quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Como sobreviver à crise financeira #2

Hoje deixo-vos o 2.º post com estratégias para enfrentar a crise financeira e, se possível, retirar algo de bom destes tempos difíceis.
 
Eis as novas sugestões:
 
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9. Ensine os mais jovens a gerirem o seu dinheiro – As crianças que estão habituadas a receber tudo, têm uma enorme dificuldade em lidar com a frustração. Aprenderam a satisfazer todos os seus caprichos, e quando a vida muda, não estão preparados para lidar com a situação. E, acredite, isso também se irá refletir na vida adulta. Por isso, veja nesta crise uma oportunidade para educar financeiramente os seus filhos. Ensine-os também a sentirem-se gratos pelo que têm. Estará a dar-lhes preciosas ferramentas para controlarem as suas vidas e para serem mais felizes.
 
10. Simplifique a sua vida – Elimine o que está a mais na sua vida (objectos em excesso, encontros sociais desnecessários, tecnologia a mais...). Com a simplificação poderá encontrar paz mental neste tempo conturbado, ganhar mais tempo para si e para a sua família e ainda poderá poupar dinheiro (com menos objectos poderá não precisar de empregada de limpeza, menos confusão na despensa evitará que deixe passar a validade dos alimentos, um maior controle sobre si mesmo prevenirá compras por impulso...). 
 
11. Evite ouvir todos os noticiários – Claro que é importante mantermo-nos informados. Contudo, tudo tem limites. Na verdade, a percentagem de notícias negativas num noticiário, é muito maior do que as positivas. E está provado que o excesso de más notícias pode contagiá-lo com pessimismo e paralisar a sua acção (poderá sentir-se impotente, sem saber que rumo dar à sua vida). Quer uma ideia adicional? Experimente ter um dia livre de estímulos. Ficará como novo.
 
12. Evite pessoas demasiado pessimistas – Já se questionou se as pessoas com quem costuma conviver o estão a incentivar a seguir em frente ou a paralisá-lo? Todos nós precisamos de um ombro amigo, de alguém que nos dê força interior e que nos apoie nos piores momentos. Estas pessoas são muito importantes em momentos de crise. Por oposição, pessoas demasiado pessimistas, que só vêm um futuro negro, e que o empurram para baixo em vez de o ajudar, poderão comprometer a sua capacidade de ultrapassar a crise. Lembre-se: o pessimismo é contagioso, por isso afaste-se destas pessoas.
 
13. Não se compare negativamente com os outros - Neste período difícil, onde acontecem demasiadas injustiças e desigualdades sociais, é comum comparar-mo-nos negativamente com os outros. Esqueça se não lhe deram as mesmas oportunidades ou se sente que a vida dos outros parece mais cor-de-rosa (se frequentar as redes sociais, corre mais este risco). A solução reside em concentrar-se em si mesmo e em exemplos inspiradores. E acredite que, por pior que pareça a sua situação, há sempre pessoas que sobrevivem e até conseguem ser felizes em piores condições.

14. Mantenha-se unido às pessoas que o apoiam – Lembra-se daquele velho ditado, "Em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão"? Por vezes é mesmo isso que acontece em época de crise financeira. As coisas não vão bem e tendemos a descarregar e até a culpar os outros. Peço-lhe assim, que assuma a atitude oposta. É nestas alturas que deve fortalecer as suas relações (com o(a) seu(sua) companheiro(a), filhos ou amigos). O apoio mútuo, especialmente em família, ajudá-los-á a concentrarem-se nas soluções e não a criarem mais problemas. Sentirão que a vossa casa é um porto de abrigo e não mais uma fonte de stress. E aí sim, é possível seguir em frente.
 
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E estamos a meio caminho desta série de posts. Continue por isso a «acreditar»!
 
Foto: Alejandro Groenewold

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Como sobreviver à crise financeira #1

A vida não está fácil para os portugueses. Os momentos de crise são sempre conturbados e este não é excepção. Creio que com maior ou menor gravidade, nos atingiu a todos. O trabalho escasseia, a pobreza aumenta e os casos de depressão disparam.
 
Será possível ver uma luz ao fundo do túnel? Será possível sobreviver e até ser feliz em tempo de crise?
 
Depende muito da forma como se enfrenta esta época difícil. Com este primeiro post (de uma série de 3), pretendo dar-lhe a conhecer algumas estratégias para enfrentar a crise financeira e, se possível, retirar algo de bom destes tempos difíceis.

