomes nada por garantido, aprende a dar valor às pequenas e maravilhosas coisas da tua vida, às pessoas que amas, à comida que chega até ti, à natureza que te rodeia, etc.

7 - Tem em mente que a felicidade não depende directamente do dinheiro ou do estatuto, mas do teu estado de espírito - O nosso nível de felicidade depende mais da interpretação que fazemos dos acontecimentos do que de ter mais dinheiro ou sucesso. O dinheiro só poderá contribuir para a tua felicidade, se o vires como um «meio» para a alcançar, ou seja, não é propriamente ter mais dinheiro que te fará mais feliz, mas sim o facto deste permitir libertares o teu tempo para fazeres coisas pessoalmente significativas.

8 - Simplifica a tua vida - Foi este o primeiro autor que me chamou a atenção para a importância de simplificar a minha vida, nomeadamente destralhando. Hoje em dia tendemos a ocupar o nosso tempo com um número exagerado de actividades/tarefas. Fazemos mais em em cada vez menos horas e isto põe em causa a nossa felicidade. Assim, deves fazer uma melhor gestão do teu tempo, aprender a dizer «não» e livrares-te do que é supérfluo. Desiste de actividades de menor importância, reduz ao máximo as tuas obrigações, passando a ocupar esse tempo com actividades que te deem mais prazer e significado.

9 - Cria rituais para seres mais feliz - A ideia de criarmos rituais para o que nos pode fazer mais felizes, é que estes comportamentos se tornem hábitos e com isso modelarmos o nosso cérebro para sermos mais felizes. Primeiro deves identificar os rituais que eventualmente te podem fazer mais feliz (ex.: praticar exercício 3 vezes por semana ou meditar 15 minutos todas as manhãs, realizar 1 pequena tarefa diária para alcançar determinada meta, etc.). Para já, deves escolher no máximo 2 rituais (só deves introduzir outros quando estes se tiverem tornado num hábito), anotá-los na agenda e passar à acção. A verdade é que adoptar novos comportamentos é difícil, pois após a fase de “lua-de-mel”, nem sempre temos autodisciplina para os manter. Daí a importância de introduzir rituais, até que estes se tornem um hábito (pois aqui já não necessitamos de autodisciplina, realizamo-los sem pensar).

10 - Pratica exercício físico - O exercício físico é das actividades mais eficazes para incentivar a felicidade (confesso que isto a mim, surpreende-me). Isto porque quando praticamos desporto, o nosso cérebro segrega endorfinas, que geram prazer e reduzem a dor, fazendo-nos sentir mais felizes. Contudo, tem em atenção à escolha do tipo de exercício, pois é importante que faças algo adequado ao teu estilo de vida e ao teu gosto pessoal. Também não é necessário praticares actividades exageradas, basta um desporto leve para fazer a diferença.

11 - Pratica meditação - Com a introdução do hábito de meditar, conseguirás combater o stress e orientar o teu pensamento para o lado positivo. Por outro lado, à medida que aumenta a tua paz interior, terás mais capacidade para enfrentar as crises da vida.

12 - Treina a resiliência - Novamente, é importante reconhecer os sentimentos (mesmo que negativos) para poderes geri-los. Aceita os fracassos como uma «oportunidade» de aprendizagem, como uma lição para na próxima fazeres diferente. Reconhece que tudo passa, inclusive os momentos de crise. É isto que é ser resiliente, ou seja, trata-se da capacidade de enfrentar circunstâncias adversas, condições de vida difíceis e/ou situações potencialmente traumáticas, recuperar-se e voltar ao nosso estado inicial. Trata-se ainda de sair destas situações fortalecido/a, com mais conhecimentos. Da próxima vez que encarares uma situação difícil, tenta ser resiliente.

««»»

Este autor marcou sem dúvida a minha vida. Fez-me perceber que a felicidade pode ser aprendida, da mesma forma como aprendemos um desporto ou tiramos um curso. Requer conhecimentos e, sobretudo prática. Com o tempo vamos introduzindo os hábitos que nos fazem mais felizes e, isso sim, fará com que a nossa felicidade aumente.

E tu, estás disposto/a a lutar pela tua felicidade? Dá trabalho, mas vale tanto a pena!...