Vamos a isto?
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1. Tenha em mente que há muitas evidências de que esta crise não durará para sempre – Ultimamente tenho lido muitos artigos históricos e desde o início da humanidade que existem ciclos de prosperidade, seguidos de períodos de crise económica, novamente prosperidade e novamente crise. É uma espécie de ciclo vicioso. Claro que existem crises que duram muitos anos, enquanto que outras são mais curtas. Esta pode até não acabar já no ano que vem, mas os seus efeitos irão atenuar-se ao longo do tempo e, inevitavelmente, existirá novo período de prosperidade.
  
2. Aprenda lições com a crise – Há sempre algo que podemos aprender e vou falar das minhas próprias lições. Se não fosse esta crise talvez não tivesse lido vários livros sobre finanças pessoais, não teria reduzido o prazo do meu empréstimo para me livrar dele daqui a 8 anos, não teria implementado uma série de medidas de poupança, não teria valorizado coisas que o dinheiro não pode comprar e não teria aprendido que é preciso amealhar em época de «vacas gordas» (para a próxima época de prosperidade, certamente que terei isto em conta)...

3. Mude o seu discurso – Precisamos de desabafar, é certo. Mas usar um discurso demasiado pessimista todos os dias, poderá fazer-nos sentir impotentes, incapazes de reagir face às adversidades da vida. Dê um novo significado aos problemas que vive, considere-os desafios. Não pense que são insuperáveis. Divida cada problema em pequenas partes e tente trabalhar apenas numa de cada vez.
 
4. Não desista de melhorar a sua vida – Acredito que esteja desanimado por uma série de situações (também me sinto assim às vezes). Mas é altura de arregaçar mangas e ir à luta. Se está desempregado, procure incessantemente. Invista em formação (por exemplo através do Centro de Emprego). Faça voluntariado num local onde gostaria de trabalhar, dando o seu melhor e provando que a sua presença é imprescindível (conheço várias situações similares, em que as pessoas acabaram por passar de voluntários a funcionários). Proponha-se a realizar um estágio profissional ou um contrato de emprego-inserção (desde que reúna condições). Leia tudo sobre como melhorar a sua vida, em geral, e passe à prática.

5. Recorra aos recursos disponíveis para os momentos difíceis – Se a situação é extremamente crítica, recorra a todas as ajudas possíveis: o subsídio de desemprego, ou o rendimento social de inserção, as lojas solidárias, as cantinas sociais... ou até a ajuda dos pais. Tem de colocar a vergonha de lado, assumir que tem um problema e concentrar-se de que neste momento precisa de sobreviver (um dia há-de compensar quem o ajudou, seja o Estado, seja a família). Se necessário, e querendo imitar o discurso desmotivante do Sr. Passos Coelho, estudar a possibilidade de encontrar novas possibilidades noutras paragens. Tem de equacionar todas as hipóteses em situações limite.
 
6. Controle o seu dinheiro – Por outro lado, mesmo para as pessoas que têm um emprego, podem aproveitar esta época para assumirem o controlo das suas finanças. Faça um balanço da sua situação actual (quanto dinheiro e bens tem disponíveis e quais as suas dívidas). Elabore um orçamento mensal e controle os seus gastos e entradas. Analise onde pode poupar e, já agora, tente pagar a si em primeiro lugar.

7. Utilize técnicas de poupança – Até surgir esta crise, confesso que havia uma série de áreas onde poderia poupar (sem colocar em risco a minha qualidade de vida) que desconhecia. Poderá poupar em combustíveis, na água, na electricidade, criando uma hortinha ou varanda biológica,  fazendo férias mais baratas, recorrendo a actividades e saídas culturais gratuitas, reciclando as suas roupas, evitando compras por impulso, mantendo uma lista de compras, redigindo previamente uma ementa... Existem imensas ideias na Internet, em blogs especializados neste assunto.
 
8. Encontre fontes alternativas de rendimento  - Se mesmo reduzindo nas suas despesas a situação se mantiver complicada, tente encontrar outras fontes de rendimento: um emprego em part-time, rentabilizar um hobbie, vender objectos que já não utiliza ou que você próprio pode criar (artes decorativas, por ex.), alugando uma parte da casa... pesquisando bem, e com um pouco de criatividade, poderá encontrar algo que se ajuste às suas necessidades.
 
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E este foi o primeiro post desta série. Acredite desde já, que há luz ao fundo do túnel!

Foto: Gianluca Cozzolino

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Investigação sobre raízes familiares

Finalmente, cá por casa começámos a elaborar o nosso "Livro da Família". Redescobrir as nossas raízes, pode explicar muito do que somos e trazer-nos um olhar positivo sobre a nossa família. Os investigadores da Psicologia Positiva sugerem que procuremos aspectos positivos (as virtudes de cada pessoa, os talentos, as forças de carácter).
 
Por cá começámos pela árvore genealógica e para além das virtudes, estou interessada nas curiosidades, das histórias que mais parecem romance, nas datas importantes...
 
Imaginem só o que já descobri, do meu lado da família. Tive um bisavô poeta; dois bisavós cuja casa foi supostamente atacada por fantasmas; uma avó que teve a coragem de ir sozinha numa longa viagem para ir buscar o meu avô... a casa de uma amante (pior, parece que tenho um tio algures, que desconheço); um avô que cantava muito bem; uma avó que perdeu a mãe ainda em criança e que foi uma lutadora nata toda a vida; um bisavô que esteve na França, na 1.ª Guerra Mundial (e regressou), um trisavô que entretia os netos com histórias fantásticas... A história mais mirabolante, foi a de um trisavô que foi desterrado por homicídio (que horror!). Contudo fez uma fortuna enorme numa antiga colónia portuguesa. O padre anunciou na missa que procuravam os descendentes, de modo a herdarem a fortuna. No entanto, o processo foi tão burocrático, que o Estado acabou por ficar com tudo. Outra história complicada foi a do abuso de álcool da parte de um avô. A parte positiva, é que os filhos ficaram de tal forma traumatizados com as consequências do álcool, que nenhum bebe (boa!). Ah! Tive também uma avó que se dizia que era das melhores cozinheiras da terra. Para além disso, parece-me (tenho de comprovar isto), que parte da família descende de nobres e outra de pessoas do campo e pescadores. Há também a possibilidade de uma ligação aos cristãos novos (antigos judeus convertidos). Mais recentemente estiveram ligados à indústria corticeira e do carvão. Bem... nunca imaginei encontrar tanta coisa! Até à data tenho certezas até à geração dos meus trisavós, o resto são só suspeitas (talvez lendas com um fundo de verdade).
 
Em tempos a minha avó deu-me um livro precioso: uma espécie de diário do pai dela.  Olhem só as coisas interessantes que o meu bisavô escreveu:
"Acabou a guerra no dia 11 de Novembro de 1918 «aonde» durou 1559 dias". "O J. foi pela primeira vez à casa da rapariga a 25 de Março de 1919". "Nasceu a minha filha I. (ou seja, a minha avó) no dia 4 de Maio de 1920, às 9horas da noite".
 
Estou a adorar fazer estas descobertas das minhas origens. E vocês já tentaram? Mesmo que encontrem coisas menos boas, também há muita coisa gira por descobrir. Percebi por exemplo de onde vem a minha paixão pela música, poesia, culinária...
 
Experimentem ver uma destas investigações (bem mais caras do que a minha), no programa "Who do you think you are?". Trata-se de um programa da BBC a ser transmitido presentemente no CBS Reality. É de se ficar entusiasmado.
 
Umas das preciosidades que encontrei na minha pesquisa, está no diário do meu bisavô. Trata-se de um poema, que relata as vivências no tempo da 1.ª guerra. Não era uma época feliz, mas mesmo assim, vou partilhar:
 
"- Porque é que a mãezinha chora?
Está sempre a suspirar...
- O teu pai morreu na guerra,
Não o tornas a abraçar.
Ele era tão meu amigo,
Sempre me estava a beijar.
Obrigaram-no a marchar
De encontro ao inimigo.
Mas ele ao ver do perigo,
Podia-se vir embora...
Mandaram-no sem demora
Seguir a expedição.
- Mas eu não sei a razão,
porque a mãezinha chora!
 
- Tu ainda és criança,
Tens pouco entendimento.
Mas o pai era sargento.
Dizia que ia para França,
Ainda levou a esperança
De um dia cá voltar.
Mas logo ao lá chegar
Para o combate foi mandado.
E por não morrer a teu lado...
Estou sempre a suspirar!"
J. Lucas
 
Lindo, não é?
 
Imagem: BBC

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Pensamento/Lema da semana #125


"A motivação é o que nos faz começar.
O hábito é o que nos mantém no caminho."
Jim Ryun
Foto: Horizon

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Um passo em frente pode fazer toda a diferença

E esta é a última, mas não menos importante, da série de frases que aqui deixei esta semana:

 
Ter sonhos e lutar efectivamente por eles, pode torná-lo mais feliz. Contudo, não se pode ficar pelos sonhos, há que agir.
 