Foto:α is for äpΩL †
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(Hoje fazemos 1 mês que estamos no INSTAGRAM!! Fico curiosa sobre como será este novo percurso... Para já estou a adorar!)

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Ser feliz num apartamento pequeno? É possível!

Adoro a ideia de viver no centro histórico de uma grande cidade, em que casas antigas são reconvertidas e o seu interior é lindo e moderno. Claro que isso significa por vezes sacrificar o espaço, em prol da localização. Mas mesmo pequeno, um apartamento pode ser um refúgio acolhedor, aquele espaço onde chegas ao fim do dia e que te faz feliz.

Aqui fica um exemplo que me agrada. Um apartamento com apenas 33 m2!!! Fica na Suécia.


Em primeiro lugar é importante ter em atenção o ambiente interno da casa. Uma casa pequena, mas com um espaço amplo, cores claras e livre de tralha, dá uma sensação muito mais relaxante do que um apartamento maior, mas atravancado e com excesso de objectos.

Espreita só o espaço que parece existir entre as cadeiras de cozinha e o sofá da sala.



A decoração deve de ser um reflexo da nossa personalidade e não das tendências da moda, pois fará com que nos sintamos verdadeiramente "em casa". Uns objectos de arte (por ex. os quadros da imagem), algo relacionado com um hobbie que nos apaixona (por ex. os livros), objectos que evocam lembranças felizes (por ex. a arca a servir de mesa de centro, que pode ter pertencido a um antepassado, ou as fotos penduradas na parede da cozinha) ou algo que achamos simplesmente bonito (por ex. a almofada colorida ou o relógio de parede)... As possibilidades são inúmeras...



Estas casas pequenas, por norma são habitadas por pessoas que vivem sozinhas ou por jovens casais. De qualquer forma, é importante ter um espaço mais reservado onde possas relaxar: um cantinho de leitura (neste caso pode ser no extremo do sofá), uma mesinha na varanda...

Torna esta área no teu «pequeno santuário» tornando-a mais acolhedora e relaxante. Para isso, podes rodeá-la com umas almofadas, uma mantinha, velas, um incenso, umas plantas... o que importa é incluir elementos que convidem ao relaxamento.


Mesmo a uma casa menor, é possível trazer uma sensação de amplitude. E esta é fundamental, pois promove o bem-estar de quem lá habita. Previne a ansiedade e aquela sensação de sufoco, típica de uma casa muito cheia.

Para isso ser possível, é importante pintar a casa com cores claras, ter bastantes espaços de arrumação (repara só no móvel da TV, no cabide, na "mesa" de centro, na despensa, nos móveis à entrada). A cama está igualmente concebida para ocupar pouco espaço, por cima da área da TV.

Contudo, uma casa para além de ser bonita, deve de ser funcional. Neste caso, tenho algumas dúvidas relativamente à posição da escada para subir para a cama, pois está mesmo em frente à porta da casa-de-banho. O ideal é que tudo o que temos em casa facilite a nossa vida, que seja de fácil utilização e manutenção.


Deixa entrar o máximo de luz natural. Abre as cortinas, ou nem sequer uses cortinas. Para além de dar a tal sensação de amplitude, a luz natural também contribui para o nosso bem estar, pois regula os nossos ciclos biológicos de sono e de vigília. Ou seja, ajuda-nos a manter despertos quando precisamos e a ter um sono reparador.

Adapta também a luz artificial, consoante as áreas da casa. Aqui, por exemplo, existem focos de luz mais intensa direccionados à bancada da cozinha, através de um candeeiro na zona de leitura e por cima do móvel da televisão.


Incorpora elementos da Natureza na decoração: uns vasinhos, umas jarras, um aquário... Estes melhoram o nosso humor e a nossa saúde.

Por outro lado, os seres humanos sentem-se melhor em lugares acolhedores. O uso de velas em pratinhos, castiçais ou em lanternas decorativas, conseguem-nos transmitir essa sensação. Aqui, estão espalhadas pela cozinha, na mesa da sala, junto à porta que dá para a varanda e na própria varanda.



Mais uns elementos naturais (pedra na parede da cozinha), chão a imitar madeira e vasos com plantas.


Detalhes decorativos e elementos relaxantes.