Devagar se pode ir ao longe e são os pequenos passos do dia-a-dia, que o podem levar a alcançar o que tanto deseja. Mas se quiser aprofundar este tema, e saber como pode alcançar os seus objectivos, leia este post.
 
Não desista! Só tem esta vida e há que vivê-la da melhor forma possível! Um passo em frente pode fazer toda a diferença.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Não tome nada por garantido

Eis a mensagem de hoje:
Já repararam como por vezes agimos de forma mais cordial, respeitosa e simpática para as pessoas "de fora" do que com a nossa própria família? Esquecemo-nos que as relações têm de ser cuidadas diariamente para poderem florescer.
 
E fazemo-lo com a nossa própria vida. Adiamos a nossa felicidade para um futuro longínquo, mas esquecemo-nos de que não somos imortais.
 
Temos de valorizar mais o que temos, procurar ser felizes hoje e agora!
 
Sinta-se grato pelas suas relações, dando-lhes a atenção que merecem [quer seja com o(a) seu(sua) companheiro(a), filhos ou amigos]. E sobretudo, valorize a sua própria vida, sinta-se grato pelo que tem. Garanto que isso aumentará a sua felicidade e a dos que o rodeiam.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Valorize o momento presente

E a frase de hoje é...
Verdadinha! Quantas vezes nos esquecemos de saborear o presente? Aproveitar o momento quando este está a acontecer?
 
Reviver os momentos felizes do passado fá-lo-á mais feliz, imaginar o melhor futuro possível também. Mas não se pode esquecer de viver plenamente o presente, ou parecerá que a sua vida lhe escapará entre os dedos. 
 
Consiga observar a beleza das pequenas coisas que lhe acontecem diariamente, lendo este post. Leia igualmente este post para encontrar uma série de ideias, aparentemente banais, mas que se as souber apreciar, o poderão fazer mais feliz no presente.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Evite comparar-se com os outros

E esta é a frase que hoje vos deixo:

A comparação negativa com os outros é uma das grandes causas da infelicidade humana. Aliás, isso explica em parte o porquê dos portugueses serem tão negativos. Existe muita desigualdade social por cá e isso leva as pessoas a sentirem-se injustiçadas e infelizes.
 
Mas também nos comparamos com quem nos é próximo, com os amigos do facebook, com celebridades... e quase sempre parece que a nossa vida não é tão espectacular quanto a deles. Sentimo-nos miseráveis e infelizes. Isso não abona nada a favor da sua felicidade.
 
Saiba por isso, como parar de se comparar negativamente, lendo este post.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Como é que você fala para o seu filho?

Esta semana os posts vão ser diferentes. Pequenas frases, mas que se levadas à letra, poderão mudar a sua vida e a vida de quem o rodeia. Experimente!

Aqui vai a primeira:
Mesmo que inadvertidamente, com as suas palavras e gestos poderá estar a programar o seu filho para ser um adulto infeliz. Saiba como melhorar, lendo este post.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Pensamento/Lema da semana #124






"Se quiser ser feliz amanhã, depois de amanhã e para o resto da sua vida, pode consegui-lo escolhendo mudar e gerir o seu estado mental".
Sonja Lyubomirsky



Foto: Bindaas Madhavi

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Ter tempo só para nós, também nos faz felizes

Por vezes preciso de estar sozinha, com os meus pensamentos, com os meus hobbies, ou simplesmente a relaxar do stress do dia-a-dia. Bastam uns minutinhos e já me sinto outra.
 
Em termos de felicidade costuma-se enfatizar a necessidade de relações sociais significativas. É um facto que precisamos mesmo delas. Mas o tempo connosco mesmos é igualmente importante. E quantas vezes nos esquecemos de ter o nosso próprio espaço? Então depois de nos casarmos ou de sermos pais... a coisa tende a piorar.
 
Mas é um erro. Este tempo permite-nos recarregar baterias, relaxar, aumenta o nosso bem-estar e a nossa saúde, torna-nos inclusive melhores pais e esposos. A sério, bastam uns minutinhos...
 
E vocês, dedicam algum tempo a vós mesmos?

Foto: Rowena Waack

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

40 formas de demonstrar o seu amor

Por vezes tomamos o(a) nosso(a) parceiro(a) como certo(a). Pensamos que ele(a) já sabe que o amamos, e esquecemo-nos de o dizer e de o demonstrar. Mas o amor, como tantas outras coisas, é como uma plantinha: necessita de ser bem cuidada para florescer. Caso contrário, pode morrer, sem que nos apercebamos.
 
Aproveitando que hoje é o dia de celebrar o amor, deixo aqui 40 maneiras de o demonstrar. Torne estes gestos em rotinas da vida a dois:
 
1) Diga “eu amo-te” mais vezes;
 
2) Lembre a essa pessoa o quão importante ela é para si e o quanto se importa com ela;
 
3) Diga obrigado e refira o quanto aprecia alguns gestos que o(a) seu(sua) companheiro(a) faz por si;
 
4) Elogie as suas qualidades com frequência (em termos de comportamento, e de beleza física). Procure sempre o que ele(a) tem de melhor;
 
5) Incentive-o(a) naquilo que ele(a) tem mais potencial. Ajude-o(a) a concretizar o seu propósito de vida;
 
6) Ouça o(a) seu(sua) companheiro(a), conheça as suas necessidades;
 
7) Interesse-se pela vida dele(a): pergunte-lhe o que irá fazer durante o dia, como correu o dia, quais os seus planos de vida, etc.;
 
8) Conheça as suas preferências (cor favorita, comida, canção, tipo de livros, hobbie, etc.). Surpreenda-o(a) com algo relacionado com as suas coisas favoritas;
 
9) Dê-lhe uns miminhos antes de sair de casa e um beijinho de despedida. Do mesmo modo, receba-o(a) calorosamente quando chega;
 
10) Sorria com mais frequência para o seu amor;
 
11) Coloque-se bonito(a) para ele(a) [e para si mesmo(a), verdade seja dita], tenha sempre uma aparência cuidada;
 
12) Surpeenda-o(a) enviando-lhe um sms carinhoso durante o dia;
 
13) Deixe um bilhete de amor num sítio em que não está à espera (por exemplo na lancheira do trabalho, no livro que anda a ler, na sua secretária, etc.);
 
14) Apoie o(a) seu(sua) companheiro(a), quando este(a) está em baixo;
 
15) Quando se sente criticado, tenha atenção ao modo como responde. Diga como se sente, e como gostaria que o(a) seu(sua) companheiro(a) agisse consigo, mas sem nunca ofender o outro lado;
 
16) Perdoe, siga em frente. E numa discussão, nada de repetir “Pois, lembraste de quando me fizeste-me aquilo…”;
 
17) Quando sentir que algo está errado, critique o comportamento, não a pessoa;
 
18) Reconheça quando está errado(a) e peça desculpa;
 
19) Numa discussão, procurem formas de ambos ganharem em alguma área. Tenha consciência que há assuntos em que poderão nunca concordar um com o outro, mas isso não significa que não poderão fazer umas tréguas. Apesar de discordar, respeite a opinião do outro;
 
20) Evite a todo custo, os pequenos gestos que o(a) irritam (ex.: deixar roupa espalhada pela casa, interrompê-lo na melhor parte do jogo de futebol, etc.) e peça para que o(a) seu(sua) companheiro(a) faça o mesmo;
 
21) Demonstre o seu afecto fisicamente: beije, acaricie, ande de mãos dadas, abrace… e a intimidade sexual entre ambos é muito importante (sim, apesar do cansaço do dia-a-dia);
 
22) Demonstre o seu afecto falando carinhosamente, de forma calma e meiga;
 
23) Descontraiam juntos, durante o serão;
 
24) Riam juntos (vendo um filme, conversando, vendo piadas no youtube, recordando episódios engraçados… );
 
25) Procure ter conversas agradáveis, positivas e cativantes;
 
26) Faça-lhe uma massagem;
 
27) Prepare-lhe um jantar romântico com a sua comida favorita;
 
28) Ofereça-lhe um presente;
 
29) Quando for às compras sozinho(a), lembre-se de lhe trazer um miminho;
 
30) Surpreenda-o(a), trazendo-lhe o pequeno-almoço na cama;
 
31) Planeiem uma saída, passeiem juntos (pode ser um passeio pela sua cidade, uma ida à praia, uma visita ao vosso restaurante favorito, uma escapadinha de fim-de-semana, etc.);
 
32) Comemorem as datas especiais (o dia em que começaram a namorar, a data de casamento, os vossos aniversários, etc.);
 
33) Encontrem um hobbie ou um projecto conjunto (praticar exercício físico, coleccionar alguma coisa, tirar fotografias, fazer caminhadas na Natureza, pintar, decorar a vossa casa, etc.). O importante é estarem unidos, numa actividade agradável;
 
34) Tirem fotos, façam filmes, guardem recordações dos vossos bons momentos. O objectivo é criarem um reportório de memórias felizes e revisitarem-no sempre que quiserem;
 