O hall de entrada. Mais uma área onde o espaço é bem aproveitado, permitindo bastante arrumação. O espelho faz com que a entrada pareça maior e é uma ajuda para dar um retoque na imagem, mesmo antes de sair de casa.



A inclusão de elementos naturais e sagrados (o Buda dá um ar meio zen, não dá?), confere um ar acolhedor assim que se entra em casa. Transmite a sensação de refúgio, de que ali se pode relaxar.


Como vês, mesmo numa casa pequena, é possível reorganizares o espaço, de modo a seres mais feliz no teu cantinho. Isto não são meras especulações, são dados já estudados pela Psicologia do Design de Interiores. Como refere o psicólogo James Hillman “Existe uma relação entre os nossos hábitos e as nossas habitações, entre o interior das nossas vidas e o dos lugares onde vivemos”. Que tenhamos assim um bom lugar para viver, um que fomente as emoções positivas... independentemente do seu tamanho.

E este era mesmo pequeno. Espreita só a planta:


Fotos: Skandia Maklarna
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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Pensamento/Lema da semana #253


"Quero estar perto de pessoas que fazem coisas. 
Já não quero estar perto de pessoas que julgam ou falam do que os outros fazem. 
Quero estar perto de pessoas que sonham, que apoiam e que agem."
Amy Poehler

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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Opinião - Livro "Vida Organizada" da Thais Godinho

Há alguns anos que acompanho o blog da Thais, o "Vida Organizada" e posso dizer que é um dos meus preferidos da blogosfera. Isto porque ela pesquisa/estuda imenso antes de colocar o que quer que seja no seu blog, ou seja, por detrás de cada post nota-se que houve bastante trabalho e a informação é sempre útil e pertinente para quem quer organizar-se. Por isso assim que soube que o livro "Vida Organizada" foi publicado em Portugal, resolvi comprá-lo.

Muitas pessoas (mesmo) me têm entretanto questionado se vale a pena comprar o livro, ou se o mesmo é só uma cópia do blog. Pessoalmente, acho que vale muito a pena! Os textos num blog vão surgindo, não necessariamente numa sequência, mas à medida que a autora pensa neles. Já neste livro, a informação vem disposta de forma a que o leitor possa organizar-se a partir do zero, e consecutivamente, ir organizando a sua vida na globalidade.


Mas vamos ao resumo do livro:

Introdução: neste ponto a autora fala essencialmente dos benefícios que a organização poderá trazer às nossas vidas. Trata-se de um bom incentivo para quem quer começar. 

Capítulo 1: no primeiro capítulo a autora dá sugestões sobre como começar a organizar-se quando tudo está um caos. Ao contrário da Marie Kondo, de que falei há algum tempo, a Thais (e devo dizer que concordo mais com ela) refere que se a nossa vida não ficou desorganizada num dia, também não irá organizar-se num dia. Contudo, se fizermos um pouquinho todos os dias, num sistema de organização contínua, então é possível melhorarmos significativamente as nossas vidas. A autora coloca-nos já a pensar neste capítulo nos nossos sonhos, no nosso dia ideal, na definição das nossas prioridades, na importância do planeamento, na definição de objectivos a longo, médio e curto prazo... e é algo que ela vai fazendo ao longo do livro, através de uma série de exercícios (para passarmos à acção e não ficarmos só pela leitura).

Capítulo 2: neste capítulo a autora explica-nos com é possível, na prática, concretizarmos os nossos sonhos/objectivos. E fala de objectivos para todas as áreas da nossa vida (enquanto pais, no trabalho, como esposo/a, etc.). A partir do que desejamos para cada área, a autora ensina-nos a traçar um plano para cumprir cada um desses objectivos (e também a descartar aqueles que só nos roubam tempo), através de acções que podemos fazer todos os dias.

Capítulo 3: aqui a autora dá-nos sugestões para destralharmos a casa, para evitarmos as desculpas que damos que mantêm a tralha nas nossas vidas e como é possível manter a casa livre de tralha. Especificamente, na organização do papel, ela baseia-se no método GTD e sugere também o recurso ao Evernote.

Capítulo 4: este capítulo é dedicado à criação de rotinas de organização, de modo a manter uma vida mais organizada, nomeadamente: rotinas para as tarefas da casa e planeamento do menu semanal. Dá ainda sugestões sobre itens que nos ajudam a ter uma vida mais organizada (ex. lista de compras, agenda, etc.).