35) Ocupe-se das crianças, para o(a) seu(sua) companheiro(a) poder ter 30 min de descanso ou para fazer algo que goste;
 
36) Partilhe as tarefas lá em casa, mesmo as que lhe pareçam muito chatas (se ambos despacharem tudo mais rápido, sobra mais tempo para namorarem);
 
37) Arranjem tempo um para o outro e controlem o cansaço, simplificando as vossas vidas (perdendo menos tempo em arrumações, com as novas tecnologias, em recorrentes horas extras no trabalho, em encontros sociais que não interessam, etc.);
 
38) A sua família principal agora é ele(a). Não deixe que outras pessoas (familiares, por exemplo), estejam constantemente a interferir na vossa relação. E, se necessário, defenda-o(a) de críticas injustas;
 
39) Quebre a rotina, partilhe novas experiências com o(a) seu(sua) parceiro(a), use a sua imaginação;
 
40) Sonhem juntos, façam planos para o melhor futuro possível. Sejam felizes!
 
Foto: Auro

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Aprender a cozinhar legumes - jornada para uma alimentação saudável

Um dos meus objectivos para este ano, é fazer uma alimentação mais saudável. É já a partir do mês que vem, que pretendo incluir na minha ementa, em pelo menos 4 jantares por semana (pois o almoço é consumido no trabalho), legumes para além da sopa.
 
É um facto que como legumes insuficientes (quando fiz um «diário de alimentação» isto ficou mais que claro). E, sinceramente, acho que grande parte da população portuguesa também tem este problema.
 
Ainda ontem, enquanto esperava para pagar, observei com alguma atenção os carrinhos de supermercado à minha volta. Só num pequeno cantinho se encontravam alguns legumes (normalmente alface e algo supostamente para sopa). Então a senhora que estava à minha frente... Tinha um pacote de batatas pré-fritas, uma embalagem com vários pacotes menores de batatas fritas, uma torta brigadeiro, suspiros, uma série de óleos e carnes e... manteiga "magra".
 
Fiquei orgulhosa do meu carrinho. Pela primeira vez parecia recheado de legumes e só num cantinho estava carne de frango e alguns produtos de limpeza (ecológicos).
 
Mas creio que há um motivo para não comermos tantos legumes quanto deveríamos: no geral, não os sabemos cozinhar. Os nossos legumes parecem-me tão insípidos: seja em casa, seja nos restaurantes de comida portuguesa (claro que há excepções e estou só a referir-me aos legumes).
 
Mas é nos restaurantes que também encontro agradáveis surpresas. Já repararam como os asiáticos cozinham legumes de forma deliciosa? Os legumes parecem os reis dos pratos, enquanto que a carne ou peixe, parecem um acompanhamento, para dar sabor.  E na TV? Já repararam como há ideias giras para pratos com legumes? Formas diferentes de experimentar saladas? Técnicas culinárias que resultam em comida mais deliciosa?
 
Este mês está a ser um mês de experiências. Tenho-me auxiliado nestes livros asiáticos e experimentado sabores diferentes. Seleccionei receitas das minhas revistas de culinária e experimentado o que me parece ter bom aspecto. Algumas receitas não resultam tanto, mas outras são uma agradável surpresa.


Tenho estado atenta a programas de TV e experimentado novos truques. E para pratos vegetarianos, saladas, etc. tenho pesquisado algumas ideias da Net. Aqui ao lado está um site interessante, o do MasterChef Austrália.
 
Mas há mais, muito mais por onde pesquisar. E eu estou a adorar esta viagem gastronómica. Vamos ver que novos sabores vou descobrir...

Fotos: Mafalda S.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Pensamento/Inspiração da semana #123

 
"Um aspecto central do Tempo de Qualidade é «estar juntos»
Eu não me refiro à proximidade física...
«Estar juntos» tem de ser com toda a vossa atenção."
Gary Chapman
 

Foto: Lina Hayes

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

De coração pequenino... again

Esta semana tenho andado meio ausente da blogosfera, pois a minha filhota precisa de muito mimo.
 
Primeiro apanhou uma gripe, depois uma virose (também tive ambas), depois varicela e agora a médica ainda diz que tem um dos pulmões afectados... Jesus, que semana! E eu fico de coração apertadinho por ela.
 
Coitadinha, está tão tristinha por não poder ir ao desfile de Carnaval. Mas na Terça-feira vou vesti-la na mesma cá em casa. Vai vestir-se de Branca de Neve (a roupa que ela escolheu). Aliás, se há coisa que ela gosta é andar vestida de princesa cá por casa. Pode ser que fique mais animadita.
 