Capítulo 5: neste capítulo a autora fala de como devemos organizar/planear a agenda, de modo a conseguirmos cumprir todas as tarefas para alcançar os nossos objectivos (tendo por base o método GTD). Fala ainda da utilidade do Google Calendar, do Toodledo e de formas de organizar os e-mails.

Capítulo 6: aqui a Thais dá-nos sugestões para manter a casa organizada e funcional, de acordo com as nossas necessidades. Explica-nos também como criar uma rotina de limpeza da casa, baseando-se no método FlyLady (fazendo pouco diariamente, ao invés de sacrificar um dia inteiro para as limpezas). Fala ainda sobre organização dos papéis da casa (se bem que ela já havia falado nisto mais pormenorizadamente no Capítulo 3). Por último, dá uma série de sugestões para tornar a decoração mais prática.

Capítulo 7: este capítulo é dedicado à organização no nosso local de trabalho. A Thais dá-nos sugestões para criarmos uma rotina de trabalho mais produtiva, ideias para evitar a procrastinação e ainda um guia rápido para nos organizarmos no trabalho.

Capítulo 8: neste último capítulo a autora fala sobre motivação (para começarmos a organizar-nos e como não ficarmos desmotivados/as quando chega a Segunda-feira), sobre delegação de tarefas e sobre a importância de ter objectivos para a nossa vida (só assim é possível concretizarmos os nossos sonhos). Por último dá ainda sugestões para simplificarmos a nossa rotina agora mesmo.

Epílogo: em jeito de conclusão, a Thais dá mais uma achega para nos incentivar a começar, para não ficarmos somente pelo mundo das ideias e passarmos à acção.  Como ela mesma refere:

"Pensar no futuro, sim, mas começando hoje, agora!
Porque algumas coisas são rápidas e outras levam tempo,
mas nada acontecerá se não der o primeiro passo."

««»» 

Em suma, considero o livro mesmo muito inspirador e sim, vai além do blog. Quando o lês, dá-te uma vontade enorme de começares a organizar a tua vida (e isto é fundamental para agires, porque te dá motivação) e, para ser franca... também te dá vontade de ler/reler sobre GTD.

E tu, já leste este livro? Qual a tua opinião?

Foto: Wook
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terça-feira, 4 de agosto de 2015

Benefícios de ler com a minha filha

Os serões com a minha filha têm sido super-relaxantes. Começamos por jogar a alguma coisa, em alguns dias meditamos e por fim, lemos. Como ela cresceu... Parece que ainda há pouco lia para ela... e agora já me acompanha nas leituras! 

Para além dos benefícios óbvios que a leitura tem para uma criança (facilita as aprendizagens, a pronuncia das palavras, a comunicação em geral, a criatividade, a imaginação, a aquisição de cultura, conhecimentos e valores) têm surgido 3 benefícios concretos que têm melhorado as nossas vidas. Um é que nos sentimos ainda mais próximas uma da outra, com mais cumplicidade (se é que isso ainda é possível!). Outro, é que ela já não faz manha para dormir, pois a leitura faz com que o sono lhe chegue mais rápido. Um último benefício, é que está a acabar com um terrível hábito que tenho: gosto tanto de ler que começava um livro, mas se via um outro super-interessante, não resistia e começava a lê-lo também. Conclusão: acabava a ler vários livros em simultâneo e, por vezes, deixava-os a meio. Agora tenho lido um livro de cada vez, do princípio ao fim. Até porque ela anda tão entusiasmada por já ler livros «grandes», que está sempre a perguntar-me "Mamã, em que páginas é vais? Eu já vou na página X!".

Os livros da foto já foram lidos há algum tempo, brevemente até penso deixar aqui uma opinião do livro "Vida Organizada" da Thais Godinho. Quanto a nós, isto da leitura já se tornou um hábito e estou mesmo a adorar...

Foto: Mafalda S.
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segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Pensamento/Lema da semana #252


"A visão não é suficiente; tem de ser combinada com iniciativa.
Não chega olhar para os degraus;
temos de subir a escada."
Vaclav Havel

Foto: John Finn

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