Enfim, melhores dias virão! Quero ver aquele sorriso lindo o mais rápido possível.
 
 

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

E você... está a viver ou a sobreviver?

A vida é mais curta do que parece, passa a correr. Por isso lhe pergunto: você está a viver ou a sobreviver?
 
Há dias fiquei a pensar nesta questão, quando encontrei um casal amigo. Já têm alguma idade e residimos em terras diferentes, mas nem por isso éramos menos amigos. Saímos algumas vezes a almoçar juntos, vieram visitar a Letícia quando nasceu e eu contactava muito com o senhor por motivos profissionais.
 
Mas na passada semana foi diferente. Cumprimentei-os, mas achei o olhar dele distante. Mais tarde, a esposa veio falar comigo a sós. A verdade é que o senhor não me reconheceu. No meu íntimo, fiquei chocada com a velocidade a que a doença o está a afectar.
 
O Senhor J. (chamemos-lhe assim), levava uma vida mais ou menos saudável (não fumava, nem bebia e até comia comida macrobiótica). Mas no trabalho tudo era diferente. Viveu anos consecutivos num autêntico inferno, o stress corroía-o por dentro. Quando se reformou e pensou que finalmente ia gozar a vida, a sua saúde estava arruinada. Apareceu-lhe cancro e, mais recentemente Alzheimer (que está a evoluir a uma velocidade alarmante). Uma injustiça!
 
Fiquei também a pensar na minha mãe. Era uma pessoa alegre. Adorava conviver e andava sempre a cantarolar. Mas infelizmente a filha mais velha morreu num acidente estúpido. Nunca mais foi a mesma. Vivia triste, deixou de sair - uma parte dela parecia ter morrido com a filha. Mas nem por isso deixou de ser uma pessoa terna e adorada por todos. No entanto, aos 40 e poucos anos surgiu-lhe cancro. Após uma operação aos 50, parecia ter recuperado a alegria de viver. Começou a sair,  viajávamos a conhecer o país, convivíamos com amigos todos os fins-de-semana. O problema é que o cancro regressou e poucos dias depois de fazer 53 anos, faleceu.
 
As histórias repetem-se e poderia contar outras tantas. A questão aqui, é que a vida passa a correr. Creio que quem tem filhos nota mais isto. Por exemplo, no meu caso, até parece que ainda ontem a Letícia era uma bebé. E a verdade é que já fez 5 anos. Quer dizer que estive grávida há quase 6 anos. Como é possível o tempo passar tão rápido?
 
É por isso que volto a bater nesta questão: e você... está a viver ou a sobreviver?
 
A verdade é que tendemos a adiar a nossa felicidade, vivemos por vezes amargurados com os nossos problemas, ou vivemos por viver... sem grandes objectivos, não nos preocupamos com a nossa saúde (enquanto o corpo é silencioso), não temos tempo para o que é mais importante (porque temos 1001 afazeres), e trabalhamos não por prazer mas para pagar dívidas (da casa, do carro e sabe-se lá mais do quê)... Isto não é viver, é sobreviver.
 
Se está a viver desta maneira, aconselho-o a repensar a sua vida a partir de agora. Não adie, pois pode ser tarde demais. A vida é curta demais para não saborear cada instante.
 
Assim:
- Faça a sua vida valer a pena. Tenha objectivos, tenha um propósito, pelo qual sinta que contribui para melhorar a sociedade.
- Se possível, escolha uma profissão que o realize.
- Pratique actos de bondade.
- Não se concentre nos seus problemas, mas sim nas soluções. Aprenda a lidar com eles.
- Tente encontrar um aspecto positivo, ou uma lição, em cada adversidade.
- Procure livrar-se das dívidas.
- Saboreie cada momento, preste atenção ao que tem de bom na vida.
- Previna a doença, cuidando da sua saúde.
- Livre-se do supérfluo (da tralha, de encontros sociais que só faz por obrigação, do excesso de tecnologia) e tenha mais tempo para o importante.
- Dedique tempo às relações mais importantes da sua vida. E não se esqueça de dizer e de demonstrar o quanto os ama.
- Seja mais feliz, utilizando diariamente estratégias para a felicidade.
 
Foto: Giorgos

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Destralhar/organizar em passinhos de tartaruga

Lembram-se da história "da lebre e da tartaruga"? A tartaruga foi muito esperta, pois com passos pequeninos e sem nunca desistir, acabou por alcançar o seu objectivo, até mais rápido que a sr.a dona lebre.
 
E eu quero usar a mesma estratégia para alcançar o meu objectivo n. 4, que envolve a eliminação de tralha da minha vida. Eis o que estou a fazer:
- todos os dias elimino tralha e organizo pequenas áreas da minha casa (uma gaveta, uma prateleira, etc.);
- nos dias em que estou com mais tempo e energia ocupo-me de tarefas maiores (por exemplo uma área de um armário que esteja mais desorganizada);
- nos dias em que estou super-cansada e sem tempo, ocupo-me de áreas menores, como por exemplo uma gaveta pequenina que praticamente já está organizada;
- apesar do objectivo ser fazer isto no mínimo 1 vez por semana, estou a fazê-lo diariamente, para ter sempre algo que me ligue a este objectivo - para que o mesmo se torne um hábito (quando não pretendemos ocupar-nos de um objectivo diariamente, é mais difícil de tornar as tarefas associadas ao mesmo num hábito. Por ex., com o exercício físico, mesmo que não o façamos diariamente, é importante encontrar uma tarefa associada ao mesmo, por menor que seja, para termos sempre uma âncora ao nosso objectivo - um dia explicarei isto com mais detalhe);
- estou a registar, numa espécie de diário, a tarefa que realizo diariamente para alcançar o meu objectivo;
- se num dia fizer mais do que o esperado, só registo no meu diário uma das tarefas realizadas. Isto porque pode ser tentador fazer sempre mais. Mas depois chega o dia em que não conseguirei fazer tanta coisa, e é desanimador não ter alcançado o que pretendia. Lembram-se? A tartaruga é que foi esperta. Por isso, no alcançar de objectivos, é preferível dar passinhos de tartaruga e conseguir efectivamente chegar à meta.
 

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Um livro giro para as meninas

Uma amiga minha ofereceu este livro à Letícia: Barbie - Manual de Princesa. Já o tinha visto, mas talvez por preconceito meu, pensava que os livros da Barbie seriam um pouco mais materialistas. E não é que me enganei? O livro é espectacular para ensinarmos valores importantíssimos às crianças.

Habitualmente, as histórias de encantar são um dos recursos que utilizo para transmitir à Letícia os valores que mais aprecio. A ideia deste livro em particular, é ensinar às meninas que querem ser como as princesas (e que menina não adora isto?), como devem agir. Vou dar-vos alguns tópicos abordados no livro, em que diz que uma princesa:
- pede "por favor" e diz "obrigada";
- é organizada e arrumada (fala do conceito de que cada objecto deve ter o seu lugar e da partilha de tarefas em casa);
- respeita os outros;
- sabe partilhar;
- mantém a calma  (fala de em vez de partir para a ira, a criança se concentrar nas soluções para resolver os problemas);
- sabe comportar-se à mesa;
- é amiga dos animais;
- procupa-se com o ambiente;
- tem boas notas (incita a criança a estudar, mas sem a incentivar ao perfeccionismo - refere que não deve ficar triste se não teve a melhor nota, o importante, é saber que se empenhou);
- anda sempre informada (procura despertar a curiosidade da criança para o mundo à sua volta, através da leitura por ex.).
Depois destes tópicos relacionados com o comportamento humano, fala da "imagem". Mas nada de exageros, e sim de aspectos que até poderão ser importantes para a auto-estima da criança. Fala por exemplo da necessidade de ter a roupa limpa e cuidada, do uso de alguns acessórios mas sem exageros (uns brincos, uma bandolete, etc.), de como tratar do cabelo, da necessidade de fazer uma alimentação saudável (reforçando a necessidade de comer legumes e de beber água), da importância do exercício físico e da prática de actividades relaxantes.
Na última parte do livro fala de tudo um pouco: sugere por exemplo trazer sempre um bloco de notos na mochila para apontar dúvidas e pensamentos (eu própria uso, para registar boas ideias que surgem quando menos espero), dá dicas para organizar uma festa, dá exemplo de princesas do mundo contemporâneo (a Letícia gostou particularmente da Letizia de Espanha...) e tem um teste final sobre a informação descrita ao longo do livro.

Muito giro! Aconselho a todas as princesinhas.

Imagem: Wook

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Pensamento/Lema da semana #122


"A verdadeira medida do estado de uma nação está na forma como cuida das suas crianças
- da sua saúde e protecção da sua segurança material, da sua educação e socialização,
e do modo como se sentem amadas,
valorizadas e integradas nas famílias e sociedades onde nasceram."
UNICEF
Foto: R'eyes
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